quinta-feira, 22 de junho de 2017

A vingança do golpista

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As denuncias de Joesley não passariam impunes, Temer não é Dilma, nem Lula. 
Talvez por isso possa comprar votos abertamente, sem qualquer constrangimentos. 
Ele compra deputados e senadores com cargos para a curiola e liberação de dinheiro do  povo para emendas parlamentares. Está rodeado do que existe de mais podre na política nacional, de Sarney a Jucá, passando por Mansur, Padilha, igrejas evangélicas de palanque, empresários corruptos, multinacionais mal intencionadas, desmatadores, assassinos de índios e bandidos de varejo.
No judiciário conta com o apoio incondicional de Gilmar e Moraes, o ex-advogado do PCC.
Temer conta ainda com Tucanos, a pior raça de aves silvestres, vivem da destruição de ninhos, cagam em quem está lá embaixo e possuem voo curto e deselegante. Por essas características esse agrupamento de políticos escolheu o simbolo certo, mas não esqueçamos, acima de tudo, os tucanos são protegidos e pela lei, não podem ser presos. O Ibama processa que prender um tucano. O maior protetor de tucanos é o juiz Moro. 
Mas voltemos a Joesley. Esse depois que denunciou Temer abriu as portas para a queda de sua empresa. Ele se esqueceu, que no capitalismo brasileiro não tem espaço para multinacionais brasileiras. 
Ah, alguém dirá, mas ele é um bandido, corruptor...
E algum empresário é honesto? O capitalismo produz empresários honestos? Quem, os banqueiros? Aqueles da FIESP? Os empreiteiros? 
Joesley não estudou história, é apenas um novo rico, burro como os outros. Não conheceu a história da Panair, da TV Excelsior, não soube que a Puma, quando resolveu parar de comprar motor da WV, faliu. Ele não conheceu o Gurgel, empresário que gastou até o último dos seus centavos para criar um motor brasileiro. Bem, vamos deixar pra lá, no capitalismo brasileiro quem apoia a formação de grandes marcas nacionais são os comunistas? É isso mesmo? Petrobras forte, JBS forte, Construtoras fortes... Interessante!
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Mais interessante é presenciar o desmonte promovido pelo governo entreguista a todas as marcas nacionais, e ai não estou entrando no mérito, ou qualidade de cada uma. É apenas uma observação. 
Uma parte da Petrobras já virou Total, Shell, Ipiranga, a Friboi vai virar o que? O problema não é nosso, mas me digam, porque quebrar todos? 
Primeiro 3 frigoríficos são impedidos pelo governo brasileiro de exportar para os EUA. No dia seguinte os EUA  rompem os contratos. 
Alguém entendeu?
E ainda tem um juiz ajudando a quebrar petrolíferas, entregando minérios, terras, e agora as empresas privadas? E a previdência? Seremos obrigados a pagar para o Bradesco, ou Itau? Previdência privada mata. 
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Por tras de tudo, um nome, o cidadão norte-americano Meirelles, até o ano passado, o diretor da JBS, mas sempre a serviço dos sionistas ianques. 

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Os Estados Unidos decidiram suspender todas as importações de carne bovina in natura (fresca) do Brasil nesta quinta-feira (22), devido a recorrentes problemas sanitários dos produtos brasileiros, afirmou o Departamento de Agricul... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/06/22/eua-suspendem-importacao-de-carne-de-boi-fresca-do-brasil.htm?cmpid=copiaecola

Roberto Amaral: Excelente artigo - Por que Temer ainda não caiu?

Por que Temer ainda não caiu?

