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segunda-feira, 17 de julho de 2017

João Agripino Dória e a cidade limpa X velhinhas “bandidas”



 



O prefeito de São Paulo João Agripino da Costa Doria Junior, mais conhecido como João Doria, é filho do publicitário e ex-deputado federal baiano João Doria e da empresária paulista Maria Sylvia Vieira de Moraes Dias Doria. De origem abastada, descende dos Costa Doria, uma família brasileira do período colonial, escravagista, cujos membros foram senhores de engenhos, militares e políticos da Bahia e Sergipe.
João Dória, que até sua eleição, nunca se importou com o povo, informou na campanha política que era contra invasões de áreas, candidato mais rico da eleição em São Paulo em 2016, o empresário João Agripino (PSDB) sofreu uma derrota nos tribunais sobre a polêmica invasão de uma área pública por ele no município de Campos do Jordão, destino turístico na região serrana paulista. A Justiça determinou a reintegração de posse imediata de um terreno de 365 metros quadrados que o empresário anexou a uma propriedade de lazer dele, de onde concluímos que ele é contra pobres invadindo áreas.
O prefeito de São Paulo, João Doria, gosta de se definir como um gestor, não um político. Mas a leitura do relatório do processo a que ele respondeu no Tribunal de Contas da União (TCU) permite várias conclusões, menos a de que fez boa gestão como presidente na Embratur, entre 1987 e 1988, indicado pelo “presidente honesto e igualmente bom gestor” José Sarney.
Os inspetores do TCU encontraram nas contas de Doria “impropriedades de várias ordens”, como a contratação de empresa sem o julgamento das propostas dos concorrentes e a “não contabilização de verbas obtidas em convênio no exterior” (em bom português, desvio).
E é esse bom gestor, que o bom paulistano, que sabe votar (Maluf, Pita, Janio, Kassab, Marta, Serra) resolveu eleger como “gestor” do negócio chamado cidade de São Paulo.
Como aprendiz de Jânio Quadros, sem caspas, Agripino Dória começou seu governo, ou melhor, gestão, correndo atrás de grafiteiros e pegando em cabos de vassouras. Espalhou a cracolândia por 9 bairros e prometeu entregar parques para a iniciativa privada, possivelmente de amigos igualmente empresários, com interesses apenas em lucros.

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Mas o Agripino se supera, não se contenta só com as imagens bonitas e as entrevistas açucaradas da Rede bandeirantes e a propaganda de seus atos hilários nos sites e redes sociais.
Domingo dia 16 de julho presenciei a agonia de velhinhas “criminosas” frente ao implacável, honesto e sério gestor.
Muito pior que as contratações da Embratur, ou invasões de terrenos, ou apoio aos golpistas de plantão, alguns “velhos” desonestos, sem dinheiro, estavam no Bexiga, em São Paulo praticando um crime de lesa pátria. Estavam dando golpes nos cofres públicos. Estavam desmoralizando o estado brasileiros, com suas atividades ilícitas e altamente suspeitas.
Tenho a convicção, como diria aquele bom juiz Moro, que esses velhos são responsáveis por todos os problemas do Brasil. João Agripino está certo, pau neles.
Uma idosa, imoral é claro, que deve ser integrante de alguma facção criminosa, estava na calçada vendendo pratos e talheres antigos para fazer uma graninha extra. Ao seu lado, um idoso vendia 3 cabos de computador, 2 toalhas, um alicate, uma antena de TV analógica e um banquinho feito por ele. Como se vê, gente de alta periculosidade.
Mais adiante um outro idoso tirou da sacola cerca de 20 livros, algumas fotos antigas, a câmera Zenit, Russa de 1976, e alguns anzóis usados. Mas não parou ai, tinha outro com mais de 100 moedas e alguns selos, e uma outra terrorista que vendia brinquedos e vestidos, que provavelmente usou em alguma festa de sua juventude, nos anos de 1940.
Como esses criminosos não poderiam ficar impunes, o bom gestor Agripino Dória mandou a cavalaria, mais 3 viaturas da Guarda Civil Metropolitana, mais 3 viaturas da PM, do Estado de São Paulo, paga também por esses “velhos terroristas”, e fiscais, 2 carregadores, 1 caminhão com a propaganda cidade limpa, e mais 3 varredores de rua, claro, cidade limpa, percebem?
A primeira a perder tudo foi a “velhinha terrorista” dos pratos.
-Perdeu criminosa!
Mas a “velhinha tremeu”, tentou recolher os pratos e no tumulto foi tudo pro chão.
Essa agora aprenda, vai sair da “vida loka” da criminalidade.
Vai trabalhar vagabunda! Diria o Bolsonaro. Ou até, “bandido bom é bandido morto”. As a frase não vale para crimes pequenos, como invasões de áreas, ou desvios na Embratur”. É só para criminosos de alta periculosidade, como a “velhinha do prato”, ou o “velho terrorista” dos livros.
Um casal de franceses se aproximou e tentando se comunicar meio em espanhol, meio em português, queriam saber do que se tratava, expliquei quem era o prefeito,  os motivo que seria alegado (sonegação de impostos municipais, ou falta de alvará), mas eles não conseguiram entender. Entre policiais e fiscais eram mais de 30 uniformizados e esse aparato chamou atenção. A francesa estava visivelmente comovida, o que piorou quando se aproximou de nós aquela “velhinha criminosa”.



Perguntei-lhe se aquelas cenas estavam se tornando corriqueiras, e com lagrimas nos olhos me respondeu que sim, outras pessoas se aproximaram.
Pergunto-lhes se era assim na administração passada, ao que me respondem que não. Não contive a curiosidade e perguntei em quem votaram. Todos responderam João Dória, mas se diziam arrependidos, acreditaram que ia melhorar alguma coisa.
Insisti e questionei, mas antes estava ruim?

