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quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Marcio França e o PSB em São Paulo

 

Marcio França e o PSB em São Paulo



 


Acompanho Márcio França desde os anos 1990, quando se elegeu prefeito de São Vicente. Foi um grande prefeito e se reelegeu com mais de 90% dos votos. Tem que ser muito bom para conseguir isso.

Nos anos 2000, após deixar a prefeitura de São Vicente, já como presidente estadual do PSB, ele parecia que iria deslanchar, levar o partido para a esquerda, mantê-lo como centro esquerda e se tornar uma opção ao PT, quando esse deixasse o governo federal, mas França buscou outro caminho e se aliou aos Tucanos de Alckmin, Serra e ao privata FHC.

Enquanto, em São Paulo o PSB deitava-se no ninho dos Tucanos, no nordeste crescia como oposição aos privatas, se associava aos governos que batem em professores e alunos, pagam salários baixos aos professores e policiais e aumentam pedágios para beneficiar empresas do ramo. O presidente dos socialistas de São Paulo sentava na mesma mesa dos golpistas nacionais.

Marcio se destacou com um governo social e de resultados em São Vicente. Ao se aliar a tucanos ganhou alguns meses de governo, onde não mostrou sua difere como político e ser humano. Márcio manteve os mesmos assessores tucanos plantados por Alckmin, mas seu discurso tentava ser progressista, ao mesmo tempo que elogiava Alckmin e não desagradava Bolsonaro. No ultimo debate mandei diversas mensagens a sua assessoria. Eu e, provavelmente o eleitor, não entendíamos como alguém do PSB poderia elogiar tanto o governo que bateu em professores e alunos e ao mesmo tempo propor a valorização dos mesmos. Ele fez uma campanha defendendo o governo, muito mais que o próprio candidato do governo e o candidato do governo era o Dória.

Nos poucos meses como governador, França perdeu a chance de mostrar a diferença entre um tucano e o PSB. Se sacrificou sua legenda ao fazer acordo com os privatas, agressores de crianças e professores, deveria no mínimo usar esses poucos meses de governo, para ir a forra e mostrar porque é diferente. Mas foi apático, talvez até por uma questão de palavra, com o Picolé de Xuxu, mas ao ser apático e defender Alckmin, coisa que Dória não faria, jogou sua campanha no lixo.

Várias vezes comentei com seus assessores a lealdade de França e que o mesmo estava sendo traído por políticos das duas maiores prefeituras do estado, fora a capital e em várias regiões, que eu acompanhava. França é um cara de palavra que acredita em políticos sem palavras. Como está a campanha de seu partido em Guarulhos, ou Campinas? O que sobrou nessas cidades e suas regiões? Marcio não enfrentou os traidores e ainda perdeu companheiros de anos de partido, em outras cidades. Pedreira, na grande Campinas, tinha um prefeito que era histórico dentro do PSB. Em nenhuma ocasião foi ouvido. Já em Atibaia, Márcio ouviu oportunistas, que sequer se mantiveram na legenda. São pequenos exemplos para ilustrar um processo de fritura, com o candidato e consequente enfraquecimento do partido.

Marcio foi a seguir para a disputa na capital paulista, torci e pedi votos, mas em nenhum momento de sua campanha, ele Marcio, foi o candidato de centro esquerda. Voltou a falar da valorização de professores e policiais, sem fazer qualquer denuncia contra os tucanos. Os verdadeiros causadores do desastre paulista. Oras, se Márcio estava ali para ser um tucano genérico, porque não votar no tucano original e, pelo mesmo preço?

São Paulo estava se dividindo e se curando da onda de evangelização bolsonarista. Márcio não percebeu e continuou batendo na mesma tecla. Boulos mostrou a alternativa, uma ideia diferente do que se faz há anos na capital.

Marcio precisa se definir, ainda espero vê-lo governador, mas ou acompanha seu partido e vai para o centro esquerda, com PDT e outros, ou se torna definitivamente um tucano. Márcio precisa de uma assessoria que divirja e mostre os erros, o que ele tem hoje é amigos acomodados, que concordam e buscam suas próprias manutenções em cargos de pequeno poder.

Não é uma critica, apenas constatação. Márcio França é um grande nome para São Paulo, mas tem perdido o bonde da história. Não dá para ser de todos os lados. É preciso, que ele Márcio, mostre quem é, eu conheço e acredito, mas a grande massa, não.

Espero que ele assuma a campanha de Boulo e ajude a mudar São Paulo.

sábado, 13 de junho de 2020

Política em Bragança. A volta da mentira.

Política feijão com arroz, da terra da linguiça
Política em Bragança.

2020, se nada mudar teremos eleições.

Mais uma vez o que se apresenta é o mesmo do mesmo. De um lado Jesus, do outro José.
Jesus, atual comandante do exército Chedid sai na frente. Não pela qualidade de sua administração, mas pela capacidade de aglutinação dos servos. São obedientes e não discutem com o chefe. Aliados a isso temos uma máquina administrativa oficial e um poder de comunicação, que tem a FM como principal cabo eleitoral.
Os chedids venceram em 1968, 1992, 2000, 2004 (cassado) e 2016.
Do outro lado temos José de Lima, cansou de ser prefeito e passou a nomear seus representantes. José de Lima se elegeu em 1972, 1982, 1996, elegeu seu sucessor em 1976, em 1988 e em 2012.

Vejam que não há vácuos nessa história. É a história de Bragança e seus eleitores que acreditaram numa polarização onde o povo era levado a acreditar, que os grupos eram inimigos. Nunca foram e eu explico mais abaixo.

Se hoje José de Lima, no alto de seus anos, hoje contados em décadas, não tem coragem para ir a disputa, afinal grande parte de seus eleitores estão mortos -ele até poderia entrar no livro dos recordes de participação de velórios – é necessário que tenha alguém barato, maleável, ou amigo, na prefeitura. Sua indústria e negócios imobiliários, principalmente, necessitam de apoio amigável.

