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sábado, 10 de outubro de 2020

Terroristas ianques sequestram 14 mil crianças em Cuba

 Terroristas ianques sequestram 14 mil crianças.




Operação Pedro Pan (ou Peter Pan) foi um êxodo em massa de mais de 14 mil cubanos menores de idade desacompanhados para os Estados Unidos entre 1960 e 1962. O padre Bryan O. Walsh, da Catholic Carities USA criou o programa para fornecer transporte aéreo para crianças cubanas irem para os Estados Unidos. Funcionou sem publicidade por receio ser vista como uma política anti-castrista.
Tudo começava com a CIA divulgando Fake News entre os cubanos a partir de 1961.
A CIA com a ajuda de padres, produzia jornais idênticos aos cubanos, divulgando falsas leis, com a assinatura de Fidel, onde se dizia que Cuba mandarias as crianças, a partir de 5 anos, para trabalhar na Sibéria, ou que todas as crianças comunistas seriam tiradas de seus pais, para trabalho no corte de cana.
Muitas crianças jamais voltaram a ver seus pais, uma grande parte foi maltratada, sofreu violência sexual e apanhavam muito.
Nos meses seguintes os EUA negaram vistos aos pais e muitas crianças foram levadas para outros estados, além da Florida.
A CIA instruía os orfanatos para que dissessem que seus pais haviam se tornado seus inimigos.
Essas crianças cresceram doentes, hoje são pais de deformados mentais, que vivem em Miami com o sonho de transformar novamente Cuba, em colônia dos terroristas.

O envolvimento dos EUA, através da CIA, já é conhecido no mundo. até quando?


La Operación Pedro Pan (o Peter Pan) fue un éxodo masivo de más de 14.000 menores cubanos no acompañados a los Estados Unidos entre 1960 y 1962. El padre Bryan O. Walsh de Catholic Carities USA creó el programa para proporcionar transporte aéreo para que los niños cubanos vayan a Estados Unidos. Funcionó sin publicidad por temor a ser visto como una política anticastrista. Todo comenzó con la difusión de noticias falsas entre los cubanos por parte de la CIA a partir de 1961. La CIA, con la ayuda de sacerdotes, produjo periódicos idénticos a los cubanos, emitiendo leyes falsas, con la firma de Fidel, diciendo que Cuba enviaría niños, a partir de los 5 años, a trabajar en Siberia, o que todos los niños comunistas. los separarían de sus padres para trabajar en el corte de caña. Muchos niños nunca volvieron a ver a sus padres, una gran parte fueron maltratados, sufrieron violencia sexual y fueron mucho golpeados. En los meses siguientes, Estados Unidos negó visas a los padres y muchos niños fueron llevados a otros estados además de Florida. La CIA ordenó a los orfanatos que dijeran que sus padres se habían convertido en sus enemigos. Estos niños crecieron enfermos, hoy son padres de personas mentalmente deformes, que viven en Miami con el sueño de volver a transformar a Cuba, en una colonia de terroristas. La participación de Estados Unidos, a través de la CIA, ya es conocida en todo el mundo. ¿hasta cuando?

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Intervenção no RIO - Para salvar o GOLPE


Ontem não era contra a corrupção, hoje não é contra a violência.

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A corrupção sempre foi uma geradora de rendas e o principal ideal da direita no Brasil. O ideal dos privilégios para os ricos, apoiados por uma classe média, que se acha rica.
E assim se fez o golpe. Apoiada nos alicerces da moral, da boa conduta, foi para a rua a classe média, defender  o que ela própria nunca teve: Moral.
A classe que luta para ser igual aos ricos, e acredita que será se vestiu de CBF e foi bater panelas para o deus Pato. Transformaram-se num bando de psicopatos.
É claro que um golpe não se dá pela vontade da classe média, mas ela não sabe disso. O golpe previamente preparado, com todos juntos, “congresso, STF, empresários, forças armadas e mídia”, só precisava da classe média, como desculpa na construção de uma opera bufa, no teatro de horrores da corrupção verdadeira.
A classe média sequer se preocupou com os atores principais dessa ópera macabra: Meirelles, o homem de Boston, Jucá, Sarney, Temer, Gilmar, evangélicos, banqueiros, empreiteiras, todos os homens bons de boas famílias estavam unidos pelo bem, ou pelos bens brasileiros.
Deu-se o golpe e iniciou-se a operação desmanche. Desmanche de direitos, desmanche de reservas, desmanche de riquezas naturais, desmanche da propriedade de uma gigantesca biodiversidade, desmanche da soberania.
No dia seguinte os golpistas cujo principal garoto propaganda era Moro, já estavam em comitiva na terra do Tio Sam, para anotarem os pedidos, com um grande cardápio nas mãos. No cardápio todas as riquezas nacionais e os direitos a serem servidos como sobremesa.