Todos abaixaram a cabeça... 


segunda-feira, 1 de maio de 2017

Um entreguista chamado Serra

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  • Sempre falei do Serra, conheço o Serra desde 1978. Eu ainda era quase criança. Conheci ele com o FHC. Eu ainda não tinha dado meu primeiro voto.
  • Nunca gostei do Serra, suas falas eram mais falsas que nota de 3 reais. Talvez pela amizade com o Zé Luiz, ex-senado por Milão em 2006, que mencionava a covardia dele, muitas vezes se escondendo embaixo da cama, na Alemanha Oriental, cada vez que a campainha tocava. Ele tinha medo do que? Nunca soubemos.
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  • Trabalhei com o governado Franco Montoro de 83 a 86. Foi coordenador regional onde Serra era secretário. O governador era um democrata, que eu nunca vou conseguir ser, aprendi muito e acima de tudo aprendi ver quem não prestava. Eu nunca gostei do Temer, aquele jeito falso de mordomo de funerária não me agradava. Mas eu tinha certeza que Serra não era do time. Todas as denuncias que surgiam no governo Montoro partiam da pasta do Serra, dos acordos de Serra.
  • As máculas do governo só tiveram um nome. Serra. Em 86, o cara que se dizia de esquerda foi candidato da deputado federal, numa grande dobradinha com nada menos que Nabi Abi Chedid, aqui em Bragança, minha cidade fizeram um comitê no armazém do Leão. Para quem não sabe ali foi um shopping com mais de 50 lojas. Era o pequeno comitê do Serra-Nabi. Serra só foi derrotado, junto com FHC, por Quércia e ai surgiu o PSDB.
  • Serra continuou seu trabalho pelo entreguismo do Brasil, para ele o que importava era só ele. No final da década de 90, num grande acordo com multinacionais acabou com várias industrias nascentes no Brasil. Nessa época eu tinha um, de perfumes, também quebrei, fomos todos vendidos e vencidos pela burocracia protetora dos grandes.
  • A filha de Serra continuou crescendo junto com o pai, embora falem do filho do Lula, ou da mulher do Cabral, quem cresceu 54000% em uma semana foi a garota prodígio. O maior site de vendas da América Latina tem a marca da gênio de informática, que desbancou Gates.
  • O Serra não tem compromisso com o Brasil, tem compromisso com ele. Já está preparando a queda de Alckmin, e uma traição ao Márcio França. Ele precisa de um robô, que continue sua ação devastadora e esse robô é Dória. Um fake político.








domingo, 20 de março de 2016

Bragança: Eleições 2016 Quem decide é Zé de Lima.

A verdade é raquítica, subnutrida e feia
A mentira é bonita, envolvente e alegre.




Novamente as eleições de Bragança serão decididas por José De lima. Isso acontece desde 1968. 

(Veja matéria – Uma pequena história das eleições em Bragança   -  http://revistaverdadebrasil.blogspot.com.br/2015/02/uma-pequena-historia-das-eleicoes-em.html )

De um lado teremos o grupo Chedid, como acontece desde 1968. “Renovado” e reforçado pelos novos antigos nomes, de outro a possibilidade de uma candidatura, ou duas. Uma do próprio grupo que se alinha em torno de Lima, sem chance de triunfo, pois disputaria o eleitorado com Sartori. A outro acoplada ao nome de Sartori, que teria o PV e talvez Rita Valle como vice, ou Marcus Valle,  ou até Marcio Villaça, num grupo que seria independente de Limas e Chedids, porém sem grandes chances de vitória, não que ela não exista.
A análise de uma eleição no interior deve ser fria, não é ideológica é metodológica. Não é eleição de partidos, mas de grupos. No interior o fator vizinho, solidariedade, parente, valem mais que qualquer ideologia. Uma lombada é mais importante,que uma lei.
Sou obrigado a insistir, que essa não é uma análise ideológica. Não é uma análise de preferencias pessoais, não é qualitativa, mas quantitativa e no sentido histórico da preferencia popular. Ou seja, uma leitura do que vejo pelas ruas e do conhecimento histórico das eleições de 1968 para cá. Nas eleições do interior a verdade é raquítica, subnutrida, pobre e feia. A mentira é alegre, bonita, festiva e envolvente. Logo não me cobrem coerência ideológica numa leitura “atual” (tem 50 anos) das eleições locais. Essa incoerência não é minha, pois aqui PT e PSDB estiveram juntos em várias oportunidades. Em 1992 o PCB esteve com o PFL. Como o PDT já esteve com o DEM e Brizola revirou em seu túmulo.
O cenário que se apresenta é Jesus fortalecido pela propaganda diária do “ruim com ele, pior sem ele”. Um grupo com novos velhos conhecidos, um apelo popular grande e a figura do “grande pai” na proteção de seus filhos desamparados.  Um grupo, que segundo pesquisas parte de 25 mil votos e com mais 8 mil ganharia e caso de divisão. Tem próximo Frangini, que teve mais de 30 mil votos, numa campanha feita por Jesus em 2012, mas que só, não passaria de 4 mil votos. Teoricamente Frangini deixou o grupo, porém é sabido que está em legenda atrelada ao grupo, o PPS, nas mãos de um deputado da região, com muita ligação com Edmir. Logo pode ser uma candidatura para dividir a oposição aos Chedids, se necessário for, como somar de ultima hora. Vai depender da leitura das pesquisas. O importante é que o pai do grupo tem carisma, comanda com mãos de ferro dentro da morada, mas é a personificação da simpatia quando está nas ruas. No grupo ele e o filho Edmir são as únicas cabeças pensantes e a voz a se ouvir.
De outro lado, temos um grupo sendo capitaneado por José de Lima (foto). Um grupo que tem se reunido e tem seus candidatos. Candidatos que não chegam longe e podem dividir e dar a eleição a Jesus. Por isso, o título da matéria é “quem decide é Zé de Lima”.
Os candidatos naturais do grupo não tem lastro: Fabiana e João Solis são os mais citados. Tenho minhas dúvidas se João Solis se elege para vereador. Já Fabiana deve continuar sendo eleita com grande numero de votos. Na foto vemos um grupo de pré candidatos  a vereador e sem grandes apelos, além de Gustavo Sartori, convidado de ultima hora. Gustavo tem apoio, tem 4 partidos ao seu lado, vem de duas eleições com mais de 15 mil votos, deve ter o apoio do PV, pois é o mais próximo ao grupo, tanto por simpatia, como por qualidade de trabalho. Teria como sair candidato, independente de outros partidos, pois como dizem nas eleições, possui bala na agulha, tem apoio de um vice-governador e um grupo razoável.  Se no embate direto tem chances contra o DEM, na divisão de votos (Frangini + Candidato de Zé de Lima) joga as eleições no colo de Jesus. Mais uma vez o titulo da matéria.