Em 2004 iniciou-se o processo de cassação. Eu como presidente do PSB era o coordenador da coligação e único responsável pelo processo. Só eu poderia retirar essa ação. Passada a eleição, com uma derrota inesperada, diferente da derrota de 2000, quando a eleição parecia ter sido “entregada”, Lima foi o principal guerreiro para que a ação fosse retirada e se deixasse Jesus no poder. Lima ligava, marcava reuniões e chegou a reunir 8 partidos em um sábado de outubro de 2004, para tentar me convencer, ou agradar, ou achar uma solução jurídica para que eu retirasse a ação. José queria Jesus. De qualquer forma. E eu fui o único a segurar a bomba, que culminou no afastamento de Jesus em 7 de outubro de 2005. Nessa fase o prefeito elemento que iria assumir, prometeu transparência e dignidade. Prometeu cumprir os acordos com membros da coligação e nem ao próprio presidente de seu partido, na época Aguirre, ele respeitou. 

Numa das entrevistas que dei para a Tv Altiora, a jornalista Lucy, me perguntou se eu achava que fora nomeado Secretário de Cultura por competência e, se surpreendeu com minha resposta. Eu disse-lhe que se fosse por competência teria sido secretário em todos os governos, pois eu era o único que entendia a função da secretaria, mas nesse caso teria sido por medo do prefeito, em que eu retirasse a ação e que assim que a mesma fosse julgada, eu e todos os que queriam mudanças, teríamos que sair, pois o prefeito João Solis, no dia seguinte entregaria a administração para os mesmos de sempre. Acertei. Na mesma semana que saí, saíram todos os que representavam uma política de mudança. E a escolha foi nossa, minha e dos outros que saíram, todos pediram a exoneração como pode ser provado no RH da prefeitura. Todos que poderiam ganhar o salário de secretários e se quisessem ficavam em casa.

Isso reflete um pouco da ligação e interdependência entre Jesus, José e Maria. Querem mais? -Quando escrevi o livro sobre o José de Lima, na revisão ele mandou tirar qualquer referência ofensiva, ainda que verdadeira aos Chedids. Eu só vi isso quando o livro estava pronto. Nessa época fiz muitas gravações, algumas curiosas, que não chegaram a serem usadas, por eu considerar particulares demais. Uma deles feita com a ex-primeira dama.

Mas continuemos...
O que tivemos desde 1968 de oposição aos dois grupos. Nardy, Villaça, Paulo Miguel e Sartori. Com exceção de Paulo Miguel, que faleceu precocemente, os três restantes foram caluniados, rechaçados, ridicularizados pelos dois grupos, que sempre dividiram informações. Poderia ter entrado nesse grupo, o vereador Marcus Valle, que preferiu uma opção cômoda se se tornou vereador ad-eternun. Ele era o nosso candidato em 1982, foi em outros momentos e seria ainda hoje, só dependeria de seu desapego.

O membros do grupo Chedid, eram os mesmo do grupo Lima, Galileu, Amaury, como destaque atual. Ou os membros do grupo João Solis, que passou a ser comandado por Lima, como Sergio Pereira (radares, sinalização), e outros dos dois grupos que estiveram com Nicola, ou Fernão Dias e hoje são Lima, ou Chedid.
Até aqui não há dúvidas, são dados visíveis, os quais, qualquer mentalidade mediana pode conferir.  

E a oposição.
Excetuando-se o grupo hoje ligado ao PSOL, cuja retórica séria, porem intelectual, afasta-os do povo, a grande parte é negociação.
Vamos tirar desse bloco, por enquanto, o PV e o PSB. Voltarei aos dois.
Partidos dito esquerda, que ainda lutam, o fazem por motivos pessoais. Nunca por motivos da coletividade. Ou será que o Miguel Lopes, levado por pangarés da política, a conversar com o presidente do partido do Brizola, virou esquerda? -Alguém acredita? Ou o PDT local, se unindo com o PTB do Zé de Lima e Campos Machado, para apoiar João Solis, o mentiroso, que era rechaçado pelo próprio Lima, que não queria que ele assumisse, que pretendia deixar o Jesus na cadeira, seriam uma solução séria? E isso ainda com apoio do Almeida, o ex-prefeito de Guarulhos, que foi candidato a deputado federal, com uma votação vergonhosa em sua terra, pela péssima administração que fez. 
Eu trabalhei na prefeitura, os últimos recursos que consegui, foram de 2,8 milhões para a revitalização do entorno do Tanque do Moinho, que daria mais dignidade aos moradores da região, valorizando suas residencias e trazendo segurança. Não vi o uso dessa verba, muito divulgada pelo Bragança Jornal e Gazeta Bragantina, na época.  
O PCdoB é outro que não devemos sequer citar. Na última eleição se uniu ao DEM. Isso é como a união de Lima com Chedid, ou do PDT do Brizola, com o PTB do Campos Machado. PDT, que veio para as mãos da atual executiva, porque Lupi não queria que seu partido continuasse como legenda de aluguel e acreditou na ideia de um partido independente a ser criado aqui. Ideia, que diga-se de passagem, eu assinei e me comprometi a cumprir, embora não conhecesse a índole dos “companheiros”.

E o que resta? Partidos compostos por ex-partidários de Jesus, ou de Lima. Confiram a sobra.

Vamos ao PV e PSB, o PV tem como principal objetivo a reeleição de seus dois vereadores. Ainda que na oposição e sem fazer diferença no quórum final, devem trilhar o caminho mais simples. O PSB, tem um candidato a prefeito, Sartori, que por sinal foi o único bragantino escolhido nos últimos anos, para ser secretário de estado e, uma chapa de vereadores regular, que sente o peso da luta contra os velhos costumes e não consegue acordos. Poderiam se unir e tentar conquistar apoios extras, o que não é fácil, tem custos e requer muitas negociações.
Como vemos, caros eleitores, a política local não é para amadores, está nas mãos de profissionais e o povo mais uma vez tende a votar nos mesmos. Muitos irão concordar com esse relato, mas a concordância ou não, de cada um, não muda nada, como nossa cidade não vai mudar. Seria necessário que cada um saísse agora e fosse a luta, por uma política melhor, mais séria, humana e desenvolvimentista. Ou então ficaremos como estamos.
Ao fazer essa análise simples, me afasto de todos os grupos, mas isso também faz parte da normalidade, nunca votei nos vencedores e nem em quem eles mandaram. E na cidade de Bragança, só votei em dois vereadores que foram eleitos alguma vez, o Valle em 1988 e 92 e o Sartori em 2004. Ou seja, em 42 anos, nunca elegi um prefeito, e foram apenas dois vereadores, que acertei. Mas nunca errei os resultados das eleições locais e me sinto com a missão cumprida por ter votado sempre no melhor, nunca no vencedor. Os resultados estão ai. Analisem o que a cidade perdeu nesses anos. Os empreendimentos imobiliários de poucos e para poucos. O comercio cada vez mais pobre e as industrias de poucos funcionários e poucos impostos.
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Sugiro a todos que analisem as fotos


Nem sempre as disputas são entre candidatos sérios.
 Sempre tem um que destoa.. O Brasil é cheio de Tiriricas.
De mentirosos e covardes, por isso não devemos errar. 1 erro pode gerar muitos
problemas para a população. Eleição não é brincadeira. 