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Todos temperados com o sabor da soberania tropical, preparados especialmente por forças armadas, que nunca tiveram o mínimo de patriotismo em suas relações com o povo.
Quando eu estudei, no antigo ginasial, lá na época da ditadura militar, aprendi que as Forças Armadas cuidavam da soberania... Não cuidaram em 54, 64, nem agora. Se calam diante da entrega e ainda chamam exércitos inimigos para reconhecimento de território amazônico.
Agora a história é outra: A violência...
Desde quando os políticos de direita, ou as forças armadas se preocuparam com a violência contra o povo?
Uma das funções das FAs é cuidar das fronteiras, justamente por onde passam helicópteros com 450 quilos de pó, aviões com 500 quilos de pó e até caminhões indo para fazenda de senadores na região de São José do Rio Preto, ou estou enganado?
É pelas fronteiras que entram armas contrabandeadas via Império dos Ianques, ou estou mentindo? Será que as armas nascem na Rocinha? Ou será que os pobres  criminosos de varejo, viajam normalmente para fazerem compras de armamentos em Miami, depois se acertam com a Receita Federal, ao custo de 2500 dólares por carrinho lotado?
Essa segunda fase do GOLPE não precisa mais do Moro nem do Bolsonaro, essas figuras patéticas em breve serão descartadas. Maquiavel já afirmou isso há séculos. Os meios, ou quem te leva ao poder, deve, ser descartados. E assim será.
Golpe é golpe, os roteiros são quase sempre os mesmos, mas depois de aberta a Caixa de Pandora, ninguém sabe ao certo o que virá.
Foi assim com Getúlio, chamado de corrupto e levado ao suicídio, foi assim com João Goulart quando anunciou um projeto de soberania e um pacote de direitos, foi assim com Dilma. Assim será com quem se colocar ao lado do povo e contra as corporações.
Por falar em corporação, qual foi a sentença da Samarco até agora, lembrando que já se passaram seis vezes mais tempo, que a ação do Lula?
Quem se preocupava com o gasto do Bolsa Família são os mesmo que se calam com as Bolsas Auxílios de juízes e políticos. Quem fala muito em deus e religião, são os mesmos que querem os pobres mortos. São os mesmos que se deixam usar como propaganda de uma golpe. São os idiotas, os manifestoches, os pasicopatos, enfim, coxinhas e paneleiras.
Não era realmente pelos 20 centavos, seus idiotas. É pelo petróleo, pelo nióbio, pela biodiversidade, pela água, é contra a soberania e nossas Forças Armadas sempre fizeram parte de todos os golpes. Ou vocês acham que se daria o golpe, com a compra de tantos deputados e senadores, sem apoio das FAs?  
Foi assim na guerra do Paraguai, o exercito matando a mando dos bancos ingleses e dizendo que era pela soberania. Ou vocês acham que Duque de Caxias, Cel. Osório e o Conde Genro eram realmente heróis?
 Foi assim com Getúlio, quando o general Dutra assume para desfazer o que foi feito.
Foi assim em 64, com o exército a serviço dos interesses ianques impediu a reforma, que faria o Brasil crescer.
Não é contra a violência, porque a indústria da morte gera rendas.  
Porque o exercito, que não age nas fronteiras contra as drogas e armas, o que diminuiria a violência.
Quer agir nas favelas... Porque, se esteve por lá  durante um ano e não fez nada de útil.
Ou não é  contra a droga, ou  contra o trafico, é só contra a possibilidade do povo desce e se unir ao povo do asfalto para fazerem justiça? 
Ou contra a possibilidade de facções de varejo, pararem de matar pobres e finalmente se unirem ao povo? Exatamente como fazem as facções colarinho branco, na união de  políticos, empresários, juristas, polícias, etc.?
Essa intervenção é contra o povo que quer descer do morro para acabar com o golpe, pois o exército, a justiça, os empresários e os políticos, nunca se preocuparam com a morte de pobres.