A experiência mostra que as tentativas de união das oposições nunca deram certo. A divisão é o segredo da vitória dos velhos políticos. Em 2003 eu montei um grupo independente, com 8 partidos, que não teriam apoio de Jesus e nem de Jose´.  Na ultima reunião o PSDB fechou a questão em cima do nome de João Solis. O grupo acabou, pois sete partidos acabaram apoiando Lima e o PSDB saiu sozinho com o João Solis, pois entre os 8 partidos, só o PSDB de Aguirre, acreditava no tal João. Com as decisões jurídicas o mesmo acabou sendo eleito, era imponderável , mas devolvendo de certa forma, o poder nas mãos dos de sempre. João Solis destruiu 40 anos de luta para mudar de mãos o poder local. Jogou tudo no lixo. 
Se Lima entretanto resolve recolher seu grupo, lançar um grupo de vereadores e apoiar Sartori, o jogo se define contra os Chedids.  É a matemática da história; Chedids em eleições municipais chegam a 35% dos votos, ou seja, 65% estarão contra. Não havendo divisão a fatura está decidida.



Sartori é a bola da vez, pode ser o candidato contra os Chedids e com apoio do grupo de Lima vencer as eleições. Sartori pode simplesmente não ser candidato  independente de qualquer coisa, Jesus venceria as eleições sem qualquer esforço. Sartori poderia compor (teoricamente falando – Isso é só uma teoria) com Edmir e as eleições locais acabariam. Estariam definidas.
Não me venham com papo de adivinhações, ilusões etc. Essa matemática se repete desde 1968. É eleição municipal e não tem milagre.

O que esta em jogo não é o melhor para a cidade, mas o interesse de grupos.Esses interesses se dividem em dois grupos pré-determinados. Em breve citarei um por um, e seus interesses. Ainda não é hora. Mas já convivi com cada um, já presenciei de tudo e para desqualificar-me como “delator”, agora vão ter que inventar muito mais.  

domingo, 30 de agosto de 2015

Roberto Amaral: ‘Não tenho nenhum respeito ético pelas posições de Aécio’

Roberto Amaral: 'nao tenho Nenhum Respeito ético Pelas Posições de Aécio'

 

Expressão histórica da Esquerda nenhum país, ex-presidente do PSB Diz Que aparente Recuo de senador mineiro Sobre impeachment "Faz parte de Algum Jogo de Política menor", e volta a criticar Seu partido

 