A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas a sorrir, pessoas em pé e interiores 
É terrível ver o PDT, partido de Brizola, hoje dirigido por Lupi, grande pessoa, com  diretórios ligados
ao Campos Machado. Com nomes que deveriam trabalhar para a sigla,
na lista oficial de pagamentos do PT. O que pode ser provado com uma simples verificação e o que
é pior, membros da maquina pública, inclusos nas listas. 


Eleições de 2004

Chedids, Limas e partidos do abraço, sempre se unem 


O prefeito que iria chutar os radares, de repente contrata alguém
para encher a cidade de radares. Hoje no PTB, Solis terá o apoio de
partidos "ditos" esquerda. Uma desmoralização para as siglas.


Todos prontos para suja a cidade


Eles se unem, ou se dividem de acordo com as necessidades.
A meta é falar em mudança, para deixar tudo como está.

Infelizmente uma ação judicial, não retirada, como queriam 7, dos 8 partidos da
coligação, colocou na prefeitura esse indivíduo, que hoje quer voltar.

Foram vários contratos e distratos estranhos.
Em breve uma lista...

Um imagem vale mil palavras.



Lima elegeu com seu grupo, quatro prefeitos,
assumiu por 3 vezes e deixou a prefeitura com os Chedids
em outras 4 oportunidades. 

Uma gravação telefônica feita na sede do PCdoB, ainda em 2007
mostra quem é quem na política local. Quem mente, quem se acovarda...

Uma expressão é importante.Esse individuo fala que andou ajudando muita gente,
mas esquece de falar que foi colocado lá, por força de uma ação, que se retirada
ele não teria nunca chegado lá. Ele ajudou, ou foi ajudado? Ganhou uma prefeitura de
presente, de quem? Quem segurou a ação? 

Quem foi o mentor intelectual dessa administração trágica?


Durante a fase de processos, ainda em 2004, Solis prometia uma administração honesta e
transparente. Prometia cumprir seu mandato com dignidade e sem traição. 
Seria mais útil para o cidadão, que a ação fosse retirada, como exigia José de Lima. 




Vai você e eu? Essa seria uma boa legenda, afinal tratam-se
de dois políticos conhecidos e amigos.

Afinal, o Kassab é de quem? O de todos? 


Senador por Milão, Itália e Gustavo Sartori.
Lima com Rodrigues, Nossa Senhora de Fátima, que aportou em Bragança após negociação
com o empresário Belarmino
Lima criticando Hafiz Chedid, pelas tubulações de papelão, como ele dizia
e abaixo abraçando Hafiz, pelo apoio em 1982 

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

França, a única saída para São Paulo. Um apelo aos paulistas.



O estado de São Paulo ficou numa sinuca de bico, como dizem aqui no interior. 
Estamos a poucos dias das eleições e dois, dos mesmos, ocupam os primeiros lugares na ingenuidade dos paulistas. 

Skaf e Dória são os dois lados da mesma moeda. 

Os dois são golpistas, traidores do povo, empresários, que só pensam neles, apoiadores de Temer, ligados aos piores políticos da história do Brasil e jamais fizeram nada de graça para o povo, ou quem quer que seja. 

Skaf e Dória são o lado mais obscuro da politica, não sendo sequer políticos e incapazes de traduzir o significado da palavra "política". 

O termo tem origem no grego politiká, uma derivação de polis que designa aquilo que é público. O significado de política é muito abrangente e está, em geral, relacionado com aquilo que diz respeito ao espaço público, às necessidades da população, ao coletivo, a administração da justiça social, para que todos tenham do estado os mesmos benefícios e por ele, os mesmos deveres.

O que esperar de Dória, alguém que não manteve sua palavra dada a companheiros, não a manterá para seus eleitores. Alguém que jamais se preocupou com transportes públicos, pois anda de helicóptero, não se preocupa com segurança, tem leões de chácara a seu dispor, carro blindado e forte segurança em sua residencia. 

É o cara que não se preocupa com saúde, por isso pode fechar unidades de atendimento, como fez em São Paulo, para sobrar dinheiro em propaganda pessoal, como fez para enganar os paulistanos. 

O Dória é o cara que fala em lei, mas anexou terras públicas a sua propriedade de inverno em Campos do Jordão. É o homem, que frente a Embratur, no governo Collor, queria promover o turismo de gringos no nordeste, para ver como pobres vivam e morriam na seca. Ele é fantástico, o show da morte1991: João Doria foi obrigado a devolver dinheiro desviado da Embratur.
Doria é o cara da ração. O cara que diz, "pobre tem que dar graças a deus quando come".
O mais estranho, que ainda assim o paulista pretende votar nele, hoje mais o paulista do interior, que não o conhece, mas tem seu nome levado a cada cidade do estado, por políticos ultrapassados e velhos conhecidos da freguesia. 


1991: João Doria foi obrigado a devolver dinheiro desviado da Embratur

Ao seu lado temos Skaf, aquele que foi, sem nunca ter sido. Skaf é a viúva Porcina da política nacional. Quer governar para empresários. Empresários que representa, sem que saibamos qual é a empresa, que esse Skaf dirige. Pelo que se diz, trata-se de um latifundiário urbano, que vive de alugueis e é contra programas como Nossa Casa, Nossa Vida.

