quinta-feira, 15 de junho de 2017

Suplicy pode ser candidato ao governo de São Paulo



Suplicy pode ser candidato a Governador

Em uma “Roda de Conversa” realizada na cidade de Atibaia, na noite de quarta-feira, dia 15 de junho, o ex-Senador e atual vereador Eduardo Suplicy, deixou claro que pode ser candidato ao governo de São Paulo no próximo ano.
O encontro organizado por Geovani Doratiotto, contou com a presença também de Antonio Sonsin, escritor, de Bragança Paulista, Michel Carneiro, vereador pelo PCdoB, Rodrigo Leite e o representante do prefeito Saulo (PSB), vereador André Agatte
Suplicy e os integrantes da mesa debateram sobre diversos assuntos e a carreira do atual vereador por São Paulo, quando em dado momento surgiu a pergunta sobre seu futuro político feita por Agatte, e a indicação por Sonsin, para que concorresse ao cago de governador.
Suplicy, democrática e elegantemente passou a questão para que os presentes analisassem e decidissem. Claro que não se trata de um indicação partidária, que requer uma convenção de seu partido, porém, Eduardo Suplicy seria uma tabua de salvação política para seu partido e para os leitores do estado, que há 3 décadas elegem tucanos.
Suplicy é um nome imaculado, um político ético. Não tem como a população, numa época em que todos são acusados e indiciados, processados e muitos condenados, deixar de votar em Eduardo e depois continuar reclamando dos políticos. É a chance de se eleger um político honesto, 100% voltado à justiça social. Um humanista. A redenção paulista.



Situação do Estado

São Paulo está nas mãos dos tucanos, ainda que pesem sobre eles, dezenas de acusações, como trensalão, roubo nas merendas, violência policial contra a população, pedágios, desvios, etc., o eleitor paulista tem sido fiel aos tucanos. Ao mesmo tempo reclama das atitudes de seus governantes. Algo que não dá para entender.
É sabido que Alckmin irá trair o compromisso com Marcio França e o PSB, apoiando, pelo menos é isso que sinalizam as reuniões, o prefeito João Dória, para ter uma chance de disputar a presidência pelo partido tucano.
Dória é um candidato da mídia, longe do povo, fruto do marketing, uma aberração tucana, mais uma, que trás na bagagem suas dividas de IPTU com a capital, invasão de área e desvios denunciados na Embratur. Um gestor de sua própria imagem.
Em outro cenário, o PSDB não apoiaria Alckmin e esse se torna candidato pelo PSB, apoiando França ao governo. Seria mais difícil, mas ainda assim Suplicy teria chance, até, como já disse, pelo nome imaculado.
Suplicy candidato, poderia trazer consigo o apoio de PCdoB, PDT e outros partidos menores e numa possibilidade, de ser traído, o próprio PSB, que carece de uma reconstrução ideológica. Reconstrução que se faz necessária também ao PDT. O PDT tem sinalizado para mudanças. Mas Rede, Avante, PPL, PHS, PSOL, entre outros, são conversáveis.
Com o PSDB ficariam os partidos da direita, os golpistas, aqueles que vivem a reboque do poder, como é o caso de DEM, PMDB (se não forem todos condenados), PP e PTB e um grande numero de siglas de aluguel. Há dinheiro no caixa.
Outras candidaturas que irão se avolumar são aventureiras e medíocres.

Cenário favorável.

O cenário é favorável. Se o eleitor paulista quer uma política séria, o único nome é Suplicy, o resto faz parte do mesmo balaio terceirizador e entreguista, que está vendendo o Brasil.
Não há como falar em Dória, ou outros nomes tucanos, ou Demos. São catastróficos e descompromissados com as necessidades do  povo.
Essa luta por justiça social, só teria concorrente, com França, por ter sido um prefeito aprovado com mais de 90% em São Vicente e não estar envolvido nos grandes pacotes de denuncias.
Assim, tudo ficaria nas mãos do povo. Mudar, ou continuar com o sistema de praticas centenárias, de políticos que nunca olharam para baixo.



A seguir filmagem com os principais momentos da discussão de uma possível candidatura ao governo.






Suplicy folheia o livro "Hollywood: Uma história do Brasil", baseado na vida de Olympio Guilherme, seu primo, da cidade de Bragança Paulista, que produziu em 1929 o filma Fome e foi posteriormente diretor do DIP, no governo Getúlio Vargas (Amazon e Mercado Livre) 



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ISBN-13: 978-8547101497
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