Muitos se perguntam: por que, após tantas denúncias, ditadas e repetidas por fontes as mais diversas, e insuspeitas, como a voz dos ex-sócios, Michel Temer ainda não caiu, quando foi tão fácil depor a presidente Dilma Rousseff?
Ato por Diretas Já em São Paulo. É a única solução legítima
Como se sustenta um presidente sem apoio no voto, ungido ao poder por um golpe de Estado midiático-parlamentar (onde começa a desmilinguir-se seu mando), e desfrutando do desapreço da população de seu país, de quem foge, acuado, escondido no bunker em que foi transformado o Palácio do Jaburu?
Vários fatores podem, no conjunto, constituir uma resposta mais ou menos satisfatória. Mas, antes de mais nada, lembremos que, divergências secundárias à parte, mantem-se de pé a coalizão econômico-política montada lá atrás para assegurar o impeachment. O capital financeiro, o agronegócio, as igrejas pentecostais e suas representações no Congresso e nos grandes meios de comunicação, permanecem unificados em torno das ‘reformas’, eufemismo com o qual se designa o projeto, em curso acelerado, de regressão política, social e econômica do País, cujo alcance paga qualquer preço.
Para esse efeito, Temer é peça secundária, instrumento descartável a qualquer momento. E por que não é jogado ao mar como carga imprestável? Por que a troca de guarda coloca, entre várias outras questões (como a relativa apatia das ruas, o medo dos parlamentares em face dos seus ‘justiceiros’, e o ‘risco Lula’, etc.) dois problemas, para o establishment: um, o modus faciendi do descarte, que precisa respeitar, pelo menos nas aparências mais vistosas, as regras constitucionais, e, dois, a necessidade de que a substituição se faça em segurança, para que no lugar de Francisco se sente Chico, comprometido, como ele, com as ‘reformas’.
Por tais razões, nenhuma porta pode ser aberta, mesmo pela direita, sem o concurso, ora da Câmara dos Deputados (a quem cabe autorizar ou não o impeachment e a abertura de processo contra o presidente), ora do Supremo Tribunal Federal, que, para dizer o mínimo, deixa muito a desejar na sua letargia, no seu partidarismo, sempre atendendo aos movimentos dos cordéis comandados pelo poder.
Lamentavelmente, após um lento processo de corrosão (derivado em elevada potência do desastre do processo político-eleitoral em agonia), apresentam-se derruídas as bases morais e constitucionais dos poderes projetados pela soberania popular (e sobre todos reinam os poderes econômicos e mediáticos), pois estamos em face da falência de representatividade (donde perda de legitimidade) tanto do Legislativo quanto do Executivo – ambos, ademais, acusados de corrupção congênita.
Que dizer de uma Câmara dos Deputados presidida, até ontem, pelo presidiário Eduardo Cunha (hoje por Rodrigo Maia), ou de um Poder Executivo chefiado por Michel Temer, aguardando, em doce vilegiatura pela Europa, a denúncia por crime de corrupção com a qual lhe acenam a PGR e o STF?
Um de seus comparsas, em crise com a chefia, como quase sempre ocorre nos momentos de divisão do butim, resumiu bem, e com a autoridade que ninguém lhe nega, o retrato da organização criminosa: “metade está na cadeia e metade está no Palácio do Planalto”, sua caverna, sua toca.
O Judiciário, por seu turno, faz sua parte, seja como instituição, seja pelo comportamento de alguns de seus membros. Lento e parcial, contraditório em suas decisões (de que deriva a insegurança jurídica), desrespeita direitos amparados pela Constituição e invade áreas do Legislativo e do Executivo. Partidarizado, intervém no processo político, como ao não julgar a liminar sobre a proibição de Lula assumir a chefia da Casa Civil de Dilma Rousseff. Omitindo-se, ardilosamente, abriu, consciente e deliberadamente, o caminho de que as forças golpistas careciam para abrir caminho ao impeachment, do qual se fez coator.
Quando a todos nos parecia que o ridículo, o opróbrio, o inusual, o insuspeitável, o escandaloso teria sido esgotado pelo espetáculo de chanchada chinfrim oferecido pela Câmara dos Deputados na lamentável e cara (sabe-se agora, pelas delações premiadas, quanto de propina custou aquela votação!) sessão de 17 de abril de 2016, quando aceitou a denúncia contra Dilma Rousseff, eis que o julgamento, pelo TSE, do pedido tucano derrotado de desclassificação da chapa vitoriosa em 2014, se transforma em episódio lamentável.
Refiro-me evidentemente, ao comportamento do presidente da sessão (debochado, insolente, mal-educado, rompendo as raias do ridículo), o ainda ministro Gilmar Mendes, ministro do STF e do TSE, advogado militante, empresário do ensino privado, promotor de convescotes com homens de negócios e acadêmicos sem nomeada, assessor de réus que ora julga no tribunal eleitoral, ora julga no Supremo, e, finalmente, com sua família, fornecedor de bois para o complexo JBS.