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PS- por onde anda o Sr. Othon, o homem que lutava pela soberania?

sábado, 28 de outubro de 2017

O GOLPE DE MESTRE

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Finalmente Serra conseguiu cumprir seu acordo com a Chevron- Esse acordo vinha de 2000, como perdeu a eleição para Lula, não pode cumprir. Após 4 derrotas seguidas era necessário um grande golpe, onde os bandidos que sempre dominaram o Brasil, retornariam o poder e venderiam o resto do Brasil. O acordo foi feito entre grandes corporações e a facção comanda por Meirelles. Sim, Meirelles. Temer é apenas um fantoche, assim como Aécio. Com um juiz treinado pela CIA, uma imprensa vendida, e um povo ignorante e manipulado, tudo foi facilitado. Um STF já integrado, conforma gravações de Jucá (um grande acordo nacional) e um legislativo comprável. 
A solução estava na cara, o vice fantoche.

"O (des)governo golpista entregou o pré sal pela bagatela de 6 bilhões!!!
O pré sal que tem um valor estimado de 900 bilhões!!!
Só com a sanha de se manter no poder, o ilegítimo torrou mais de 32 bilhões com a compra de deputados!
O prejuízo estimado com a entrega do pré sal é de 3 trilhões!!!
Pagaremos essa conta por gerações! A educação chora, a saúde chora, os brasileiros conscientes choram!!!
Coxinhas e assemelhados, a culpa fundamentalmente é de vocês, que foram pras ruas bater panela pra tirar uma presidenta honesta e que não admitia as falcatruas dessa elite golpista!
Será que agora vocês entenderam pra quê foi o GOLPE!? Ou ainda vocês vão continuar se guiando por esse ódio cego ao PT!? E ainda achando que tudo é culpa do PT!?
Se vocês ainda não entenderam o GOLPE, é caso de internação "
3 bilhões é a dívida dos Ianques Terroristas, que agora será paga com nosso dinheiro.
3 bilhões é a transformação do Brasil num país sem problemas sociais, logo sem criminalidade. Sem pobreza. Bom para todos.
Mas vem mais, além da abolição, da abolição da escravatura, temos ainda que entregar o nióbio, o xisto e parte da amazônia. A maior reserva de água potável do mundo já está sendo negociada.
Seremos um país sem reservas, escravo de corporações e os coxinhas continuarão se preocupando com o "tiprequici" do Lula.
Pobres e ignorantes imbecis.

sábado, 29 de julho de 2017

Não era contra a corrupção, era contra a soberania nacional.

Não era contra a corrupção, era contra a soberania nacional.

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Qual era a intenção de Moro, o juiz que está acima da lei?
Era acabar com a corrupção?

Mas se era contra a corrupção porque ele nunca prendeu ninguém do Banestado?
Se era contra a corrupção, porque não revelou logo as maracutaias do Aécio, o home gravado pedindo dinheiro, que manda matar se o delatarem e que rouba desde sempre?
Se era contra a corrupção porque liberou Claudia Cunha, cujos cartões de crédito compraram vários triplex?
Se era contra os corruptos, como a mulher do Cabral foi liberada pelo Dr. Moro?
Porque Moro não agiu com Jucá e com Aécio do mesmo jeito que agiu com Delcidio?

Qual é o motivo da LAVA JATO SR. MORO?

Enquanto tentava-se provar que Lula tinha um triplex de 3 milhões, assistimos denuncias de 100 milhões para FHC, 100  milhões para o Serra, 60 milhões para o Aécio, 50 milhões para o Temer...
EXPLICA PARA NÓS DR. MORO, era contra a corrupção?

OU ERA CONTRA A SOBERANIA?

Sabemos que Dilma não entregaria nosso país aos terroristas ianques, logo era necessário tira-la e colocar em seu lugar alguém que fizesse qualquer coisa pelo dinheiro. Ou estou errado?