Ele gosta tanto de povo, que ao assumir a Fiesp, passou a cobrar mensalidade nas escolas do SESI. 
Skaf, não tem discurso, não tem projeto, não tem qualquer apego ao povo. É igual ao boneco de ventríloquo, o Dória, que quando fala, parece articulado por um comando superior, como daqueles bonecos chatos, dos velhos circos, que repetiam sempre as mesmas frases, discutiam e traiam a vontade do dono e todos nós, quando crianças, sabíamos que era uma farsa. E chato...

A única chance de avanço possível é Marcio França. 
Conheci França em 2000 e desde então tenho acompanhado seu trabalho, primeiro em São Vicente e agora como governador. 
Quem primeiro me falou de França foi o Dr. Murilo (Francisco Murilo Pinto, desembargador e Grão Mestre Nacional dos Maçons), ele dizia que o Marcio tinha futuro, e não sei porque, desejava, que eu o conhecesse. Assim seria, mas na véspera do dia marcado, o Murilo faleceu. 
França é o cara, que retirou São Vicente do abismo da violência. Isso é apenas um pouco do que acompanhei. Eu sou do interior, sempre morei em Bragança, mas meus avós moravam em Santos, na R. Florianos Peixoto, com Quintino Bocaiuva. Com 12 anos eu já tomava um ônibus para SP e depois para Santos, ainda na Luz, para passar ferias e feriados prolongados na Baixada. É claro que sou torcedor do peixe e Santos e São Vicente eram minha segundo cidade. Todas as noites, em quase todas as férias, São Vicente (Gonzaguinha e Itararé) era minha praia. 

Assisti a deterioração de São Vicente e Santos na mesma época. Vi Santos se recuperando com a Telma e anos depois São Vicente ganhou a chance de mudar com Marcio França. Vi a recuperação da segurança, da cultura, com a recuperação do centro e dezenas de atividades na inclusão cultural, vi o desenvolvimento de uma política de creches, que deu segurança ao trabalho das mulheres e confiança às famílias. Vi a cidade crescer e ganhar novos turistas e recuperar seus velhos frequentadores. Vi o ensino ganhando corpo e gerando gente consciente e feliz. Isso tudo tinha um nome, era Marcio França. 



Mas além da infância e adolescência, que passei na baixada, tive a honra de ser convidado pelo Governador Montoro, para ser coordenador regional de governo, logo que ele assinou a descentralização, com os escritórios regionais de governo (uma grande ideia, que deveria ser retomada).  Lembro disso, apenas para citar, que um de nossos principais projetos sociais, chamava-se "Redescobrindo o Interior" e nosso programa piloto foi executado com 50 crianças da comunidades pobres de São Vicente, que foram passar 10 dias em Atibaia. Isso aconteceu em 1985, mas esse projeto mudou a vida dessas crianças, que por anos se corresponderam comigo. 
No ano de 2005 eu resolvi ir para São Vicente e reencontrar aquela "criançada", muitas ainda conservavam os mesmos endereços. Um fato me chamou atenção, o "Ventania", era o apelido do garoto, com 33 anos e 4 filhos, me disse uma coisa: "a gente não tem problema, a criançada tá nas creche que o Marcio fez aqui e tem de tudo, minha mulher tá trabalhando de caixa, numa loja do centro e eu sou contador, mas estou fazendo faculdade a noite, e tem uma coisa, esse prefeito daqui, parece muito com aquele governador, que você nos levou conhecer lá no palácio, aquilo mudou nossa vida, a gente nunca pensou que um governador fosse falar com a gente, e o Marcio França aqui, é a mesma coisa, gente boa, um ser humano de verdade". 
E é verdade, Marcio França é gente. Gente com "G" maiúsculo, cuja a única preocupação é o bem estar da população. 
Esses dias meu filho, Enzo, de 9 anos, ao assistir a propaganda eleitoral, me perguntou se eu ia votar nele. Disse-lhe, que sim, e ele completou: eu também queria votar nele, pena que não tenho idade. 
Eu vou votar, por mim e pelo meu filho e por todos os filhos. Pelos pais,pelas mães, pelo nosso futuro. 
Voto no França, no Ciro e no Suplicy, pois hoje a qualidade humana e a verdade em cada um, está acima de partidos e por isso apelo aos meus amigos petistas, principalmente. Ajudem a levar o Marcio França para o segundo turno. Hoje está nas mãos de vocês. Não podemos ter um segundo turno com dois dos mesmos. Não podemos entregar São Paulo ao atraso, ao obscurantismo, a uma empresário, que nunca empresariou, nem a uma almofadinha, com cara de Boneco de Ventríloquo, que trata pobre como agado no curral, a ração e água



sexta-feira, 27 de julho de 2018

Ciro Gomes e Marcio França - PSB & PDT - Política com seriedade


O PDT vai fazer parte da coligação de Márcio França (PSB) na disputa pelo governo de São Paulo. O apoio foi anunciado pelo candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) na convenção estadual do PDT-SP nesta 5ª feira (26.jul.2018).

O apoio do PDT era aguardado por Ciro para conseguir o apoio do PSB à sua candidatura. São Paulo e Pernambuco eram os principais focos de resistência dentro sigla sobre apoio a Ciro.
O PSB só deve decidir quem vai apoiar no dia 5 de agosto, no limite estabelecido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para as convenções partidárias.
O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, também estava presente