Com sua falta de educação e contínua deslealdade diante de seus colegas, assusta um acomodado STF que, sem nervos e músculos para impor-se, recusa o dever de chamá-lo à ordem.
Esquece-se porém, o tribunal, que a História não julgará isoladamente este ou aquele ministro, este ou aquele juiz, mas sim o Poder Judiciário, como instituição.
A propósito, vários pedidos de impeachment de Gilmar Mendes foram apresentados ao Senado Federal. De um deles tive a honra de ser signatário (ao lado de Fábio Comparato, Sérgio Sérvulo, Álvaro Ribeiro da Costa e Celso Antônio Bandeira de Melo, entre outros) e do qual foi nosso patrono Marcelo Lavenère, ex-presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados. Nosso pedido foi convenientemente recusado pelo então presidente da Casa, o inefável senador Renan Calheiros e contra essa denegação os autores impetraram mandado de segurança junto ao STF. Caiu-lhe como relator o ministro Edson Fachin, que, por sua vez, considerou ‘inadmissível’ a medida. Desta decisão foi impetrado agravo interno que espera julgamento pelo plenário.
Diante desse quadro de crise sistêmica, que nos resta como ‘saída’? A alternativa do impeachment do presidente, que o genro de Moreira Franco não deixa andar (entre outros dorme em suas gavetas o pedido formulado pelo Conselho Federal da OAB), contém, tanto o defeito da morosidade, quanto o de depender da atual Câmara dos Deputados e do atual Senado Federal, dominados, majoritariamente, pela aliança da corrupção deslavada com o baixo clero, e um “centrão” tomado por conservadorismo mais que reacionário. O provável pedido do STF, de autorização para processar Temer, padece da mesma dependência, no caso a prévia licença da Câmara.
O atual Legislativo (confia-se que o STF, não obstante tudo, não lhe siga as pegadas) é a guarda pretoriana do presidente, surdo à voz das ruas, já que os interesses que defende e preserva não coincidem com os interesses de seus supostos representados, pois, falam as pesquisas de opinião de todos os institutos especializados, a quase unanimidade da população repudia o atual governo e defende sua defenestração.
O tucanato, agente decisivo no golpe e base fundamental da sustentação do governo, mesmo agora, vem à luz do dia propor a renúncia de Temer seguida de imediata convocação de eleições gerais, ou seja, a antecipação do pleito de 2018. Não se sabe se FHC já combinou o jogo com Temer, e muito menos com os titulares de mandatos eletivos espalhados Brasil afora, do Senado às câmaras municipais, pois, se é, na atual ordem constitucional, impossível reduzir esses mandatos, a efetividade da proposta passa a depender de uma renúncia coletiva. É preciso acreditar em duendes para apostar em tal evento. Em um ponto, todavia, todos estamos de acordo: o Congresso, que não tem legitimidade para promover reformas tão profundas como as exigidas pelos donos do dinheiro, surrupiando do povo direitos conseguidos há décadas, também não tem legitimidade para eleger o eventual substituto de Michel Temer.
De uma forma ou de outra, há uma evidência: esse governo precisa ser removido e substituído por outro, esse emanado do voto popular. A solução, pois o País não pode permanecer imobilizado quando cresce e se aprofunda o projeto de sua desconstrução, volta-se para a saída de Temer e a convocação, mediante emenda constitucional, de eleições diretas para sua sucessão, de sorte que essa sucessão, não sendo apenas uma troca de seis por meia dúzia, segundo o gosto das classes dominantes, seja a segurança da retomada do desenvolvimento, da defesa nacional, da recuperação dos direitos sociais e trabalhistas.
Eleições diretas não são um fetiche, uma panaceia, mas, sim, a única oportunidade que ainda temos de devolver legitimidade à Presidência da República, mormente quando, sabidamente, só um dirigente legitimado pela soberania popular terá condições morais e políticas de comandar, com o conjunto da sociedade, a árdua tarefa de recuperação política e econômica do País. Qualquer outra tentativa de saída simplesmente aprofundará a crise que continuará crescendo como um insaciável Moloch, para um dia, sem controle, nos devorar.
O povo novamente nas ruas, a rebeldia de nossa gente, a insatisfação transformada em pressão popular, podem – e devem – construir as condições objetivas para a saída do impasse. Daí a importância da unidade dos movimentos populares, a começar pela unidade do movimento sindical, convergindo para uma grande e ampla frente nacional pelas Diretas Já.
Roberto Amaral
leia também em Carta Capital