E o que acontece a partir de 2014, quando congressistas comandados por Aécio, começam a votar sistematicamente contra o Brasil?


1- desemprego cresce 120%. Só comparar com os números do final de 2013
2- brasileiros perdem direitos trabalhistas
3- começam os cortes no bolsa família, 1 milhão de pessoas voltam imediatamente ao mapa da fome.
4- diminuem os investimentos em cultura, o governos golpista não consegue ninguém do meio para administrar o que não existe mais.
5- diminuem investimentos em saúde, a ordem é sucatear o SUS
6- o ensino se torna fábrica de escravos, que sequer imaginam que serão escravos ignorantes.
7- o programa "minha casa minha vida" em julho de 2017 chega a zero de investimentos.
8- Temer compra congressistas para inocentá-lo de qualquer acusação.
9- empresas começam a fechar.
10- a intenção de quebrar a Petrobras para vende-la aos sonistas começa a ser colocada.
11- o Almirante, que cuidava da nossa soberania é sentenciado a prisão perpetua. As forças armadas se calam. Resultado de imagem para MORO ENTREGUISTA

12- Amazônia é liberada para ocupação do exército terrorista do norte.
13- Nióbio, sem o qual os sionistas ianques não sobrevivem, é liberado a preço de banana para os ianques.
14- começa a operação para quebrar a JBS, empresa privada líder mundial em vendas de carne.
15- Começam estudos encomendados pelo cidadão norte-americano Meirelles, para vender nossas reservas de água.
16- Começam os desmontes das empresas de aviação nacionais.
17- Vai começar agora a operação para denigrir a imagem da Embraer perante o mundo.
18- Começam a escolher as empresas que vão quebrar, como fizeram na década de 90 com a Gurgel.
19- Aumenta a pobreza e os índices de criminalidade.
20- Os verdadeiros bandidos continuam no Poder...

ERA ISSO SR. MORO?
AFASTAR DILMA E LULA QUE NÃO DEIXAVAM VENDER O BRASIL?

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segunda-feira, 17 de julho de 2017

João Agripino Dória e a cidade limpa X velhinhas “bandidas”



 



O prefeito de São Paulo João Agripino da Costa Doria Junior, mais conhecido como João Doria, é filho do publicitário e ex-deputado federal baiano João Doria e da empresária paulista Maria Sylvia Vieira de Moraes Dias Doria. De origem abastada, descende dos Costa Doria, uma família brasileira do período colonial, escravagista, cujos membros foram senhores de engenhos, militares e políticos da Bahia e Sergipe.
João Dória, que até sua eleição, nunca se importou com o povo, informou na campanha política que era contra invasões de áreas, candidato mais rico da eleição em São Paulo em 2016, o empresário João Agripino (PSDB) sofreu uma derrota nos tribunais sobre a polêmica invasão de uma área pública por ele no município de Campos do Jordão, destino turístico na região serrana paulista. A Justiça determinou a reintegração de posse imediata de um terreno de 365 metros quadrados que o empresário anexou a uma propriedade de lazer dele, de onde concluímos que ele é contra pobres invadindo áreas.
O prefeito de São Paulo, João Doria, gosta de se definir como um gestor, não um político. Mas a leitura do relatório do processo a que ele respondeu no Tribunal de Contas da União (TCU) permite várias conclusões, menos a de que fez boa gestão como presidente na Embratur, entre 1987 e 1988, indicado pelo “presidente honesto e igualmente bom gestor” José Sarney.
Os inspetores do TCU encontraram nas contas de Doria “impropriedades de várias ordens”, como a contratação de empresa sem o julgamento das propostas dos concorrentes e a “não contabilização de verbas obtidas em convênio no exterior” (em bom português, desvio).
E é esse bom gestor, que o bom paulistano, que sabe votar (Maluf, Pita, Janio, Kassab, Marta, Serra) resolveu eleger como “gestor” do negócio chamado cidade de São Paulo.
Como aprendiz de Jânio Quadros, sem caspas, Agripino Dória começou seu governo, ou melhor, gestão, correndo atrás de grafiteiros e pegando em cabos de vassouras. Espalhou a cracolândia por 9 bairros e prometeu entregar parques para a iniciativa privada, possivelmente de amigos igualmente empresários, com interesses apenas em lucros.

