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sábado, 13 de junho de 2020

Política em Bragança. A volta da mentira.

Política feijão com arroz, da terra da linguiça
Política em Bragança.

2020, se nada mudar teremos eleições.

Mais uma vez o que se apresenta é o mesmo do mesmo. De um lado Jesus, do outro José.
Jesus, atual comandante do exército Chedid sai na frente. Não pela qualidade de sua administração, mas pela capacidade de aglutinação dos servos. São obedientes e não discutem com o chefe. Aliados a isso temos uma máquina administrativa oficial e um poder de comunicação, que tem a FM como principal cabo eleitoral.
Os chedids venceram em 1968, 1992, 2000, 2004 (cassado) e 2016.
Do outro lado temos José de Lima, cansou de ser prefeito e passou a nomear seus representantes. José de Lima se elegeu em 1972, 1982, 1996, elegeu seu sucessor em 1976, em 1988 e em 2012.

Vejam que não há vácuos nessa história. É a história de Bragança e seus eleitores que acreditaram numa polarização onde o povo era levado a acreditar, que os grupos eram inimigos. Nunca foram e eu explico mais abaixo.

Se hoje José de Lima, no alto de seus anos, hoje contados em décadas, não tem coragem para ir a disputa, afinal grande parte de seus eleitores estão mortos -ele até poderia entrar no livro dos recordes de participação de velórios – é necessário que tenha alguém barato, maleável, ou amigo, na prefeitura. Sua indústria e negócios imobiliários, principalmente, necessitam de apoio amigável.

Em 2004 iniciou-se o processo de cassação. Eu como presidente do PSB era o coordenador da coligação e único responsável pelo processo. Só eu poderia retirar essa ação. Passada a eleição, com uma derrota inesperada, diferente da derrota de 2000, quando a eleição parecia ter sido “entregada”, Lima foi o principal guerreiro para que a ação fosse retirada e se deixasse Jesus no poder. Lima ligava, marcava reuniões e chegou a reunir 8 partidos em um sábado de outubro de 2004, para tentar me convencer, ou agradar, ou achar uma solução jurídica para que eu retirasse a ação. José queria Jesus. De qualquer forma. E eu fui o único a segurar a bomba, que culminou no afastamento de Jesus em 7 de outubro de 2005. Nessa fase o prefeito elemento que iria assumir, prometeu transparência e dignidade. Prometeu cumprir os acordos com membros da coligação e nem ao próprio presidente de seu partido, na época Aguirre, ele respeitou. 

Numa das entrevistas que dei para a Tv Altiora, a jornalista Lucy, me perguntou se eu achava que fora nomeado Secretário de Cultura por competência e, se surpreendeu com minha resposta. Eu disse-lhe que se fosse por competência teria sido secretário em todos os governos, pois eu era o único que entendia a função da secretaria, mas nesse caso teria sido por medo do prefeito, em que eu retirasse a ação e que assim que a mesma fosse julgada, eu e todos os que queriam mudanças, teríamos que sair, pois o prefeito João Solis, no dia seguinte entregaria a administração para os mesmos de sempre. Acertei. Na mesma semana que saí, saíram todos os que representavam uma política de mudança. E a escolha foi nossa, minha e dos outros que saíram, todos pediram a exoneração como pode ser provado no RH da prefeitura. Todos que poderiam ganhar o salário de secretários e se quisessem ficavam em casa.

Isso reflete um pouco da ligação e interdependência entre Jesus, José e Maria. Querem mais? -Quando escrevi o livro sobre o José de Lima, na revisão ele mandou tirar qualquer referência ofensiva, ainda que verdadeira aos Chedids. Eu só vi isso quando o livro estava pronto. Nessa época fiz muitas gravações, algumas curiosas, que não chegaram a serem usadas, por eu considerar particulares demais. Uma deles feita com a ex-primeira dama.

Mas continuemos...
O que tivemos desde 1968 de oposição aos dois grupos. Nardy, Villaça, Paulo Miguel e Sartori. Com exceção de Paulo Miguel, que faleceu precocemente, os três restantes foram caluniados, rechaçados, ridicularizados pelos dois grupos, que sempre dividiram informações. Poderia ter entrado nesse grupo, o vereador Marcus Valle, que preferiu uma opção cômoda se se tornou vereador ad-eternun. Ele era o nosso candidato em 1982, foi em outros momentos e seria ainda hoje, só dependeria de seu desapego.