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Um projeto turístico para a cidade de Bragança


Em 1999 foram criadas as secretarias municipais na cidade de Bragança, até então não existiam. Eram departamentos. Com a criação das secretarias foi possível ampliar serviços e melhorar a qualidade no atendimento, pelo menos teoricamente.


E janeiro do ano de 2000 eu fui convidado pelo prefeito José de Lima para elaborar um projeto que iria nortear a recém criada secretaria de Cultura e Turismo.
Foram 11 meses de trabalhos e a colaboração de estudantes de hotelaria, administração e direito.
Estudamos o turismo no Brasil, a capacitação de recursos humanos e a educação, fizemos projetos e agrupamos outros já existentes, como os de Chico Experiência e Elvio Santiago (homenagem a imigrantes) e fomos aos levantamento do que existia e o que poderia nos dar suporte.
No caso do suporte, são as entidades sociais, de classe, atendimento a saúde, imprensa, etc.
Levantamos restaurantes, hotéis, pousadas (são várias na área da represa), pesquisamos o turismo rural, chagando-se a 11 fazendas, onde poderíamos implantar uma modalidade de turismo, hoje muito rentável em toda a Europa, e iniciamos os estudos para projetos de potencial turístico e melhoria de vida dentro do município.



Um dos projetos que melhorariam a qualidade de vida de moradores ao redor era o “Parque do Tanque do Moinho”
O Parque da Serrinha, chamado de Parque do trabalhador, seria a única possibilidade do trabalhador local ter um acesso seguro à Represa da Cantareira, numa área inutilizada, pois os loteamentos ocuparam todas as proximidades das águas, teríamos uma grande área, bem distribuída e com todos os requisitos necessário. Além da geração de algumas dezenas de empregos diretos.  

Os outros eram a construção do Parque do Lago do São Miguel, revitalização, iluminação e abertura do Bosque Cyro Berlink,  Revitalização do Bosque dos Eucaliptos, cujas arvores haviam sido cortadas em 2004 (em 2006 conseguimos através de um TAC, plantar mais de 200 árvores, hoje grandes), Parque do Lago da Hípica, Parque das Américas, no Jardim América (em conclusão), Parque do Lago dos Padres (esse realizado pela administração Fernão Dias), Parque Markowicks (parque ecológico, que estava sendo negociado na época e foi construído em 2016), Revitalização das praças centrais, Parque do Leite Sol e Parque do Guaripocaba (em negociação no ano de 2006, com um empresário, que implantaria um teleférico, da estação ao topo, com a possibilidade de desenvolvimento do turismo religioso, caso interessasse a Igreja Católica, em virtude da existência, na cidade, de uma santa – no topo uma estatua como ponto final do teleférico.)


A esse projeto, se agruparia o “Projeto Saturnino Paccitte”, de Francisco Cezar Palma de Araújo,  que levaria o trem turístico da estação do Curitibanos, no bairro do mesmo nome, Guaripocaba, onde estaria instalado o teleférico.
O projeto (Saturnino) foi apresentado posteriormente na Câmara Municipal, por uma vereadora do grupo político dominante, sem menção ao seu criador e com outro nome. Muito usual em terra de coronéis.
Projetos como a restauração do Teatro Carlos Gomes, feitos através da Lei Ruanet, se um centavo de dinheiro público local e com prazo de entrega definido em 3 anos (estaria pronto de 2011), foram simplesmente ignorados, porque o dinheiro não passaria pelos cofres públicos. 


O outro projeto em zona rural era o do Museu do Elétron, também do Chico Experiência, usaria a antiga usina da Mãe dos Homens (acima), no Recanto Jaguari, que voltaria a funcionar com um de suas turbinas e poderia ser patrocinado pelo próprio fabricante, atestando a qualidade do equipamento, com mais de 100 anos, ainda em condições, feito na Holanda. Se não me engano. Geraria luz para o próprio complexo e seria um suporte a educação e pesquisas científicas, ao seu redor seriam abertos espaços para lanchonetes e equipamentos esportivos para navegação no canal. Propício também para o surgimento de pousadas.