terça-feira, 19 de junho de 2018

Como escolher seu candidato a deputado


Como escolher seu candidato
 Resultado de imagem para eleições candidatos
  

Hipocrisia - Se ele já esteve em partidos que apoiam a ditadura, ou partidos oriundos da ditadura (DEM, PP, PL, PDS, PSD) – Coloque um sinal “menos” (-). Se anda, apoia, ou é apoiado por corruptos e ainda os defende, fique longe. Caso contrario coloque (+)
 Ideologia - Se ele muda da esquerda para a direita (DEM, PP, PSD para PSB, PT, PCdoB etc), ou vice versa, e diz que todos os partidos são iguais, coloque sinal de menos. Esse candidato não sabe sequer a função dos partido, ou o que é ideologia (-), caso contrario, coloque mais (+).
 Geografia – Se ele insiste em dizer em dizer que é da sua região, do seu bairro, da sua cidade, talvez não saiba a função de um deputado, ou acha que você é ignorante para não saber, que deputado não é despachante de uma zona e sua função é fazer com que toda a população tenha os benefícios constitucionais advindos do estado.  Caso alguém lhe diga, vote em mim, porque sou “daqui”, coloque um sinal de menos (-).
Soberania – O candidato não sabe do que se trata, não se pronuncia, não tem atitude, não fala sobre o assunto e acredita no estado mínimo. Se acredita num estado mínimo porque não deixa a política e vai para a iniciativa privada? Em caso de candidato batalhador por um estado forte coloque um sinal de mais (+). Caso seja omisso, menos (-)
 Função do estado- Se ele permite, ou se omite, diante de terceirizações (segurança, saúde, sinalização, radares, merenda, água, saneamento, etc), concessões e privatizações, significa que para ele, o estado é apenas um balcão de negócios, procure saber o que ele diz sobre a função do estado. Se não encontrar nada coloque menos (-).
Cultura- Não sabe a função da cultura, não vê a cultura como formadora de uma nação. Costuma confundir com educação e ensino. Jamais lutou por estado forte. Marque negativo caso seus pronunciamentos  sejam confusos, ou inexistentes.
Saúde Pública –  Concorda com terceirizações. Tem uma convivência pacifica com terceirizadores. Apoia, ou é apoiado por políticos que promoveram a terceirização e sucateamento da saúde. É a favor de planos privados. Coloque menos e tenha cuidado com esse tipo.
 Segurança- Se cala diante das diferenças sociais. Não se manifesta perante a golpes e bandidos do colarinho branco. É ligado a corruptos conhecidos. Não se mexe diante dos erros da justiça. Acredita que a segurança é uma questão policial. Não se importa em se relacionar, ter apoio, ou se envolver bandidos do colarinho branco, mas é contra apenas, os bandidos pobres, desde que tenha vantagens, ou votos. Coloque menos (-). Esse sujeito não sabe que a questão da segurança começa pelas diferenças sociais.
 Religião- Deixa assuntos religiosos se sobreporem a questões cientificas e causas sociais. Não assume posições em virtude de religião. Deixa de fazer, ou faz algo movido por dogmas em detrimento do povo e da evolução humana. Não assume posições pessoais e políticas por falsidade. Negativo (-)
 Companhia, amizades, ligações: É ligado a políticos cassados, condenados,  já esteve ligado a eles. Não se importa de onde vem o dinheiro da campanha. Sabe que determinado político, ou empresário é desonesto, mas continua ligado a ele. Anda com agressores, inclusive armados, como antigos capangas de coronéis, como se tudo fosse normal. Negativo (-)

RESULTADO
10  sinais de + Pode votar, dificilmente irá se decepcionar
7 a 9  sinais de + Existe um risco, mas o candidato está acima da média
4 a 6 sinais de + Você já cometeu esse erro, vai repetir?
0 a 3 + Você está votando consciente e escolhendo um candidato tão ruim quanto você. Você merece o pior.

domingo, 20 de março de 2016

Bragança: Eleições 2016 Quem decide é Zé de Lima.

A verdade é raquítica, subnutrida e feia
A mentira é bonita, envolvente e alegre.




Novamente as eleições de Bragança serão decididas por José De lima. Isso acontece desde 1968. 

(Veja matéria – Uma pequena história das eleições em Bragança   -  http://revistaverdadebrasil.blogspot.com.br/2015/02/uma-pequena-historia-das-eleicoes-em.html )

De um lado teremos o grupo Chedid, como acontece desde 1968. “Renovado” e reforçado pelos novos antigos nomes, de outro a possibilidade de uma candidatura, ou duas. Uma do próprio grupo que se alinha em torno de Lima, sem chance de triunfo, pois disputaria o eleitorado com Sartori. A outro acoplada ao nome de Sartori, que teria o PV e talvez Rita Valle como vice, ou Marcus Valle,  ou até Marcio Villaça, num grupo que seria independente de Limas e Chedids, porém sem grandes chances de vitória, não que ela não exista.
A análise de uma eleição no interior deve ser fria, não é ideológica é metodológica. Não é eleição de partidos, mas de grupos. No interior o fator vizinho, solidariedade, parente, valem mais que qualquer ideologia. Uma lombada é mais importante,que uma lei.
Sou obrigado a insistir, que essa não é uma análise ideológica. Não é uma análise de preferencias pessoais, não é qualitativa, mas quantitativa e no sentido histórico da preferencia popular. Ou seja, uma leitura do que vejo pelas ruas e do conhecimento histórico das eleições de 1968 para cá. Nas eleições do interior a verdade é raquítica, subnutrida, pobre e feia. A mentira é alegre, bonita, festiva e envolvente. Logo não me cobrem coerência ideológica numa leitura “atual” (tem 50 anos) das eleições locais. Essa incoerência não é minha, pois aqui PT e PSDB estiveram juntos em várias oportunidades. Em 1992 o PCB esteve com o PFL. Como o PDT já esteve com o DEM e Brizola revirou em seu túmulo.
O cenário que se apresenta é Jesus fortalecido pela propaganda diária do “ruim com ele, pior sem ele”. Um grupo com novos velhos conhecidos, um apelo popular grande e a figura do “grande pai” na proteção de seus filhos desamparados.  Um grupo, que segundo pesquisas parte de 25 mil votos e com mais 8 mil ganharia e caso de divisão. Tem próximo Frangini, que teve mais de 30 mil votos, numa campanha feita por Jesus em 2012, mas que só, não passaria de 4 mil votos. Teoricamente Frangini deixou o grupo, porém é sabido que está em legenda atrelada ao grupo, o PPS, nas mãos de um deputado da região, com muita ligação com Edmir. Logo pode ser uma candidatura para dividir a oposição aos Chedids, se necessário for, como somar de ultima hora. Vai depender da leitura das pesquisas. O importante é que o pai do grupo tem carisma, comanda com mãos de ferro dentro da morada, mas é a personificação da simpatia quando está nas ruas. No grupo ele e o filho Edmir são as únicas cabeças pensantes e a voz a se ouvir.
De outro lado, temos um grupo sendo capitaneado por José de Lima (foto). Um grupo que tem se reunido e tem seus candidatos. Candidatos que não chegam longe e podem dividir e dar a eleição a Jesus. Por isso, o título da matéria é “quem decide é Zé de Lima”.
Os candidatos naturais do grupo não tem lastro: Fabiana e João Solis são os mais citados. Tenho minhas dúvidas se João Solis se elege para vereador. Já Fabiana deve continuar sendo eleita com grande numero de votos. Na foto vemos um grupo de pré candidatos  a vereador e sem grandes apelos, além de Gustavo Sartori, convidado de ultima hora. Gustavo tem apoio, tem 4 partidos ao seu lado, vem de duas eleições com mais de 15 mil votos, deve ter o apoio do PV, pois é o mais próximo ao grupo, tanto por simpatia, como por qualidade de trabalho. Teria como sair candidato, independente de outros partidos, pois como dizem nas eleições, possui bala na agulha, tem apoio de um vice-governador e um grupo razoável.  Se no embate direto tem chances contra o DEM, na divisão de votos (Frangini + Candidato de Zé de Lima) joga as eleições no colo de Jesus. Mais uma vez o titulo da matéria.