O membros do grupo Chedid, eram os mesmo do grupo Lima, Galileu, Amaury, como destaque atual. Ou os membros do grupo João Solis, que passou a ser comandado por Lima, como Sergio Pereira (radares, sinalização), e outros dos dois grupos que estiveram com Nicola, ou Fernão Dias e hoje são Lima, ou Chedid.
Até aqui não há dúvidas, são dados visíveis, os quais, qualquer mentalidade mediana pode conferir.  

E a oposição.
Excetuando-se o grupo hoje ligado ao PSOL, cuja retórica séria, porem intelectual, afasta-os do povo, a grande parte é negociação.
Vamos tirar desse bloco, por enquanto, o PV e o PSB. Voltarei aos dois.
Partidos dito esquerda, que ainda lutam, o fazem por motivos pessoais. Nunca por motivos da coletividade. Ou será que o Miguel Lopes, levado por pangarés da política, a conversar com o presidente do partido do Brizola, virou esquerda? -Alguém acredita? Ou o PDT local, se unindo com o PTB do Zé de Lima e Campos Machado, para apoiar João Solis, o mentiroso, que era rechaçado pelo próprio Lima, que não queria que ele assumisse, que pretendia deixar o Jesus na cadeira, seriam uma solução séria? E isso ainda com apoio do Almeida, o ex-prefeito de Guarulhos, que foi candidato a deputado federal, com uma votação vergonhosa em sua terra, pela péssima administração que fez. 
Eu trabalhei na prefeitura, os últimos recursos que consegui, foram de 2,8 milhões para a revitalização do entorno do Tanque do Moinho, que daria mais dignidade aos moradores da região, valorizando suas residencias e trazendo segurança. Não vi o uso dessa verba, muito divulgada pelo Bragança Jornal e Gazeta Bragantina, na época.  
O PCdoB é outro que não devemos sequer citar. Na última eleição se uniu ao DEM. Isso é como a união de Lima com Chedid, ou do PDT do Brizola, com o PTB do Campos Machado. PDT, que veio para as mãos da atual executiva, porque Lupi não queria que seu partido continuasse como legenda de aluguel e acreditou na ideia de um partido independente a ser criado aqui. Ideia, que diga-se de passagem, eu assinei e me comprometi a cumprir, embora não conhecesse a índole dos “companheiros”.

E o que resta? Partidos compostos por ex-partidários de Jesus, ou de Lima. Confiram a sobra.

Vamos ao PV e PSB, o PV tem como principal objetivo a reeleição de seus dois vereadores. Ainda que na oposição e sem fazer diferença no quórum final, devem trilhar o caminho mais simples. O PSB, tem um candidato a prefeito, Sartori, que por sinal foi o único bragantino escolhido nos últimos anos, para ser secretário de estado e, uma chapa de vereadores regular, que sente o peso da luta contra os velhos costumes e não consegue acordos. Poderiam se unir e tentar conquistar apoios extras, o que não é fácil, tem custos e requer muitas negociações.
Como vemos, caros eleitores, a política local não é para amadores, está nas mãos de profissionais e o povo mais uma vez tende a votar nos mesmos. Muitos irão concordar com esse relato, mas a concordância ou não, de cada um, não muda nada, como nossa cidade não vai mudar. Seria necessário que cada um saísse agora e fosse a luta, por uma política melhor, mais séria, humana e desenvolvimentista. Ou então ficaremos como estamos.
Ao fazer essa análise simples, me afasto de todos os grupos, mas isso também faz parte da normalidade, nunca votei nos vencedores e nem em quem eles mandaram. E na cidade de Bragança, só votei em dois vereadores que foram eleitos alguma vez, o Valle em 1988 e 92 e o Sartori em 2004. Ou seja, em 42 anos, nunca elegi um prefeito, e foram apenas dois vereadores, que acertei. Mas nunca errei os resultados das eleições locais e me sinto com a missão cumprida por ter votado sempre no melhor, nunca no vencedor. Os resultados estão ai. Analisem o que a cidade perdeu nesses anos. Os empreendimentos imobiliários de poucos e para poucos. O comercio cada vez mais pobre e as industrias de poucos funcionários e poucos impostos.
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Sugiro a todos que analisem as fotos


Nem sempre as disputas são entre candidatos sérios.
 Sempre tem um que destoa.. O Brasil é cheio de Tiriricas.
De mentirosos e covardes, por isso não devemos errar. 1 erro pode gerar muitos
problemas para a população. Eleição não é brincadeira. 