por:  Eduardo Maretti, da RBA

Roberto Amaral: "É essencial No processo Democrático de Defesa do mandato da presidente da República"
Roberto Amaral: "É essencial No processo Democrático de Defesa do mandato da presidente da República"
São Paulo - O ex-presidente nacional do PSB Roberto Amaral, representante histórico da Esquerda brasileira, TEM defendido uma Formação de frente UMA populares Forças progressistas parágrafo UNIR EM Defesa da democracia. Crítico mordaz de Seu proprio partido, o PSB, that refundou nenhuma pós-Ditadura, em 1985, Junto com Jamil Haddad, Antônio Houaiss e Evandro Lins e Silva, Amaral comentou, em entrevista à  RBA, A MAIS Recente declaração do senador Aécio Neves ( PSDB-MG). "Eu nao tenho Nenhum Respeito ético Pelas Posições fazer ex-Candidato Aécio", Diz Amaral.
Em aparente Recuo, o senador tucano Disse em entrevista a Kennedy Alencar, Publicada Hoje (28), no blog do jornalista, que "AINDA NÃO ESTÁ claro" haver Motivos Para o impeachment de Dilma Rousseff. "Reconheço ISSO. Mas nada impede that Dentro de Algum ritmo ISSO ocorra ", afirmou Aécio AINDA. "Dizer Que Não Tem Motivo: 'AINDA' ... Quer Dizer, AINDA vai se PROCURAR? E ELE descobriu ágora Que Não Tem Motivo? ", Question Roberto Amaral.
He tambem nao economiza Críticas Ao Seu partido, o PSB, Que apoiou Aécio não em Segundo turno de 2014, e volta a Dizer Que o partido adotou Uma postura "oportunista". "Vejo mal Muito (o papel do PSB no Processo Político Atual), desde agosto do ano Passado, Quando decidiu NÃO ELE APOIAR um Dilma", Diz. "A decisão de fazer PSB APOIAR Aécio foi burra e oportunista".
Ministro de Ciência e Tecnologia do Governo Lula (entre 2003 e 2004), Amaral VEM Criticando Seu partido also Pela intenção, Hoje adiada, de Alguns Líderes de se fundir com o PPS, que "completaria um direitização fazer partido".
ESTA Programado nº 5 de setembro o Lançamento da Frente Brasil defendida POR Amaral, em Belo Horizonte.
Hoje, o senador Aécio Neves Parece ter recuado e afirmou que "AINDA NÃO ESTÁ claro" que Haja Razão Jurídica PARA O impeachment. Como o sr. Afirmação recebe tal?
Eu nao tenho Nenhum Respeito ético Pelas Posições fazer ex-Candidato Aécio. He assumiu o Lado golpista. He ágora, com ESSE Negócio de Dizer Que Não Tem Motivo, "Ainda", E UMA Coisa sem SENTIDO. Tem Motivo ou Não tem? Dizer Que Não Tem Motivo AINDA ... Quer Dizer, AINDA vai se PROCURAR? E ELE descobriu ágora Que Não Tem Motivo? E QUANDO ELE estava Pedindo Novas Eleições?
Entao, Não levo a serio, NÃO considero Importante NEM Relevante uma declaração DELE. ISSO Faz parte de Algum Jogo de Política menor, e NÓS TEMOS Que nsa preocupar com Questão Política Maior. A Questão fundamentais E o Respeito Ao Processo. ELE ESTÁ Querendo Recuperar como Tradições da UDN, that Toda vez Que perdia Eleições propunha hum golpe de Estado. O QUE TEMOS that discutir E uma voz soberana das urnas.
Como Avalia um Conjuntura?
E fundamentais No processo Democrático de Defesa do mandato da presidente da República, independentemente de Ser um Dilma, era Importante Como garantir uma legião EO mandato de Juscelino. O Que resta E uma Regra do Processo Democrático. This E a Regra Democrática: Disputa rápido você, OU Perde Ganha e em frente vai. ISSO e Pará fundamentais de uma Ordem Democrática. ISSO e Pará fundamentais uma brasileira Economia.
A brasileira Economia, a Economia Produtiva, uma Política Externa nossa, NÃO PODEM Ficar permanentemente à espera de Uma crise, uma crise se Esperar se agrava, or se amainar vai. NÓS TEMOS that ingressar na normalidade. Já se Vao Quase Oito meses da posse e Quase Um Ano das Eleições. Como Eleições Já terminaram. O Que Estou Querendo E OS that that liberais entendam o pleito do impeachment UO da Convocação de Eleições e Um pleito golpista. QUANDO em 1954 ficaram inventando o "mar de lama", A Questão NÃO era o "mar de lama", that provou-se that era inexistente. A Questão era impedir o Governo Vargas, e impedir o reajuste do Salário Mínimo e impedir estatais como that ELE estava Criando.
A MESMA Coisa se operou em 1964. O Problema era uma Promessa de Reformas de Base do Jango, ea Direita ENTÃO inventou that estava defendendo a Constituição, Os liberais acreditaram Nisso, were Às Ruas um favor da Queda de Jango, EO Primeiro Ato de dos golpistas foi Destruir a Constituição.
Como o sr. Vê o desdobramento da crise, com otimismo OU pessimismo?
O Que Estou Querendo Passar E that A Questão vai Além da sustentação ou Não faça mandato da Dilma. Com o mandato dela mantido, TEMOS that enfrentar a Ascensão do Pensamento de Direita; sem o mandato dela, TEMOS that enfrentar uma Ascensão das Forças de Direita. É Preciso dar sustentação de centro-Esquerda Ao Governo dela. A Política se Faz com Correlação de Forças. Se como Forças progressistas liberais de Esquerda NÃO fortalecerem o Governo da Dilma, ELA vai Ficar NAS Mãos das Forças conservadoras.
Qual sua posição Sobre o papel do PSB Nesse Processo?
Vejo mal Muito, desde agosto do ano Passado, Quando decidiu NÃO ELE APOIAR um Dilma. ELE NÃO entendeu Que o Projeto Aécio - e ESTÁ Muito claro ágora - era hum Processo de direitização, de Redução dos DIREITOS dos Trabalhadores e de autoritarismo, Que ESTÁ Construindo Esse clima de intolerância no Brasil.
O sr. Chegou a Dizer há Alguns meses que o PSB ESTÁ POR dominado oportunistas ...
E o Seguinte: a decisão do PSB de APOIAR o Aécio foi Uma decisão burra e oportunista. Por oportunista que? Porque o fez pensando Que o Aécio ia Ganhar como Eleições. Entao, pegou TODO O Nosso patrimônio, pegou Toda a Nossa História, de Todos os NOSSOS Projetos e jogou nessa aventura, pensando Que o Aécio ia Ser eleito. Só ISSO POR. E foi Uma decisão burra Porque, Diante da crise dos Partidos de Esquerda - e NÃO Precisa explicar, Está todo Mundo vendo ESSA crise -, o PSB poderia Ser o grande desaguadouro dos Quadros de Esquerda, progressistas, that estao insatisfeitos com Seu partido.
Se Eduardo Campos NÃO tivesse morrido, o PSB poderia ter Sido ESSE desaguadouro?
E o Mais provável, Mas Não Estou Totalmente seguro Disso, Porque Tudo dependeria de Como seria o de Campanha final, Como seria sem Segundo turno, Como seria a posição do partido. He Morreu sem inicio do turno Primeiro.
O sr. also Já criticou Muito um eventual Fusão fazer PSB com o PPS, that foi adiada ...
Foi adiada Porque houve Uma Reação da militância, mas um Expressão E Correta: foi adiada. De: Não Quer Dizer Que foi de todo afastada. ISSO completaria um direitização fazer partido.
Nesse Quadro, o sr. térios condições de se Manter nenhuma PSB?
O meu papel não PSB sempre foi de puxar o partido Pela Esquerda. QUANDO Decidi com Antônio Houaiss EO Jamil Haddad refundar o partido, NOS pensávamos em hum Partido Socialista. A Minha posição NÃO Mudou. Eu continuo achando Que o Brasil Precisa de hum Partido Socialista e coerente, e vou continuar 'lutando POR ISSO.
Fonte:  Brasil 247
Roberto Amaral