A experiência mostra que as tentativas de união das oposições nunca deram certo. A divisão é o segredo da vitória dos velhos políticos. Em 2003 eu montei um grupo independente, com 8 partidos, que não teriam apoio de Jesus e nem de Jose´.  Na ultima reunião o PSDB fechou a questão em cima do nome de João Solis. O grupo acabou, pois sete partidos acabaram apoiando Lima e o PSDB saiu sozinho com o João Solis, pois entre os 8 partidos, só o PSDB de Aguirre, acreditava no tal João. Com as decisões jurídicas o mesmo acabou sendo eleito, era imponderável , mas devolvendo de certa forma, o poder nas mãos dos de sempre. João Solis destruiu 40 anos de luta para mudar de mãos o poder local. Jogou tudo no lixo. 
Se Lima entretanto resolve recolher seu grupo, lançar um grupo de vereadores e apoiar Sartori, o jogo se define contra os Chedids.  É a matemática da história; Chedids em eleições municipais chegam a 35% dos votos, ou seja, 65% estarão contra. Não havendo divisão a fatura está decidida.



Sartori é a bola da vez, pode ser o candidato contra os Chedids e com apoio do grupo de Lima vencer as eleições. Sartori pode simplesmente não ser candidato  independente de qualquer coisa, Jesus venceria as eleições sem qualquer esforço. Sartori poderia compor (teoricamente falando – Isso é só uma teoria) com Edmir e as eleições locais acabariam. Estariam definidas.
Não me venham com papo de adivinhações, ilusões etc. Essa matemática se repete desde 1968. É eleição municipal e não tem milagre.

O que esta em jogo não é o melhor para a cidade, mas o interesse de grupos.Esses interesses se dividem em dois grupos pré-determinados. Em breve citarei um por um, e seus interesses. Ainda não é hora. Mas já convivi com cada um, já presenciei de tudo e para desqualificar-me como “delator”, agora vão ter que inventar muito mais.  

domingo, 30 de agosto de 2015

Roberto Amaral: ‘Não tenho nenhum respeito ético pelas posições de Aécio’

Roberto Amaral: 'nao tenho Nenhum Respeito ético Pelas Posições de Aécio'

 

Expressão histórica da Esquerda nenhum país, ex-presidente do PSB Diz Que aparente Recuo de senador mineiro Sobre impeachment "Faz parte de Algum Jogo de Política menor", e volta a criticar Seu partido

 