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Mas o Agripino se supera, não se contenta só com as imagens bonitas e as entrevistas açucaradas da Rede bandeirantes e a propaganda de seus atos hilários nos sites e redes sociais.
Domingo dia 16 de julho presenciei a agonia de velhinhas “criminosas” frente ao implacável, honesto e sério gestor.
Muito pior que as contratações da Embratur, ou invasões de terrenos, ou apoio aos golpistas de plantão, alguns “velhos” desonestos, sem dinheiro, estavam no Bexiga, em São Paulo praticando um crime de lesa pátria. Estavam dando golpes nos cofres públicos. Estavam desmoralizando o estado brasileiros, com suas atividades ilícitas e altamente suspeitas.
Tenho a convicção, como diria aquele bom juiz Moro, que esses velhos são responsáveis por todos os problemas do Brasil. João Agripino está certo, pau neles.
Uma idosa, imoral é claro, que deve ser integrante de alguma facção criminosa, estava na calçada vendendo pratos e talheres antigos para fazer uma graninha extra. Ao seu lado, um idoso vendia 3 cabos de computador, 2 toalhas, um alicate, uma antena de TV analógica e um banquinho feito por ele. Como se vê, gente de alta periculosidade.
Mais adiante um outro idoso tirou da sacola cerca de 20 livros, algumas fotos antigas, a câmera Zenit, Russa de 1976, e alguns anzóis usados. Mas não parou ai, tinha outro com mais de 100 moedas e alguns selos, e uma outra terrorista que vendia brinquedos e vestidos, que provavelmente usou em alguma festa de sua juventude, nos anos de 1940.
Como esses criminosos não poderiam ficar impunes, o bom gestor Agripino Dória mandou a cavalaria, mais 3 viaturas da Guarda Civil Metropolitana, mais 3 viaturas da PM, do Estado de São Paulo, paga também por esses “velhos terroristas”, e fiscais, 2 carregadores, 1 caminhão com a propaganda cidade limpa, e mais 3 varredores de rua, claro, cidade limpa, percebem?
A primeira a perder tudo foi a “velhinha terrorista” dos pratos.
-Perdeu criminosa!
Mas a “velhinha tremeu”, tentou recolher os pratos e no tumulto foi tudo pro chão.
Essa agora aprenda, vai sair da “vida loka” da criminalidade.
Vai trabalhar vagabunda! Diria o Bolsonaro. Ou até, “bandido bom é bandido morto”. As a frase não vale para crimes pequenos, como invasões de áreas, ou desvios na Embratur”. É só para criminosos de alta periculosidade, como a “velhinha do prato”, ou o “velho terrorista” dos livros.
Um casal de franceses se aproximou e tentando se comunicar meio em espanhol, meio em português, queriam saber do que se tratava, expliquei quem era o prefeito,  os motivo que seria alegado (sonegação de impostos municipais, ou falta de alvará), mas eles não conseguiram entender. Entre policiais e fiscais eram mais de 30 uniformizados e esse aparato chamou atenção. A francesa estava visivelmente comovida, o que piorou quando se aproximou de nós aquela “velhinha criminosa”.



Perguntei-lhe se aquelas cenas estavam se tornando corriqueiras, e com lagrimas nos olhos me respondeu que sim, outras pessoas se aproximaram.
Pergunto-lhes se era assim na administração passada, ao que me respondem que não. Não contive a curiosidade e perguntei em quem votaram. Todos responderam João Dória, mas se diziam arrependidos, acreditaram que ia melhorar alguma coisa.
Insisti e questionei, mas antes estava ruim?

Todos abaixaram a cabeça... 