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Contradições capitalistas.

Contradições capitalistas.

Os EUA, no pós-segunda guerra, para promover o desenvolvimento  baixou os juros, criou programas sociais, investiu em treinamento, educação, etc.
O Brasil no início do governo Lula, baixou  os juros, aumentou financiamentos, criou programas sociais, abriu as portas para investimentos.
A receita de Lula não foi diferente da norte-americana na década de 1940, mas por aqui capitalistas torceram o nariz. Uma das causas aparentes seria o acesso do pobre a bens de consumo e moradias, além de estudos, que acabam aumentando o custo da mão de obra dos ricos, ainda que o desenvolvimento aumentem também os seus lucros. São as características do capitalismo. Henry Ford já sabia disso, o funcionário bem pago era também seu principal consumidor. Mas isso não funciona bem por aqui.
Classes abastadas não querem concorrência, mesmo que a “concorrência” dê lucro. É mais do que capitalismo é uma cultura escravagista, exploradora, subsidiada e canalha, que vem do império e se transmite de pai para filho, desde que os portugueses chegaram e os religiosos  começaram a matar os habitantes da terra, transformando o continente em capitanias hereditárias.
Hoje vemos Dilma contrariando as leis do desenvolvimento, fazendo o jogo da classe dominante local, aumentando juros, distribuindo subsídios aos empresários e reeditando a cartilha de Delfim, de Sarney e FHC. A cartilha do país para poucos, do fazer o bolo crescer, para depois dividir.

Alguém já viu empresário dividindo alguma coisa? 

quinta-feira, 12 de março de 2015

Corruptos e corruptores

Corruptos e corruptores
Claudius
por Silvio Caccia Bava



A cobertura da grande imprensa sobre os recentes casos de corrupção centra sempre seu foco nos administradores públicos, como se a questão fosse apenas ética, de pessoas sem caráter ou de mau caráter, que se aproveitam dos postos em que estão para roubar. Esquece-se que para haver corruptos é preciso que haja corruptores, tão ou mais criminosos que os primeiros.

Mas ficar no plano ético ou moral não resolve a questão, considerada endêmica no Brasil. Ela está presente em todos os níveis de governo; portanto, com seus funcionários públicos corruptos e com empresas corruptoras.

Se ela é tão generalizada e parte de empresas que operam em todos os níveis de governo, pode-se então dizer que a corrupção é uma forma de ação das empresas para auferir vantagens ilegais na relação com os poderes públicos. E isso envolve os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

A Operação Lava Jato, pela primeira vez, atribui responsabilidades pelos processos de corrupção a empresas que prestam serviços ao Estado. Executivos e donos de grandes construtoras de obras públicas estão na cadeia desde novembro aguardando julgamento. São bilhões de reais subtraídos do orçamento público por meio de uma série de práticas muito conhecidas e que estão sendo desvendadas para os cidadãos como se fossem novidade. Essa é a corrupção das empresas sobre o Executivo.

As eleições de 2014, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, custaram R$ 5,1 bilhões, e 95% desses recursos vieram de um pequeno grupo de grandes empresas, que assim constituíram suas bancadas de interesses privados, é claro, no Congresso Nacional. Bancada das empreiteiras, bancada do agronegócio etc. Basta ver que a CPI da Petrobras, para apurar as denúncias da Operação Lava Jato, já conta em sua composição com dez dos 27 integrantes que receberam dessas empresas investigadas R$ 1,9 milhão para financiar suas campanhas eleitorais. A presidência da comissão deverá ir para o peemedebista Hugo Motta, que recebeu da Andrade Gutierrez e da Odebrecht R$ 455 mil dos R$ 742 mil gastos em sua eleição. Essa é a corrupção das empresas sobre o Legislativo. Não é ilegal receber as doações, porque as empresas passaram a poder doar, por lei, recursos para financiar candidatos a partir de 1997. Mas evidentemente é um poder que afronta o interesse público.

No Judiciário fica mais difícil identificar os caminhos da corrupção, mas são muitos os casos em que juízes pedem vistas de processos e só os devolvem para o trâmite judiciário depois que as penas prescreveram. Os casos do Banestado, do mensalão tucano e do trensalão ilustram essa prática de levar até mesmo à prescrição de delitos, como o de formação de cartel. Os expedientes são muitos: por exemplo, o da paralisação de investigações de responsabilidade do Ministério Público Federal em São Paulo no caso das denúncias de cartel nas obras do metrô. Essa é a corrupção das empresas no Judiciário.