Para a manutenção de parques de interesse turístico seria criado departamento de conservação de parques, mantido pelo “Funtur”, um fundo de turismo administrado pelo executivo e iniciativa privada, com característica próprias, podendo ser criador de eventos geradores de rendas. O município poderia ele organizar a tal festa do peão, com lucros ou a Festa do Nordeste, também um grande evento anual a ser feito na zona norte
Um dos grandes atrativos turísticos seria a linguiça. Nessa época, por questões de vigilância sanitária e legislação, a produção começava a ser feita de forma menos artesanal, ainda assim era possível para o poder público,  estímulo maior. A “festa da linguiça” seria dotada de toda estrutura, mas organizada pela associação de produtores, totalmente autônomos, e infraestrutura municipal. Entende-se por infraestrutura toda a organização do espeço usado, eletricidade, som, divulgação, apoio e shows típicos (no caso Calábria), pois esse evento geraria não apenas o lazer local mas estadual e também seria uma porta de negócios, gerando rendas, salários e impostos.

Já em 2006, como secretário eu promovi um concurso entre bares e restaurantes, para a promoção de uma prato típico da terra, chamado de “Pratos da Terra”, cujo vencedor foi o Restaurante Estancia. Esse foi o embrião para a mobilização do setor.
No prédio do antigo Matadouro teríamos o Museu de Imagem e Som.  Um centro cultural na antiga sede social do Ferroviários, que seria negociado pela prefeitura, ou ali também poderia funcionar a biblioteca, com um café, voltado para a rua, no espaço lateral.
Concluímos em nossos estudos a necessidade da participação da secretaria de educação, onde se aprenderia a verdadeira história da cidade e região, bem como noções de atendimento e convivência com o turista.
O artesanato seria apoiado com espaços adequados, de passagem de turista, e estacionamento e cursos de reciclagem e aprendizado.
O carnaval é outra questão a ser estudada. Desde o início dos anos 70, deixamos o carnaval participativo, pelo contemplativo, até por questões política, pois os ditadores não queriam aglomerações. Uma volta ao carnaval tradicional, participativo era necessária com o carnaval de praça, na rua, como deixamos claro em nosso projeto do ano 2000. Em 2007 eu começaria a discutir a mudança de local e modelo, quando deixei a secretaria.
Projetos culturais, como Maio Cultural (em 1975 participei de sua criação, com a Dona Guaraciaba e o Hélio Nine, os pais da ideia), Festival de Inverno e Festival Música nas Esferas (atraiu gente de 5 países), realizado em 2006 e 2007, comporiam o leque de opções, para trazer visitantes. 
A descoberta de um sítio arqueológico na cidade, poderia e ainda pode gerar estudos e visitas cientificas. 


O turismo de eventos também é possível, desde que a atração seja de qualidade, provamos isso com a realização da exposição de Sebastião Salgado e com o show dos Mutantes, considerado um dos 10 melhores do mundo, em todos os tempos. A maioria do público era de fora, com alto poder aquisitivo, que acabariam gerando lucros na rede hoteleira e restaurantes. 



Os eventos também podem acontecer em áreas políticas e sociais, como um Forum Mundial, que passamos a tratar em janeiro de 2006. Ou convênios com cidades afins, da Europa, ou do próprio continente, como fizemos com Bragança, de Portugal e 2006. 



Ainda na área cultural, criamos uma lei para preservação de imoveis antigos, baseado em uma lei já existente na cidade de Canavieiras. Essa lei sequer saiu da gaveta do então prefeito em 2007. 


As tudo isso se feito, transforaria a cidade e com ela, sua população, seria um transformação de costumes, cuja continuidade se daria na área cultural, com projetos específicos.
Não era esse, e nunca foi, o interesse das administrações coronelescas de Bragança.
Temos, montanhas, um rio navegável em vários pontos, quedas d’água, uma represa e vários lagos, só isso já seria atrativos.

A grande questão é que nesse tipo de mudança, toda a sociedade evolui, ai mudam-se os políticos. 