A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas a sorrir, pessoas em pé e interiores 
É terrível ver o PDT, partido de Brizola, hoje dirigido por Lupi, grande pessoa, com  diretórios ligados
ao Campos Machado. Com nomes que deveriam trabalhar para a sigla,
na lista oficial de pagamentos do PT. O que pode ser provado com uma simples verificação e o que
é pior, membros da maquina pública, inclusos nas listas. 


Eleições de 2004

Chedids, Limas e partidos do abraço, sempre se unem 


O prefeito que iria chutar os radares, de repente contrata alguém
para encher a cidade de radares. Hoje no PTB, Solis terá o apoio de
partidos "ditos" esquerda. Uma desmoralização para as siglas.


Todos prontos para suja a cidade


Eles se unem, ou se dividem de acordo com as necessidades.
A meta é falar em mudança, para deixar tudo como está.

Infelizmente uma ação judicial, não retirada, como queriam 7, dos 8 partidos da
coligação, colocou na prefeitura esse indivíduo, que hoje quer voltar.

Foram vários contratos e distratos estranhos.
Em breve uma lista...

Um imagem vale mil palavras.



Lima elegeu com seu grupo, quatro prefeitos,
assumiu por 3 vezes e deixou a prefeitura com os Chedids
em outras 4 oportunidades. 

Uma gravação telefônica feita na sede do PCdoB, ainda em 2007
mostra quem é quem na política local. Quem mente, quem se acovarda...

Uma expressão é importante.Esse individuo fala que andou ajudando muita gente,
mas esquece de falar que foi colocado lá, por força de uma ação, que se retirada
ele não teria nunca chegado lá. Ele ajudou, ou foi ajudado? Ganhou uma prefeitura de
presente, de quem? Quem segurou a ação? 

Quem foi o mentor intelectual dessa administração trágica?


Durante a fase de processos, ainda em 2004, Solis prometia uma administração honesta e
transparente. Prometia cumprir seu mandato com dignidade e sem traição. 
Seria mais útil para o cidadão, que a ação fosse retirada, como exigia José de Lima. 




Vai você e eu? Essa seria uma boa legenda, afinal tratam-se
de dois políticos conhecidos e amigos.

Afinal, o Kassab é de quem? O de todos? 


Senador por Milão, Itália e Gustavo Sartori.
Lima com Rodrigues, Nossa Senhora de Fátima, que aportou em Bragança após negociação
com o empresário Belarmino
Lima criticando Hafiz Chedid, pelas tubulações de papelão, como ele dizia
e abaixo abraçando Hafiz, pelo apoio em 1982 

sábado, 7 de dezembro de 2019

Eleições Bragança 2020


Para quem tiver tempo e vontade de ler, vamos a um textão de esclarecimentos sobre o PTB e suas reais intenções. Vamos tratar um pouco do que é o PTB no país e os motivos de suas coligações municipais. Vamos mostrar os acordos e seus motivos. Vamos tratar de nossa cidade, Bragança Paulista e mostrar mais um projeto ilusionista  para atrair o eleitor e fazer de conta, que existe uma mudança, que se aproxima, quando na verdade, os acordos são feitos sempre pela manutenção de um poder que vem desde 1959 e sempre contando com o apoio de “novas” correntes, que surgem como pangarés, num grande premio de puros sangues. E ainda mostrar que esses pangarés dão autenticidade ao processo.


E o Lupi, sem saber, está com o grande "esquerdista" Miguel e o dono atual do PDT local
Lupi nunca imaginou estar ao lado de tão grande liderança trabalhista. Nem em Cuba!