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Roberto Amaral: A ascensão Rodrigo Maia e o exílio do povo

A ascensão Rodrigo Maia e o exílio do povo


A solução por cima, a do mercado, garante a permanência de uma política econômica concentradora de renda

Maia é a garantia dos interesses do mercado
Dizem os jornalões que o “mercado” decidiu desfazer-se do mamulengo que instalou no Palácio do Planalto. Já era tempo. Envolvido em sérios atos de corrupção, ademais de incompetente na gerência do papel que lhe foi atribuído, alvo de denúncias da Procuradoria-Geral da República e aguardando as delações de seu correligionário Eduardo Cunha e do doleiro Lúcio Funaro, o ainda presidente Michel Temer já teria, como esperado, se tornado peça descartável, carga pesada e inútil a ser lançada ao mar para que o essencial, as “reformas” do interesse das classes dominantes, aquelas que só atendem ao grande capital, não sofram mais abalos, na medida em que  a originalmente frondosa base parlamentar do governo se esvai, na medida inversa em que cresce a rejeição popular.
O grande capital, ademais de jogar às urtigas seu preposto de hoje, ainda dita o que quer como modus operandi da sucessão, que deve ser operada “sob segurança” (isto é, sob sua vigilância e sob seu comando), colocando o insosso Rodrigo Maia na Presidência, mediante eleição indireta, pelo Congresso, e já adianta a ordem capital: a equipe econômica terá de ser mantida. Essa ameaça, a solução prussiana, por cima, confirma o permanente exílio do povo, afastado uma vez mais das decisões políticas que lhe dizem respeito, pois as classes dominantes, ou o “mercado” (o que quer que seja isso), não se conciliam com a democracia representativa, cujo fundamento é o voto.
A manobra anunciada, mera troca de peões, não altera a qualidade da crise de representação que corrói a democracia, e não livra nem o Executivo nem o Legislativo da insanável ilegitimidade que os une como irmãos germanos. A mudança de Manuel por Joaquim é a segurança de que a ordem vigente não se altere, é a troca que se faz para que a mudança fundamental, política, com a derrota do neoliberalismo conservador, não se opere. E para que tudo permaneça como está é fundamental afastar o povo desse processo, espaço da ação exclusiva do grande capital e de seus interesses, que jamais se confundiram como os interesses majoritários da sociedade brasileira, na contramão dos quais sempre operaram os donos do poder..
Em palestra para empresários paulistas, o deputado Rodrigo Maia, o príncipe anunciado, assegurou aos seus ouvintes que a Câmara que preside estava a serviço do mercado. Esta é sua credencial, este é seu currículo.
O bloco no poder, que tomou de assalto o Estado e a economia, realiza, sem mandato, uma verdadeira razzia contra os interesses populares: as ‘reformas’ trabalhista e da previdência são apenas tópicos, graves mas apenas itens destacados de um planejamento de longo prazo e mais largo, que visa à destruição de qualquer ideia de Brasil-potência, de país desenvolvido e independente, e, por tudo isso, inclusivo. Daí o primado do monetarismo, o desinvestimento, a destruição da ciência e da tecnologia, o abandono do ensino público, a degradação das infraestruturas, o desemprego e a recessão, o crescimento do subemprego e do lupenato que a terceirização aprofundará, a queda generalizada de renda ao lado de sua maior concentração. Diz a manchete d´O Globo de domingo (9/7/17): “Retrocesso social. Crise pode levar Brasil de volta ao mapa da fome”.
O Brasil industrial sai de cena para que nos tornemos produtores de grãos e matérias-primas, para exportação. O esforço visando a acentuar a personalidade sul-americana cede lugar a cediças, antiquadas, retardadas concepções de ‘segurança hemisférica’, que não escondem o servilismo ideológico e o velho e sempre presente sentimento de ‘vira-lata’, tão entranhado nos valores da burguesia brasileira.
Mas é preciso dizer que essa política antinacional e anti-povo não é obra pura e exclusiva de um Executivo a serviço da luta de classes, representando os interesses do capital rentista: esta é, porém, uma política compartilhada pelo Executivo, pelo Legislativo e pelo Judiciário, apoiada na grande imprensa e festejada pelo capital internacional.