Esses projetos foram divulgados por mim, no livros, Bragança Viva, e 2001 e entregues em forma de estudos, a José de Lima, em dezembro de 2000 e a Jesus Chedid, em janeiro de 2001. Além de jornais das épocas. A esses itens, incluem-se outras atividade culturais e esportivas. 




Leia :

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Joesley ainda não falou do presidente da JBS: MEIRELLES



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domingo, 18 de junho de 2017

Na Amazon.com - Hollywood: Uma História do Brasil

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Livro Interativo, com vários Códigos QR, onde o leitor pode acompanhar com seu Smatphone, ou Tablet e conhecer melhor alguns personagens dessa novela. Olympio Guilherme ficou conhecido no início do século passado quando foi contratado pela FOX para atuar em Hollywood, ainda no cinema mudo. Os jornais da época e seus colunistas, entre eles Guilherme de Almeida, o consideravam o substituto de Rodolfo Valentino, recém falecido. "Hollywood" é um passeio pelo século XX, de 1902 a 1973. Tem início em Bragança Paulista, terra natal de Olympio Guilherme, passa por Hollywood e termina no Rio de Janeiro. O livro é rico em personagens, entre os quais Pagu, Greta Garbo, Cásper Líbero, Assis Chateaubriand, Carlos Lacerda, Graciliano Ramos, Getúlio Vargas, entre outros. É a história de "Fome", primeiro filme realista brasileiro produzido em Holywood. Do início da carreira de Carlos Lacerda como jornalista. Da primeira paixão de Pagu. Da morte de Getúlio. Do DIP, da censura e da tentativa de implementar mudanças culturais. Com "Hollywood": Será mais fácil entender os golpes de 1954, 1964 e 2016.

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sábado, 17 de junho de 2017

Os ídolos de barro



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A função do ídolo é o exemplo.
Ídolos são imitados, grande parte da população se espelha nos exemplos de seus ídolos, por isso vemos nosso país afundando culturalmente.
Ídolos em nosso país são sonegadores, aproveitadores e alguns aspectos e em outros ignorantes e quando o povo se espelha nos exemplos, de quem nada representam, ou que representam a decadência social, acabamos por criar gerações ignorantes.
O ídolo fala em geração de empregos, mas o trafico também gera emprego.
Em 1939, quando o governo Getúlio começou a atacar o samba de malandro, existia uma razão simples. A musica exemplo que entrava pelas ondas do rádio em todas as casas e era repetida nas ruas, falava dos benefícios do ócio, da malandragem, da agressão as mulheres, da mulher objeto e coisas do tipo.
Não podemos esquecer que o Brasil é um país poético, não de saraus, que sempre foram elitistas, arrogantes e chatos, mas da poesia cantada, mais fácil de assimilar e, ídolos no Brasil são cantores e cantoras além de jogadores de futebol.

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Com exceção de Sócrates, o jogador de futebol é ignorante, dinheirista e ignorante, quando não sonegador. Mas são transformados em exemplos. O caráter de quase todos é discutível, como Pelé e Neymar. Sem falar que são cooptados por igrejas espertas e pastores velozes.
Ao contrario de Getúlio, os ditadores militares partiram para a exclusão do bom, os que pensavam e levavam o povo a lutar. Assim criaram uma geração de “Dons e Raveis”, pobres coitados servis, e eliminaram os versos inteligentes. São os pais da geração Xuxa, avos da geração Anita.  Não precisa ir longe. Não estamos aqui sequer discutindo a qualidade da música ou dos versos da cantora. Sua dança, ou sua bela bunda. A questão central é o que ela representa. Suas opiniões e o que nela é imitado por crianças, adolescentes e jovens, e é claro, algumas mães acham lindo, pois 20 anos antes achavam o mesmo de Xuxa, se vestiam de adultos prostituíveis e se portava como idiotas, repetindo exemplos idiotas e falhos.