PTB –
O PTB atual não tem nenhuma relação com o PTB de Vargas, João Goulart e Brizola. Desde seu lançamento em 1980 foi um partido de apoio a ditadura e de quem estivesse no poder, desde que recebesse sua parte em cargos, muitos cargos. Não é o partido de Brizola, mas o partido de Campos Machado e Roberto Jeferson, entre outras sumidades, ou nulidades sociais.

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Outra grande liderança esquerdista popular.
Pelo menos na visão dos pangarés "exquerdas" e psicopatas políticos. 

O “velho” PTB tinha grande penetração entre as classes populares no período 1945-1965, além de possuir uma trajetória de crescimento constante, sobretudo na Câmara dos Deputados.
O reaparecimento do PTB começou a ser discutido, 13 anos após sua extinção, por dois grupos políticos. De um lado, um grupo de políticos exilados, liderados pelo ex-governador gaúcho Leonel Brizola, planejava a reorganização da legenda, uma vez que seu retorno ao Brasil era iminente com a redemocratização. Em 1979, Brizola promoveu em Lisboa, juntamente com diversos políticos socialistas, entre eles Mário Soares, o “Encontro dos trabalhistas do Brasil com trabalhistas no exílio”. Cerca de 80 trabalhistas brasileiros foram a Lisboa para participar da elaboração de uma carta contendo as bases programáticas do novo PTB, partido que, dessa vez, se empenharia na defesa do “socialismo democrático”.

Um outro grupo político também buscava o registro do novo PTB. Tal grupo, baseado em São Paulo, era liderado pela ex-deputada Ivete Vargas e Gilberto Mestrinho.
Tendo em vista o fracasso de suas tentativas de aproximação com o ex-governador Brizola, Ivete passou a acusá-lo de ter sido responsável pelo que chamou de “radicalização” do governo João Goulart.
Leonel Brizola retornou ao país e, juntamente com seu grupo político,  em setembro de 1979, tendo ao seu lado Doutel de Andrade, Luís Fernando Bocaiúva Cunha, Valdir Pires e Darci Ribeiro, tentando definitivamente posse do PTB.
Em maio de 1980, o TSE deferiu o pedido de Ivete Vargas, concedendo-lhe o registro provisório do novo PTB. O grupo ligado a Leonel Brizola denunciou a decisão do TSE como sendo uma “manobra” realizada pelo governo federal com o intuito de transformar o PTB em um partido “patronal”.

Nota1 – Hoje o PTB da cidade está ligado ao Patrão José de Lima, dono de uma fortuna inacreditável, um dos maiores fabricantes de ração do país e que jamais esteve ao lado das lutas sociais e trabalhistas. Um verdadeiro líder patronal.


Em fevereiro de 1981 alguns jornais e revistas brasileiros publicaram matéria informando que Ivete Vargas teria, de fato, contado com a ajuda do general Golberi do Couto e Silva, ministro chefe do Gabinete Civil da Presidência da República, para obter o registro do PTB. Os papéis referentes ao registro do partido teriam tramitado pelo palácio do Planalto, contando com a colaboração de Alberto Eduardo Costa, subchefe do Gabinete Civil, e teriam seguido de Brasília para o Rio no malote da Agência Nacional. Em novembro ainda de 1981 o TSE concedeu o registro definitivo do PTB a Ivete Vargas.
Em março de 1981, o PTB contava com cinco deputados. Até o final do ano, tinha recebido a adesão da ex-lacerdista Sandra Cavalcanti e do ex-presidente Jânio Quadros. e  Aarão Steinbruch, do Rio de Janeiro. Vários parlamentares entrariam em seus quadros em 1982, descontentes com a fusão do Partido Popular (PP) com o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Assim, em agosto de 1982 o PTB já tinha a terceira maior bancada do Congresso, com 14 deputados e dois senadores.
Assim começa a trajetória Petebista, sempre ligada a posições dentro dos escritórios governamentais, apoio a governos de direita, contra as lutas trabalhistas e com enorme apresso ao adesismo e fisiologismo.