por:  Eduardo Maretti, da RBA

Roberto Amaral: "É essencial No processo Democrático de Defesa do mandato da presidente da República"
Roberto Amaral: "É essencial No processo Democrático de Defesa do mandato da presidente da República"
São Paulo - O ex-presidente nacional do PSB Roberto Amaral, representante histórico da Esquerda brasileira, TEM defendido uma Formação de frente UMA populares Forças progressistas parágrafo UNIR EM Defesa da democracia. Crítico mordaz de Seu proprio partido, o PSB, that refundou nenhuma pós-Ditadura, em 1985, Junto com Jamil Haddad, Antônio Houaiss e Evandro Lins e Silva, Amaral comentou, em entrevista à  RBA, A MAIS Recente declaração do senador Aécio Neves ( PSDB-MG). "Eu nao tenho Nenhum Respeito ético Pelas Posições fazer ex-Candidato Aécio", Diz Amaral.
Em aparente Recuo, o senador tucano Disse em entrevista a Kennedy Alencar, Publicada Hoje (28), no blog do jornalista, que "AINDA NÃO ESTÁ claro" haver Motivos Para o impeachment de Dilma Rousseff. "Reconheço ISSO. Mas nada impede that Dentro de Algum ritmo ISSO ocorra ", afirmou Aécio AINDA. "Dizer Que Não Tem Motivo: 'AINDA' ... Quer Dizer, AINDA vai se PROCURAR? E ELE descobriu ágora Que Não Tem Motivo? ", Question Roberto Amaral.
He tambem nao economiza Críticas Ao Seu partido, o PSB, Que apoiou Aécio não em Segundo turno de 2014, e volta a Dizer Que o partido adotou Uma postura "oportunista". "Vejo mal Muito (o papel do PSB no Processo Político Atual), desde agosto do ano Passado, Quando decidiu NÃO ELE APOIAR um Dilma", Diz. "A decisão de fazer PSB APOIAR Aécio foi burra e oportunista".
Ministro de Ciência e Tecnologia do Governo Lula (entre 2003 e 2004), Amaral VEM Criticando Seu partido also Pela intenção, Hoje adiada, de Alguns Líderes de se fundir com o PPS, que "completaria um direitização fazer partido".
ESTA Programado nº 5 de setembro o Lançamento da Frente Brasil defendida POR Amaral, em Belo Horizonte.
Hoje, o senador Aécio Neves Parece ter recuado e afirmou que "AINDA NÃO ESTÁ claro" que Haja Razão Jurídica PARA O impeachment. Como o sr. Afirmação recebe tal?
Eu nao tenho Nenhum Respeito ético Pelas Posições fazer ex-Candidato Aécio. He assumiu o Lado golpista. He ágora, com ESSE Negócio de Dizer Que Não Tem Motivo, "Ainda", E UMA Coisa sem SENTIDO. Tem Motivo ou Não tem? Dizer Que Não Tem Motivo AINDA ... Quer Dizer, AINDA vai se PROCURAR? E ELE descobriu ágora Que Não Tem Motivo? E QUANDO ELE estava Pedindo Novas Eleições?
Entao, Não levo a serio, NÃO considero Importante NEM Relevante uma declaração DELE. ISSO Faz parte de Algum Jogo de Política menor, e NÓS TEMOS Que nsa preocupar com Questão Política Maior. A Questão fundamentais E o Respeito Ao Processo. ELE ESTÁ Querendo Recuperar como Tradições da UDN, that Toda vez Que perdia Eleições propunha hum golpe de Estado. O QUE TEMOS that discutir E uma voz soberana das urnas.
Como Avalia um Conjuntura?
E fundamentais No processo Democrático de Defesa do mandato da presidente da República, independentemente de Ser um Dilma, era Importante Como garantir uma legião EO mandato de Juscelino. O Que resta E uma Regra do Processo Democrático. This E a Regra Democrática: Disputa rápido você, OU Perde Ganha e em frente vai. ISSO e Pará fundamentais de uma Ordem Democrática. ISSO e Pará fundamentais uma brasileira Economia.
A brasileira Economia, a Economia Produtiva, uma Política Externa nossa, NÃO PODEM Ficar permanentemente à espera de Uma crise, uma crise se Esperar se agrava, or se amainar vai. NÓS TEMOS that ingressar na normalidade. Já se Vao Quase Oito meses da posse e Quase Um Ano das Eleições. Como Eleições Já terminaram. O Que Estou Querendo E OS that that liberais entendam o pleito do impeachment UO da Convocação de Eleições e Um pleito golpista. QUANDO em 1954 ficaram inventando o "mar de lama", A Questão NÃO era o "mar de lama", that provou-se that era inexistente. A Questão era impedir o Governo Vargas, e impedir o reajuste do Salário Mínimo e impedir estatais como that ELE estava Criando.
A MESMA Coisa se operou em 1964. O Problema era uma Promessa de Reformas de Base do Jango, ea Direita ENTÃO inventou that estava defendendo a Constituição, Os liberais acreditaram Nisso, were Às Ruas um favor da Queda de Jango, EO Primeiro Ato de dos golpistas foi Destruir a Constituição.
Como o sr. Vê o desdobramento da crise, com otimismo OU pessimismo?
O Que Estou Querendo Passar E that A Questão vai Além da sustentação ou Não faça mandato da Dilma. Com o mandato dela mantido, TEMOS that enfrentar a Ascensão do Pensamento de Direita; sem o mandato dela, TEMOS that enfrentar uma Ascensão das Forças de Direita. É Preciso dar sustentação de centro-Esquerda Ao Governo dela. A Política se Faz com Correlação de Forças. Se como Forças progressistas liberais de Esquerda NÃO fortalecerem o Governo da Dilma, ELA vai Ficar NAS Mãos das Forças conservadoras.
Qual sua posição Sobre o papel do PSB Nesse Processo?
Vejo mal Muito, desde agosto do ano Passado, Quando decidiu NÃO ELE APOIAR um Dilma. ELE NÃO entendeu Que o Projeto Aécio - e ESTÁ Muito claro ágora - era hum Processo de direitização, de Redução dos DIREITOS dos Trabalhadores e de autoritarismo, Que ESTÁ Construindo Esse clima de intolerância no Brasil.
O sr. Chegou a Dizer há Alguns meses que o PSB ESTÁ POR dominado oportunistas ...
E o Seguinte: a decisão do PSB de APOIAR o Aécio foi Uma decisão burra e oportunista. Por oportunista que? Porque o fez pensando Que o Aécio ia Ganhar como Eleições. Entao, pegou TODO O Nosso patrimônio, pegou Toda a Nossa História, de Todos os NOSSOS Projetos e jogou nessa aventura, pensando Que o Aécio ia Ser eleito. Só ISSO POR. E foi Uma decisão burra Porque, Diante da crise dos Partidos de Esquerda - e NÃO Precisa explicar, Está todo Mundo vendo ESSA crise -, o PSB poderia Ser o grande desaguadouro dos Quadros de Esquerda, progressistas, that estao insatisfeitos com Seu partido.
Se Eduardo Campos NÃO tivesse morrido, o PSB poderia ter Sido ESSE desaguadouro?
E o Mais provável, Mas Não Estou Totalmente seguro Disso, Porque Tudo dependeria de Como seria o de Campanha final, Como seria sem Segundo turno, Como seria a posição do partido. He Morreu sem inicio do turno Primeiro.
O sr. also Já criticou Muito um eventual Fusão fazer PSB com o PPS, that foi adiada ...
Foi adiada Porque houve Uma Reação da militância, mas um Expressão E Correta: foi adiada. De: Não Quer Dizer Que foi de todo afastada. ISSO completaria um direitização fazer partido.
Nesse Quadro, o sr. térios condições de se Manter nenhuma PSB?
O meu papel não PSB sempre foi de puxar o partido Pela Esquerda. QUANDO Decidi com Antônio Houaiss EO Jamil Haddad refundar o partido, NOS pensávamos em hum Partido Socialista. A Minha posição NÃO Mudou. Eu continuo achando Que o Brasil Precisa de hum Partido Socialista e coerente, e vou continuar 'lutando POR ISSO.
Fonte:  Brasil 247
Roberto Amaral

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Erguer-se para enfrentar a reincidência reacionária

Erguer-se para enfrentar a reincidência reacionária

Precisarão nossas esquerdas de muita coragem para avançar e de muita humildade para rever seus erros. O duro é que o tempo urge