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E nisso tudo a função do ídolos é como a função das igrejas. Triste fim de uma nação, que sequer chegou a ser nação. Ignorantes ganhadores de dinheiro, se ocupam de fazerem a população culturalmente carente, a seguir seus exemplos midiáticos e se transformarem em ignorantes serviçais. 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Suplicy pode ser candidato ao governo de São Paulo



Suplicy pode ser candidato a Governador

Em uma “Roda de Conversa” realizada na cidade de Atibaia, na noite de quarta-feira, dia 15 de junho, o ex-Senador e atual vereador Eduardo Suplicy, deixou claro que pode ser candidato ao governo de São Paulo no próximo ano.
O encontro organizado por Geovani Doratiotto, contou com a presença também de Antonio Sonsin, escritor, de Bragança Paulista, Michel Carneiro, vereador pelo PCdoB, Rodrigo Leite e o representante do prefeito Saulo (PSB), vereador André Agatte
Suplicy e os integrantes da mesa debateram sobre diversos assuntos e a carreira do atual vereador por São Paulo, quando em dado momento surgiu a pergunta sobre seu futuro político feita por Agatte, e a indicação por Sonsin, para que concorresse ao cago de governador.
Suplicy, democrática e elegantemente passou a questão para que os presentes analisassem e decidissem. Claro que não se trata de um indicação partidária, que requer uma convenção de seu partido, porém, Eduardo Suplicy seria uma tabua de salvação política para seu partido e para os leitores do estado, que há 3 décadas elegem tucanos.
Suplicy é um nome imaculado, um político ético. Não tem como a população, numa época em que todos são acusados e indiciados, processados e muitos condenados, deixar de votar em Eduardo e depois continuar reclamando dos políticos. É a chance de se eleger um político honesto, 100% voltado à justiça social. Um humanista. A redenção paulista.



Situação do Estado

São Paulo está nas mãos dos tucanos, ainda que pesem sobre eles, dezenas de acusações, como trensalão, roubo nas merendas, violência policial contra a população, pedágios, desvios, etc., o eleitor paulista tem sido fiel aos tucanos. Ao mesmo tempo reclama das atitudes de seus governantes. Algo que não dá para entender.
É sabido que Alckmin irá trair o compromisso com Marcio França e o PSB, apoiando, pelo menos é isso que sinalizam as reuniões, o prefeito João Dória, para ter uma chance de disputar a presidência pelo partido tucano.
Dória é um candidato da mídia, longe do povo, fruto do marketing, uma aberração tucana, mais uma, que trás na bagagem suas dividas de IPTU com a capital, invasão de área e desvios denunciados na Embratur. Um gestor de sua própria imagem.
Em outro cenário, o PSDB não apoiaria Alckmin e esse se torna candidato pelo PSB, apoiando França ao governo. Seria mais difícil, mas ainda assim Suplicy teria chance, até, como já disse, pelo nome imaculado.
Suplicy candidato, poderia trazer consigo o apoio de PCdoB, PDT e outros partidos menores e numa possibilidade, de ser traído, o próprio PSB, que carece de uma reconstrução ideológica. Reconstrução que se faz necessária também ao PDT. O PDT tem sinalizado para mudanças. Mas Rede, Avante, PPL, PHS, PSOL, entre outros, são conversáveis.
Com o PSDB ficariam os partidos da direita, os golpistas, aqueles que vivem a reboque do poder, como é o caso de DEM, PMDB (se não forem todos condenados), PP e PTB e um grande numero de siglas de aluguel. Há dinheiro no caixa.
Outras candidaturas que irão se avolumar são aventureiras e medíocres.

Cenário favorável.

O cenário é favorável. Se o eleitor paulista quer uma política séria, o único nome é Suplicy, o resto faz parte do mesmo balaio terceirizador e entreguista, que está vendendo o Brasil.
Não há como falar em Dória, ou outros nomes tucanos, ou Demos. São catastróficos e descompromissados com as necessidades do  povo.
Essa luta por justiça social, só teria concorrente, com França, por ter sido um prefeito aprovado com mais de 90% em São Vicente e não estar envolvido nos grandes pacotes de denuncias.
Assim, tudo ficaria nas mãos do povo. Mudar, ou continuar com o sistema de praticas centenárias, de políticos que nunca olharam para baixo.



A seguir filmagem com os principais momentos da discussão de uma possível candidatura ao governo.






Suplicy folheia o livro "Hollywood: Uma história do Brasil", baseado na vida de Olympio Guilherme, seu primo, da cidade de Bragança Paulista, que produziu em 1929 o filma Fome e foi posteriormente diretor do DIP, no governo Getúlio Vargas (Amazon e Mercado Livre) 



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