Nessa programada defenestração de Temer e nomeação de Rodrigo Maia (o “Botafogo” das listas da Odebrecht) o Congresso, mais uma vez, será chamado para homologar a conciliação engendrada pelo alto, e uma vez mais, distante dos interesses da nação e da vontade popular, dará moldura constitucional para mais um golpe, dentro do golpe em progresso inaugurado com a deposição da presidente Dilma Rousseff. Enquanto 85% da população brasileira pedem eleições diretas – a única saída para o impasse institucional no qual nos estamos afogando –, o Congresso brasileiro está sendo convocado pelo ‘mercado’ para eleger um novo presidente, o qual, independentemente de nomes (embora a hipótese Rodrigo Maia seja um agravante) nascerá impossibilitado de governar, carente de legitimidade e de representação.
Com ele, e por isso mesmo é o delfim, permanecerá a política econômica terceirizada e entregue ao mercado financeiro, e, assim, antidesenvolvimentista e concentradora de riqueza e renda. Tanto quanto o atual governo, o eventual produto de eleições indiretas, seja quem for, será um governo ilegítimo por natureza (pois carece da consagração do voto popular) e ilegítimo ainda mais pois sua assunção será devida a um parlamento desonrado pelo controle que sobre ele exerce o poder econômico, seu grande e ouvido eleitor.
Até quando a República – sempre por firmar-se – poderá conviver com poderes abastardados, a saber, um Executivo na contramão da soberania popular, um Legislativo desnaturado pelo poder econômico (que degenerou o processo eleitoral e deslegitimou o mandato), e um Judiciário que não  respeita a Constituição e não promove a segurança jurídica? Aliados em seus erros, esses poderes contribuem para a desmoralização da política, sem a qual não sobrevive a democracia representativa, construindo em nosso povo o desalento, a desesperança que destrói o sentimento de nação.
O descarte de Temer interessa a todos, mas ao povo e ao país não interessam nem a sucessão entre iguais, nem a via indireta que trapaceia a vontade popular, nem muito menos a manutenção dessa ordem neoliberal e autoritária que nos governa. O que o “mercado” propõe e os jornalões (seus porta-vozes) trombeteiam é a saída de Temer como jogada para poder salvar, aprofundando-o, o projeto conservador. Oferecem-nos os anéis de ferro para conservarem os dedos sujos.
Nossos parlamentares, em sua maioria, são  acionados pelo poder econômico que financia as campanhas eleitorais, financia os mandatos e cobra resultados. Não há doações, mas investimentos que requerem dividendos. É assim que temos como ‘eleito’ um poder cego e surdo aos interesses populares. Assim, o poder econômico, os donos do dinheiro, aliado ao poder politico, degenera o processo eleitoral e torna maculado de ilegitimidade o mandato. Por isso, o povo não se sente representado pelos seus representantes, que, ilegitimados, não têm representação nem mandato, seja para proceder às reformas que estão aprovando, seja muito menos para eleger o presidente da República.
Na outra ponta, ao invés da consolidação do status quo, o país necessita deter a desconstituição da economia nacional, a desconstituição da política, do Estado e da ordem constitucional, daí a urgência do ‘Fora Temer’, palavra de ordem-síntese para dizer fora o projeto conservador. A nação, que  resiste ao atual regime, quer revogá-lo, desfazer sua política e refazer o projeto de Estado social, a partir da eleição de um presidente comprometido com os interesses majoritários da nação e de seu povo.
Esse projeto, inegociável, cobra eleições diretas e legítimas.
As mudanças são necessárias e urgentes, e exigem que o povo-massa retorne ao proscênio. Nenhuma solução de algibeira aplacará a crise. Ao contrário, a tendência é de seu agravamento. As consequências são imprevisíveis (e certamente indesejáveis), mas a História mostra que muitas vezes a anomia esconde a rebeldia, que explode quando menos se espera.
Nenhuma solução duradoura, repito, passará ao largo da legitimação do poder pelo crivo da soberania popular, e   em face do jogo do Mercado, aberto, fica ainda mais necessário o pleito das Diretas Já, primeiro passo para a eleição de um presidente comprometido com o país. Mas, em qualquer circunstância, mesmo a imprescindível eleição direta para concluir o mandato surrupiado de Dilma Rousseff será sempre um ponto de partida para uma revisão constitucional apta a passar o país a limpo, revendo o processo eleitoral e as competências dos poderes, os  republicanos, e aqueles outros, como o antidemocrático monopólio da comunicação.
Roberto Amaral