Pesquisa revela que 45% dos brasileiros se identificam, ideologicamente, com a centro-direita e a direita
Pesquisa revela que 45% dos brasileiros se identificam, ideologicamente, com a centro-direita e a direita
Não deveriam despertar arrepios os dados de recente pesquisa do Datafolha, indicando que 45% dos brasileiros se identificam, ideologicamente, com a centro-direita e a direita (13% se assumem como de direita e 32% de centro-direita), contra 35% que se dizem de centro-esquerda ou de esquerda (28% de centro-esquerda e 7% de esquerda), o que não encerra tudo, pois esses números sequer têm correspondência na composição do Congresso Nacional, majoritariamente de direita.
Consideradas as contingências e o ambiente político – como o emblemático monopólio ideológico exercido pelo pensamento de direita sobre os meios de comunicação no Brasil –, esses números até que podem ser bem recebidos, embora sempre reclamem a autocrítica que a esquerda orgânica – e à frente de todos o PT, ora teimoso, ora hesitante – recusa fazer. Os fatos não são fruto do acaso, nem o bem, como o mal, fruto da Providência, nem as eleições e as derrotas, nem o prestígio e o descrédito. Tudo tem sua razão de ser, e os fenômenos sociais estão à espera de quem os explique.
A inexistência de outra pesquisa para efeito de comparação empobrece a análise, que se volta para esses números como quem considera uma fotografia, um momento artificialmente estático, tomado ao acaso, sem um antes conhecido. Nesses termos, pensar um depois é risco para qualquer vidência. Considero, porém, que esses números revelam o deslocamento do centro – uma estação ideológica, um êmbolo – para a direita partidária, como consequência do deslocamento do PMDB da centro-esquerda para a centro-direita e do PSDB, da centro-esquerda conservadora para a direita tout court. Um e outro partidos levaram consigo, como cracas, seus satélites, uma sopa de letras que não merece menção. O deslocamento da tendência ideológica da população – movimento a ser melhor avaliado – terá sido consequência desse movimento partidário. Mas é preciso dizer que essa hipótese não encerra a verdade toda.
O mesmo oscilar à direita se observou no âmbito dos partidos de esquerda, acometidos, pela atração irresistível do Poder, de suicida leniência político-ideológica e ética, o que também contribuiu para a degradação geral da política e, por consequência, da governança. Também a esquerda no poder se deixou envolver pelo pragmatismo conservador, absorvendo acriticamente métodos, hábitos e valores da direita, inevitavelmente confundindo a cidadania e seus eleitores, assim abrindo caminho para a competição deletéria dos grupos privados, ao risco do apoderamento do Estado. Com a consequências sabidas por todos e por quase todos lamentadas.
O desempenho dos meios de comunicação como formuladores e veiculadores do pensamento de direita, antes dos partidos, seus tributários (quase todo requerimento oposicionista, no Congresso, tem por gênese uma provocação e algum órgão de imprensa, tem cumprido papel que considero decisivo, independentemente de qualquer pesquisa.
Se a questão é ideológica, como suponho seja, torna-se fundamental estudar o papel dos chamados ‘aparelhos ideológicos do Estado’, ‘formadores da opinião’, a saber, além dos partidos, os meios de comunicação de massa, a escola decadente e, na especificidade brasileira, a emergência de um pentecostalismo primitivo e reacionário com estrutura econômica, política, parlamentar, comunicacional de sorte a influir ou ditar ora a agenda do Congresso, ora a do Congresso/Governo, ao preço do retrocesso político-social, da deseducação do povo, da construção do clima de insegurança pessoal e do medo individual que logo se transformará em medo coletivo.
Hoje, não sou o primeiro a afirmá-lo, não mais se pode falar em opinião pública, mas sim em opinião publicada, aquela que nasce da convergência das forças que militam contra o progresso social e toma a forma de verdade por obra e graça dos meios de comunicação, obreiros incansáveis da despolitização e da manipulação dos fatos. O monopólio os torna oráculos da ‘verdade’, uma impostura ideológica; o monopólio os torna ainda soberanos, pois está em suas mãos a ditadura do silêncio com que condenam ao esquecimento, à não-vida, a diversidade. Assim, sem ser notada, tijolo por tijolo foi construída a catedral do ‘pensamento único’, que, sonho dos melhores sonhos ideológicos, impera contra os fatos e muda a percepção da realidade.
É incompreensível que a burocracia das esquerdas brasileiras não se tenha detido, para agir, na avaliação do papel dos meios de comunicação na formação do pensamento político, e muito menos é compreensível que após mais de 12 anos de governo de centro-esquerda nada tenha sido feito com vistas à democratização dos meios de comunicação. Pior. Nossos governos, seguindo seus antecessores, contribuíram para o fortalecimento do monopólio ideológico e da cartelização empresarial que o nutre.
Mas há muitos problemas do lado de cá de nossa cerca.
É evidente que para o desgaste da imagem das esquerdas contribuíram as acusações do chamado ‘mensalão’ e da Operação Lava Jato. A crítica à exploração sensacionalista da imprensa ou às arbitrariedades das autoridades encarregadas das investigações não anula o fato objetivo dos desmandos efetivamente cometidos e que precisam ser apurados.
Esse é o fato a ser analisado em contraste com os anos 80, que registravam o avanço político da esquerda, alimentado por vitórias que caminhavam desde a campanha das Diretas-Já, a mais notável mobilização popular republicana, até a implosão do colégio eleitoral montado pela ditadura para eleger seu delfim (lembremos: Paulo Maluf, do PDS, hoje PP) e que terminou elegendo Tancredo Neves, o candidato da oposição que não tomaria posse.
Vivemos, presentemente, um ‘ponto morto’, aquele momento da História de um país que se pode dizer sem caráter próprio, uma estação de passagem. O passado ainda não foi superado e o futuro parece distante – e dele só podemos ter um visão embaçada. O desafio não se oferece à direita, que se articula e vai ocupando o terreno deixado livre, mas às esquerdas, de quem se reclamam forças para superar o passado que quer sobreviver no presente. E erguer-se, isto é pôr-se de pé, para enfrentar a reincidência reacionária. Além de engenho e arte para assegurar a vitória do futuro, para matar no nascedouro a semente da planta daninha do golpismo, da violência e da intolerância que, juntas, formam as bases do fascismo.
Precisarão nossas esquerdas de muita coragem para avançar e de muita humildade para rever seus erros. O duro é que o tempo urge.
Roberto Amaral