Por meio de muitos expedientes, os grandes grupos econômicos controlam nosso sistema político e dele se apropriam para submetê-lo a seus interesses privados. O comportamento predatório desses grandes grupos econômicos, porém, não se limita à prática da corrupção para atingir seus objetivos de maximizar o lucro. Existem também mecanismos utilizados pelas grandes empresas multinacionais que atuam no Brasil que se valem de expedientes de sub e sobrefaturamento para promover a evasão fiscal, isto é, deixar de pagar impostos e transferir ilegalmente riqueza para fora do país. A Tax Justice Network identifica, com base em dados do Banco Mundial, que a evasão fiscal no Brasil, em 2011, foi de 13,4% do PIB, algo como US$ 280 bilhões.1 Os impostos mais sonegados são o INSS, o ICMS e o Imposto de Renda.

Mas não para aí. As dívidas reconhecidas pela Receita Federal de impostos das multinacionais que operam no Brasil, em 2012, somam R$ 680 bilhões. A corrupção aqui é o Estado brasileiro não tomar medidas efetivas para evitar essa sangria. Inibir essa sonegação de impostos requer uma fiscalização efetiva e penas significativas para quem for pego. Quanto maior for a pena, menor será a sonegação.

Em meio ao escândalo do HSBC, o segundo maior banco do mundo, identificaram-se 8.667 brasileiros que sonegaram ou lavaram dinheiro fora do país por meio dessa instituição. São bilhões de dólares por ano. Eles são parte da elite econômica de nosso país, acostumada a tudo poder. O que vai acontecer com eles?

Essa impunidade também pode ser vista no reconhecimento público da existência de doleiros operando no Brasil. É a aceitação implícita da lavagem ou evasão de recursos, que são inclusive provenientes de fontes ilegais, como o narcotráfico.

Esse quadro não é o mesmo em outros países latino-americanos, como a Argentina e o México (vejam vocês!), onde a evasão fiscal é calculada em 6,5% e 2,4% do PIB, respectivamente. Nos Estados Unidos, a evasão fiscal é de 2,3% do PIB. Pode-se dizer que o que faz do Brasil este espaço predatório do grande capital é a impunidade.

Se avançássemos no controle democrático dos fluxos de capitais – das transações do sistema financeiro, por exemplo –, poderíamos ter um país muito melhor na dimensão da oferta dos serviços públicos à população. No Brasil, dinheiro é o que não falta.

Silvio Caccia Bava
Diretor e editor-chefe do Le Monde Diplomatique Brasil
 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Ainda sobre o mensalão

O mensalão...
É claro, eu também condeno, foi um erro entrar no jogo criado pelos tucanos para comprarem a reeleição. Um erro, que causou desgastes, vítimas e deu armas para a direita.
Era um assunto a ser discutido dentro do partido, com mais filosofia e menos politicagem, seus efeitos colaterais não se deram nas eleições de 2010, mas agora, quando se arma o grande teatro da direita, com direito a julgamento emocionado, como dramas de circo e pantomimas mal ensaiadas.

Naquela época, se Lula tivesse ido à TV e informado a nação, talvez tudo fosse diferente, não existiria o mensalão e pelo menos 300 deputados estariam cassados e fora da política. Lula tinha acima de tudo, o apoio popular. Está na hora de fazer política com verdade. 

