quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Eleições 2010

Na gíria politica é algo como não atucanar-se.
Tomar posição. Talvez seja escolher o seu lado, consciente de estar contribuindo pela melhoria de alguma coisa.
Não ter medo: Pode ser não retroceder, não permitir o retrocesso, caminhar para o futuro, não deixar que a direita detone os ganhos sociais.

Numa época em que o "Estadão" toma uma posição retrograda, como ele sempre foi, e resolve seguir as determinações da Globo e unir-se a Abril, é importante ter a percepção de que as forças "ocultas" comandadas pelo sagrado São Poder estão finalmente unidas para impedir que possíveis ganhos sociais, de uma população carente, tornem-se ameaças no sentido de diminuírem-se os lucros daqueles que sempre viveram e ganharam com as crises. Sempre as custas de uma população carente.

Quando a direita de igreja se une com a direita da imprensa, significa no mínimo, que eles estão desesperados e prontos para dar o golpe. O mesmo golpe de 64, o mesmo golpe de 68, o mesmo golpe que destrói a possibilidade de justiça social em beneficio de ganhos pessoais.

As eleições de 2010 são muito mais que a escolha de um novo presidente. Ela é a luta entre um Brasil melhor, representado pela continuidade do governo Lula, contra o Brasil de ontem.
A luta entre o Brasil nação e o Brasil de poucos.

Não dá para voltar no tempo. Não dá para retroceder. Não dá para deixar que eles que eles vençam as custas da vida de nossa população.

Assim, como a imprensa vendida, cada vez menos comprada, se rende aos apelos do candidato da direita, nós da pequena imprensa, os caipiras do interior, que lutamos por justiça social, também saímos do muro e tomamos uma posição. Temos que continuar mudando... 
 (set-2010)