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Manual de greve no século XXI - Reforma Trabalhista

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Vamos fazer um greve?

O que temos para hoje?
-Reforma trabalhista.
De quem precisamos?
-Do trabalhador.
Ele sabe quais serão as perdas com a reforma  golpista, quando elas serão sentidas, quem está impondo essa reforma?

Então vamos fazer um resumo, fazer uns panfletos, sem logo dos sindicatos, pois esses já se venderam pela contribuição sindical obrigatória. Traíram o trabalhador. Poderiam aceitar, ou se arriscar a ter uma contribuição espontânea, mas o peleguismo venceu.

Mas vamos ao assunto: A reforma imposta por Meirelles, grande entreguista a serviço dos EUA e das grandes corporações, como a Friboi, da qual era o "chefão", vai tirar tais e tais direitos do trabalhador.
Seu salário será achatado por tal motivo e dentro de alguns anos, quando você for procurar emprego, terá menos direitos que um escravo. Sim. O escravo tinha comida e casa para morar, mas você mal terá direito aos dois ao mesmo tempo. Ah, mas o escravo apanhava. Sim, você apanha todos os dias na fila dos ônibus, no trem, sai de casa de madrugada, trabalha até a noite, toma bronca e batida policial, pois tem cara de pobre e morre na fila do SUS. Qual será a diferença.

Depois de tudo explicado, vamos a todas as redes sociais, à porta da fabrica, aos bairros populares, nas portas de escolas, com um panfleto simples, para  os filhos dos trabalhadores.
O que vamos evitar. Transtornos para o próprio trabalhador.
O que causar: Transtornos ao sistema financeiro. Transtornos aos empresários, principalmente ligados a Fiesp. Transtornos ao comercio de grandes empresas.
O que não falar: Em teses, estudos sociológicos, luta de classes. Nesse momento o trabalhador se interessa e saber o que deve saber, no que será prejudicado, quanto irá perder, quais serão suas garantias e de sua família.

Hoje, dia 30 de junho de 2017 tivemos u exemplo do que não dever ser uma manifestação, ou pelo menos de algo, que nunca dará resultados.

Vejam as opiniões de trabalhadores desinformados, burgueses burros, micro empresários ignorantes:

#####  Gente enchendo o saco de quem tem o que fazer.
Quando mais isso, mais o povo os odeia. Tiro no pé e não enxergam.
Não é mobilização. É imobilização de trabalhadores por meia dúzia de desocupados.
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Remo
##### Simbólico = fracasso
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Remover
##### Cada dia mais as pessoas entendem o erro desse tipo de manifestação, este fracasso mostra isto.
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Remover

##### E fácil participar deste tipo de evento quando não se trabalha, ou tem o emprego garantido por concurso, sindicato, ou por puxar o saco de quem está no poder. Trabalhador mesmo contrário ao governo, tem uma preocupação maior seu próprio sustento. Como disse cercear o direito de ir e vir e crime, polícia em cima.
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1
8 h
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##### Vão p Brasília!!!!! ....e para de atrapalhar quem trabalha !! 
Situação ridícula ....
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1
8 h
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#### Isso pq falaram q na Capitao Barduino tinha 70 pessoas... capaz de falarem q na praça tinha 55 heheehehe
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### Cita uma coisa negativa na reforma trabalhista!!!! Sem bla bla bla ....seja objetivo.
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#### Ninguém Ta satisfeito com.nada. com Temer e sua corja porém protestar ferrando trabalhador é que é vergonhoso. Falta de respeito. Esse bando de desocupado, pelegos atracados nas tetas dos impostos sindicais, nao querem que acabem com a contribuição, isso sim. É esse o real motivo desse enchimento de saco.
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####  Greve é pra vagabundo que não gosta de trabalhar,greve e pra vagabundo improdutivo,greve é pra vagabundo sem perspectiva de sucesso...

#### Kkkkkkkk bando de vagabundos, palhaços pagando mico
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Responder11 h

#### Gente enchendo o saco de quem tem o que fazer. Quando mais isso, mais o povo os odeia. Tiro no pé e não enxergam. Não é mobilização. É imobilização de trabalhadores por meia dúzia de desocupados.
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Responder9 h