Governabilidade X Corrupção

Governabilidade X Corrupção

Muita gente questiona a tal da governabilidade e confunde com o ato de governar. Mas são diferentes. Do ato de governar, podemos entender a ação do executivo com relação a projetos, impostos, atos, muitos dos quais dependem da aprovação do legislativo, enquanto a governabilidade entra como uma palavra viciada, criada no governo FHC, inspirada na queda de Collor.
Collor, transformado pela Globo em fenômeno eleitoral, não conseguiu “convencer”  o congresso e acabou sendo cassado. FHC, que o sucedeu, graças ao sucesso do plano econômico de Rubens Ricupero, percebeu logo de cara, que sem “meios de convencimento”, não teria o congresso a seu favor.
Muito mais cuidadoso que Collor, e seu braço direito PC Farias, FHC tinha Sergio Mota, o competente caixeiro viajante, que arrecadava, guardava nas Ilhas Cayman e distribuía “os motivos” para a aprovação de ávidos congressistas.
Se voltarmos aos anos 60 veremos que Jânio Quadros mesmo sendo da direita, não soube convencer a direita, a apoiá-lo. Caiu, como cairia Collor 30 anos após.
A governabilidade não é a compra da direita pela esquerda, gerando votos favoráveis, nem vice-versa. A governabilidade é o convencimento da oposição formada por pequenos partidos, sem qualquer ideologia e com um único interesse. Ou o aliciamento de bancadas marcadas, sob condições de troca, para se alcançar um objetivo de governo.
Após FHC, iniciou-se a era Lula. Era que não duraria mais que a era Collor, se não fosse inaugurada uma “governabilidade” mais ampla, generosa e irrestrita. E ai, o PT começa a pagar pela inexperiência, ao administrar o mensalão nos moldes criados por FHC. Era um modelo tucano, administrado por um grupo petista.
Foi escalado para dar tratos a bola, o bem articulado, mas pouco experiente José Dirceu. Dirceu levantaria “sobras de campanha”, empréstimos, e parte da gordura de lucros gerados por empresas fornecedoras, para convencimento das bancadas podres.
O negócio cresceu rápido e com ele as “bancadas podres”. Novos partidos, novos credores de “favores” específicos e novos acordos, para a aprovação de novos projetos e um circulo vicioso cada vez maior.
Deu certo, a não ser pela inocência de Dirceu,  ele acreditou que bastava o que fora combinado e tudo estaria certo. Não para Roberto Jéferson, que queria mais do que o sistema poderia produzir.
Veio a reeleição de Lula, depois Dilma, outros novos partidos e sócios cada vez mais ávidos por participação no lucro Brasil.
O PT já não podia mais vir a público e denunciar que era refém de um esquema, onde só projetos “santificados” seriam aprovados.
Seria necessária uma reforma política, uma reforma partidária, clausulas de barreira, que impediriam novos partidos podres e novos sócios, mas a justiça decretou o fim das clausulas de barreiras.  O PT teve medo e não gritou. Vejam quem são as lideranças dos novos partidos criados nos últimos 10 anos. A grande maioria, de direita, ou religiosos, o que dá no mesmo, mas sempre aproveitadores,  gente que se fez à custa do erário público e nunca fez nada pelo povo.
Sem José Dirceu, o grande mentor intelectual do partido e ao mesmo tempo, o homem que tinha tudo nas mãos, o partido ficou sem “diretor de governabilidade”. A tarefa acabou sendo de vários, de acordo com as necessidades. Hora o líder Vaccarezza, hora outras lideranças, hora o próprio presidente, mas o negócio não poderia parar.
Aliado aos motivos e às consequências existiria o olho gordo dos pequenos companheiros, o inchaço do partido e sua consequente peemedibilização.  Qualquer ex-arena, já poderia ser um neo-petista.  O inchaço diminuía a qualidade e aumentava a necessidade da compra de espelhinhos, para os novos índios.
Depois disso temos o espetáculo do julgamento de José Dirceu, não do mensalão. O objetivo principal era tirar de cena José Dirceu. Sem Dirceu, acreditava-se não existiria que articulasse a compra de “bancadas podres” e o governo cairia por si só. Tanto que  os distintos julgadores jamais se preocuparam em levantar o nome dos comprados, baseando o  tiroteio apenas nos compradores. Mas outros ocuparam os espaços, as vezes nem tão cuidadosos, as vezes inconsequentes e as vezes até mesmo inocentes.
Cada vez mais o governo ficava refém dos mais experientes no “negócio político”, como Sarney, Renan, Collor, Maluf e todos os antigos inimigos, que agora queriam, não só um pedaço do bolo, como fazer parte da equipe que contratava a doceira, que vendia os ingredientes e que distribuía os melhores pedaços.
E de onde saia a “agua benta” para curar a “bancada podre”? É claro, de caixa dois, de contratos e compras.
Prejuízo aos cofres públicos? Não mais do que historicamente existia, porém muito mais arriscado, pois da maneira que estava sendo feita, tirava do poder, outros que queria concorrer.
O que ocorria, desde sempre é que os aliados, já era como Washington Luiz, recebiam as benesses, por produtos não comprados, estradas não feitas, usinas nucleares não concluídas, Transamazônicas inexistentes, planos econômicos furados e agora, era por usinas efetivamente compradas, projetos sociais, que efetivamente chegavam ao povo, estádios efetivamente concluídos, enfim, obras e projetos sociais existentes.
Só ai mora a diferença. Antes pagava-se mais pelo que nunca existiu, enquanto agora pagava-se mais pelo que está sendo, ou já foi concluído.
Para que tudo fosse feito, muitos caíram pelo caminho, Dirceu, Genuíno, hoje se falam outros nomes, como o de Candido Vaccarezza e até de Eduardo Campos. É claro que Eduardo Campos, que participou  do governo, deve realmente ter sido usado na compra de algumas bancadas podres. Ao sair do governo federal  foi governador de Pernambuco, onde, entre outras coisas, deu um salto na educação. Educação não dá lucro para bancada podre, que aprova investimento, logo esses investimentos em “água benta”, devem vir de algum lugar. E vem.
O mesmo ocorre com Vaccarezza, líder de dois governos (Lula e Dilma) e é claro, para a liderança sobram muitos ônus, e poucos bônus. Se todo os acordos passavam por ele as culpas lhe caiam de graça, mas os méritos iam para a Alvorada.
Pegam se mais quatro, ou cinco nomes, para serem os cristos da vez. Mas nada vai mudar. Nada, pelo menos até não termos uma reforma eleitoral, com clausula de barreira, com voto por legenda, com voto do líder, com fim das coligações. Uma reforma judiciária. Uma polícia federal de investigação política. Uma imprensa transparente. E um banho cultural, de 10 anos intensivos para a criação de uma primeira geração culturalmente privilegiada. Para um estado laico, independente e líder nas ações com a vizinhança.
Se é para mudar o Brasil, mudar os políticos, que comecemos pela estrutura e com cultura. Hoje a tal “governabilidade” significa aprovar projetos sem ir para a briga, conquistar “bancadas podres” sem contar com  apoio popular e o medo da derrota. Isso é caro. Para pagar surgem os abutres do erário,  grandes empresas e os intermediários do poder, deputados e dirigentes, que recebem e distribuem às bancadas poderes. Assim caminha o Brasil.
Mas em tudo isso, o eleitor ainda é responsável, é ele quem acredita na mídia vendida  e nas boas intenções de denunciantes da Veja, ou congressistas “arrependidos”, é o eleitor que vota em prefeitos corruptos, porque fizeram um bom programa de TV, em deputados safados, pois disseram que eram do bairro e em senadores  sujos. É o povo eleitor, quem não vê as entrelinhas das matérias, das ações dos verdadeiros canalhas e daqueles que apenas  foram usados, para o governo não cair.

