sexta-feira, 13 de maio de 2016

Um golpe contra os BRICS

Crônica de um golpe anunciado 



Finalmente se consumou o mais demorado golpe na democracia brasileira. O golpe que se iniciou no dia da posse da presidente, com as pautas bombas, a traição do vice e seu compromisso com empresários, bem como total desapego ao povo brasileiro e a manipulação da mídia coordenada por interesses dos Estados Unida, principalmente na luta pelo enfraquecimento dos BRICS.
Do lado petista a constatação de que a senzala quando chega à casa grande não deve dormir com os antigos moradores.
O PT deitou e rolou com a parte mais podre da política brasileira, na qual se incluem Maluf, Sarney, Kassab, Lobão, Blairo, Renan e tudo o que nunca prestou. Apoiou multinacionais com empréstimos do BNDES e isenções de IPI.  Dormiu no chiqueiro e saiu como cheiro do porco.
O novo governo que se inicia é nada mais que o velho jeito de governar. É o governo de austeridade para o povo e festa para grandes empresas.
Entre os principais perdedores estarão Aécio Neves e Alckmin, dois políticos que só existem em virtude de mortes, da morte de Tancredo e da morte de Mário Covas. Apoiaram um golpe patrocinado também por tucanos, onde só o bico de Serra terá lugar para degustar o prato principal, que será a total privataria da Petrobras e Pré-sal.
No alvo ainda pode vir a privatização de setores da educação. Os professores merecem. Para alunos não muda muito, pois o nível já é baixo.
Além de todo o retrocesso social e político o que veremos é a saída do Brasil dos BRICS, que é o futuro, para retornar aos braços coloniais dos ianques, que nada mais é do que um passado triste e perverso.
Que é golpe não temos duvidas, mas é também a 3° vez que o PMDB assume o governo sem ganhar uma eleição. Seria interessante se não fosse trágico.
Temer terá um governo do seu nível político, com Alexandre Morais, advogado do PCC na justiça. Blairo Maggi, o Sr. Motosserra, líder em consumo de defensivos proibidos no Brasil e integrante da bancada da bala e dos grileiros.  Nas “cidades” Bruno Araújo. Para  dar início a campanha do vampiro Serra.  Alex Canziano vai para o trabalho, como o grande defensor do patrão. Eliseu Padilha um ofice-old do Temer fica na casa civil.
O sionista Ilan Goldfajn leva o Banco Central para os braços do Itau e para colaborar o Henrique Meireles representando o Tio Sam, cuidará da Fazenda.
José Serra é o nome da relações internacionais, poderiam ser relações sexuais, sua missão é enterrar os BRICS, o maior mercado do mundo, com mais de 3 bilhões de consumidores, as maiores reservas de água, energia e alimentos. Caberá a Serra, junto com o Moreira Franco, que entrou para o cenário político na década de 70, quando se casou com a filha de Amaral Peixoto.  Seu grande feito político.
Nas comunicações Kassab, aquele que traiu Maluf, depois Serra, depois Alckmin, depois Dilma e agora está novamente com Serra.
O maior golpe é na cultura, para provar a necessidade de se manter o povo na ignorância, acabaram com o ministério e ainda entregaram a educação nas mãos do DEM. Não precisa desenhar.
No planejamento outro nome importante, Romero Juca.  Por falar em planejamento, que índios e posseiros comecem a planejar acampamentos na Venezuela.  Correm riscos.
O que devemos esperar é um bom governo para empresários, com mão de obra barata, quase escrava e um povo cada vez mais ignorante. Um governante apoiado por evangélicos com influencia em decisões importantes, ou seja, retrocesso social e cientifico.