segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Nação Brasil. O sonho acabou.

O Brasil nas mãos de entreguistas.

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Está se decidindo, ou melhor já decidiram por antecipação o futuro do Brasil.
Decidido pelos piores elementos reunidos sob os olhares vendados da justiça, que o Brasil a partir de agora, deve perder a soberania.
Acaba-se um ciclo de esperança de um país livre e independente. Acaba-se aqui uma luta que se inicia há décadas, mas que é marcada pela “abertura”, anistia e fim da censura. Uma luta que teve 25 de janeiro de 1984 como seu ápice, na Praça da Sé em São Paulo.
O Brasil que sonhamos lá atrás era independente, distante do império americano do norte e livre para construir uma sociedade mais justa.
Foram, 32 anos de lutas e esperanças, em alguns momentos achamos que chegaríamos lá, mas um golpe interrompeu o sonho.
Não se trata é claro de defender o PT, ou quem quer que seja. Trata-se de defender a democracia e a soberania contra o entreguismo de calhordas a serviço de grandes corporações.
Algumas pessoas confundem, acham que defendemos o partido do governo, mas partidos deveriam ser passageiros, enquanto ideais são para sempre.
A classe média, burra, sempre manipulada é a principal arma dos mantenedores do poder de grupos.
O Brasil que venceu a fome volta a ser o país da fome. O país que venceu anos de injustiça desde a Leia Aurea, volta a ser o país dos hipócritas, o país que venceu as dificuldades para a educação dos pobres, volta a ser um país de serviçais.
Somos novamente governados por corporações representadas por bandidos eleitos pelo povo, como se fosse uma democracia. Como se eleições não tivessem resultados garantidos pela ignorância pré-fabricada num grande esquema de mídia coletiva.
A farsa da Lava-Jato, a farsa da justiça, a farsa do golpe legal, a farsa da Globo e a realidade de um povo acéfalo, manipulado e desesperado, mesmo sem saber o porque.
Vence o golpe disfarçado em justiça. Vence as corporações que compram o Brasil e transformam o povo em escravo, mas ele não sabe que é escravo. Vencem as religiões que manipulam para lucrar, vence as facções criminosas cada vez maiores e ao lado de um estado terrorista, vence a indústria da morte, de norte a sul sempre lucrativa, vence a corrupção e os falsos justiceiros.
Antes de Dilma não existiam investigações.  Dilma garantiu a delação premiada e a liberdade de investigações. Essa delação e liberdade que irritaram os criminosos.
Falamos isso há muito tempo, mas a manipulação midiática atinge ignorantes facilmente manipuláveis, bem com a pseudo-esquerda festiva e oportunista.
Todas as investigações da Lava Jato, promovidas pelo juiz Moro foram no sentido de desmoralizar membros do PT para atingir o governo Dilma levando os manipulados a acreditarem que só ali existia corrupção e que nunca se roubou tanto como hoje. O objetivo maior é Lula.
Seria simples prender os corruptos sem tanto alarde e sem escolher os partidos. Mas a função de Moro não era essa e Gilmar deixou isso bem claro, “lugar de herói é no cemitério”
Entre os delatados estão nomes mais expressivos, Cunha, Temer, Sarney, Jucá, Aécio, Caiado, Serra, mas isso nunca vem ao caso.
De um lado José Dirceu está preso e condenado a 23 anos, tudo o que se diz sobre seus possíveis roubos não chega a uma das contas de Cunha na Suíça. Sua mãe teve a casa confiscada. Uma casinha de classe média baixa de uma mulher com mais de 90 anos. Exemplo  de “justiça” do Sr. Moro, que não teve coragem sequer para interrogar a mulher e a filha do Cunha. Moro também não condenou ninguém no rombo de 600 bilhões do Banestado. Eram tucanos com proteção do Ibama.
A luta não é pelo PT, a luta é pelo Brasil, que a partir de agora  está literalmente a venda.
A culpa maior, claro, é do PT. O partido não investiu em cultura para criar uma “nação”, não teve coragem de mexer nas concessões de TVs. Fez o jogo de empresários e de banqueiros e pior, achou que poderia senta na mesma mesa dos patrões.
O golpeera eminente e seria a única forma de parar com tudo, parar investigações, trazer a direita corrupta de volta ao poder, acabar com programas sociais e privatizar o país. E é claro entregar até a mãe.
Existem interesses enormes para privatizar a saúde.  É uma questão de dinheiro, a privatização é o melhor caminho para a corrupção.  Prorrogar o tempo de trabalho do cidadão e só aposenta-lo na morte.  Acabar com a cultura (que já não existia) e deixar que a Globo cuide da formação da população,  que já vem sendo dopada há anos.
Voltamos a 1964. Agora com um golpe mais apurado. Um golpe constitucional. Imitamos o Paraguai e hoje somos moradores de um território.
O Brasil volta ao seu lugar de sempre. De quatro para os americanos.

Acabou o sonho. Dilma poderia pelo menos ter apontado o dedo na cara de cada senador e dito ao mundo qual era o preço de cada um. Seria um reinício.