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Aos que lutam por democracia

Aos que não são PT mas lutaram contra o retrocesso dos privatas entreguistas:

As eleições se foram, entre dois grupos de políticos retrógrados escolhemos o menos ruins e lutamos contra os privatas entreguistas. Optamos por um mínimo de desenvolvimento social praticado nos últimos 12 anos, pelo apoio total a nova ordem mundial chamada BRICS e pela liberdade de expressão. Gostaríamos de ter lutado por mais, porém isso era o que tínhamos.
Tivemos de um lado a corrupção da governabilidade unida aos pequenos corruptos travestidos de trabalhistas, que sempre sobreviveram no oportunismo.  De outro, a corrupção generalizada,  travestida de neoliberais, apoiada pelos setores mais retrógrados e burros da sociedade. Pessoas que no ultimo século se enriqueceram de golpe em golpe.
A vantagem do PT sobre o PSDB é clara para quem ainda enxerga além de Globo, Veja e pijamas verde oliva mijados e ensebados pelo tempo. Pequenas manifestações burguesas, comandadas por fascistoides aproveitadores nos dão a certeza, que não existia outro caminho.
Entramos numa nova fase e a luta continua. Agora é a vez da luta contra os vícios da governabilidade, dos apoios toma lá, dá cá. A luta contra os aproveitadores que dominam o congresso e vendem votos necessários a manutenção do governo.
Essa luta é contra bancadas de aluguel, contra as bancadas religiosas, sempre prontas para solicitar um terço.  É contra as bancadas dos acordos, peemedebistas, pedetistas, petebistas, pesedistas e outras.  Essas se unem e criam dificuldades para vender facilidades. São apoiadas por empreiteiras, industrias, bancos, agronegócios e todos aqueles, que acreditam no progresso próprio. Vão roubar, corromper, desmatar e matar.
A luta é por um judiciário forte, que não seja vedete, que não queira julgar como show. Precisamos justiça, a partir dos pequenos municípios, das pequenas licitações e uma lei séria e rápida contra o enriquecimento milagroso.
A luta é por reforma política, contra coligações e por clausulas de barreiras. Vamos acabar com os políticos de aluguel.
A luta é por reforma agraria e por preservação ambiental. Além é claro, da manutenção e ampliação das conquistas sociais.
O PT não é de esquerda. Embora insistam nessa tecla os burros fascistas. PT é tão liberal como o PSDB, com visão ampliada de poder, que gerou uma redistribuição de renda, tímida, mas providencial.  A esquerda do PT foi aniquilada, não por um Joaquim qualquer, mas pelo próprio PT. Lula nunca esteve na esquerda, sempre foi um trabalhista e nada mais a direita, que um trabalhista na mesa do patrão, mas Lula, diferente de outros, teve visão social e enxergou o povo na outra ponta.  Para os idiotas da direita, tudo que se faz pelo povo é vermelho. Mas ainda assim, Lula, foi o que de melhor aconteceu desde João Goulart.  Esse sim teria sido um divisor na política do século XX.
A luta atual é pelos ministérios e nessa não podemos nos calar. O ministério petista é cada vez mais a direita, não a direita entreguista tucana, mas a direita nacionalista protetora dos iguais.

É necessário que os petistas acordem e ajudem influenciar a presidenta. Não queremos governabilidades. Queremos um governo. Do povo, para o povo. 

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O que é um COXINHA:

O que é um COXINHA:





Tendo a sua origem em São Paulo, a palavra coxinha quase sempre tem um sentido depreciativo e indica um indivíduo conservador, que se acha politicamente correto e que se preocupa em adotar comportamentos que são aceitos pela maioria das pessoas.
Muitas vezes o coxinha é uma pessoa que usa roupas de marca e que frequenta a balada. Outra marca distintiva de um coxinha é a sua preocupação com a sua imagem, sendo que muitas vezes ele passa muito tempo no ginásio, com o objetivo de ficar "rasgado", uma palavra popular no vocabulário coxinha, que descreve uma pessoa com o corpo definido.
Algumas pessoas são rotuladas como coxinha pela sua forma de falar, com algumas palavras características como "tenso", "futebas" (significa futebol), "doleta" (para se referir ao dólar), etc. As palavras "top", "topíssimo", "premium" e "insano" são usadas para descrever uma coisa muito boa, que é agradável e satisfaz.
Um coxinha tem bastantes semelhanças com um mauricinho, e muitas vezes é classificado como um burguês. No entanto, uma das principais coisas que distingue os dois é que o coxinha tem um maior cuidado com a sua aparência física. Um coxinha se irrita quando percebe sua carência intelectual. Coxinha é limitado.
A origem desta palavra é incerta, mas algumas pessoas acreditam que inicialmente surgiu para descrever os policiais, cujos carros muitas vezes ficavam estacionados em frente a locais que vendiam coxinhas. Além disso, outra explicação é que os policiais tinham baixo poder aquisitivo e recebiam vales de refeição que muitas vezes só permitiam comprar "coxinhas", o famoso salgadinho. Assim, os policiais passaram a ser denominados "coxinha", que mais tarde passou também a descrever pessoas "certinhas", que seguem as regras a qualquer custo. Ainda que regras erradas, ou ligadas ao crime.
Existe também uma origem alternativa, que indica que a designação "coxinha" surgiu graças aos homens "mauricinhos" que usavam bermuda para pegar sol nas coxas. Mas bermuda de grife.
Coxinha adora ir para Miami. Não vê problemas em comprar um fiscal, ou um guarda. Acha que levar vantagem é normal e trata a mulher por "minha esposa, ou senhora". Mulher de coxinha adora shopping, ou academia e não vive sem empregada. Se acham superiores, embora burras. São clientes de cirurgiões plásticos, amantes de silicone e saltos.
Além disso, "coxinha" ou "coxinha de galinha" é um famoso salgadinho brasileiro, que tem a forma de uma gota e é composto por uma massa que envolve um recheio de frango.



https://www.youtube.com/watch?v=2CN_CmJWjzA