PDT regional

Enquanto o PDT de Brizola seguiu seu caminho de apoio popular e sempre presente nas lutas democráticas e sociais, seu partido no estado de São Paulo tomou rumos diferentes, variando entre partido de aluguel e apoiador do poder, seja nas cidades do interior do estado, ou na capital.
Em Bragança o partido de Brizola sempre esteve próximo ao grupo Chedid, seja com jesus Chedid, Nabi Chedid, ou Edmir Chedid. Nunca esteve sequer no centro, sempre foi direita. Nunca com o povo, sempre com dirigentes patronais e lideranças políticas ligadas aos empresários.
Em 24 de janeiro de 2017, as 01:32h, o Rafael Lopes me enviou uma mensagem solicitando informações do PDT, queria apoio para assumir a legenda.
Eu sugeri que ele ligasse para o partido e marcasse uma reunião em São Paulo e assim foi feito. Lá fomos atendidos pelo Gaetta, que se mostrou simpático a mudança de mãos da legenda, porém outro grupo, ligado ao PDT e com apoio do diretório de Itatiba tinha o mesmo interesse.
Marcamos outra reunião, dessa vez com Carlos Lupi, grande político do Rio e torcedor fanático do Fluminense.
Na reunião Lupi sugeriu que a legenda na cidade deveria ser dividida entre os dois grupos. Rafael estava concordando, não sabia o que falar, mas tomei a palavra e disse, não. Não poderíamos estar ligados a um grupo, cujos nomes sequer eram conhecidos e poderiam ser apoio ao mesmo grupo político, do qual o atual diretório fazia parte.
Lupi me perguntou se eu assumiria então o partido e eu disse-lhe, que não, mas poderia fazer parte do diretório sem qualquer cargo, ou compromisso, apenas para ajudar.
Am seguida falamos sobre o seu fluminense, trocamos livros e fomos embora.



Durante as eleições de 2018 tentei várias vezes falar com Rafael Lopes, enviei vários recados lidos no Wahtsapp, mas nunca obtive retorno. Só uma ele vez enviou uma mensagem pedindo para eu não descer o pau no prefeito de Atibaia, cujo capanga havia roubado meus óculos, num momento em que uma reação poderia causar um tumulto, em virtude da presença do governador.  Mas ele dizia que esse pedido não era dele e sim do presidente do PT de Atibaia. Estranhei... 
Fizemos a campanha do Alexandre, com baixos recursos o que se prova pela votação e sem nenhum apoio do diretório, posteriormente vim a saber que ele, o presidente do diretório, estava em contato direto com membros do grupos de Santiago, um velho político de praticas tradicionais da cidade de Atibaia, sua cidade também. Estranhei ainda quando vi nomes de membros do partido na relação de contratados de um deputado federal, nomes inclusive de funcionários públicos, o que é vedado por lei.
Somente em janeiro desse ano Rafael veio a me atender, dizendo que eu estava fora do partido, por deliberação dele próprio, por eu ter trabalhado para outro candidato. O que era mentira, mas boa desculpa. Mesmo porque sendo funcionário da prefeitura de Guarulhos, naquela ocasião, eu não teria tempo nem seria ético trabalhar para alguém, o que é claro, não me impediria de pedir votos e o fiz, em pequena escala, para o candidato Alexandre Reginato.
Em uma mensagem via Whatsapp, que por engano veio também para mim, fiquei ciente que até seus comentários eram repetições de um lacaio de Atibaia, pago para fazer o marketing da manutenção do poder, aqui e lá. Carregado de mentiras e calúnias, usando as mesmas palavras de capangas conhecidos. Percebi ainda que a retirada de meu nome se deu por eu não concordar com a ligação, sem necessidade, com coronéis, aproveitadores e oportunistas.

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Observações quanto a psicoses sociais.

Durante essa fase fiquei a observar alguns pangarés da política local e ficou evidente os traços psicológicos ligados ao passado pessoal, fazendo com que pessoas menosprezadas politicamente e tidas, até por elas próprias como inferiores, aproveitam das menores chances para pequenos golpes, que as façam ser tratadas como gente importante, aduladas momentaneamente  e grandes a ponto de propor suas lutas doentias, como vingança social e almejando. Um passado de bullying social por posturas nem sempre lógicas, leva algumas pessoas a forra, despejando em todos o seu desespero pessoal e prejudicando, muitas vezes a coletividade. São pessoas sem o menos senso de recuo, quando o mais importante na luta deveria ser o coletivo. Os psicopatas políticos ainda encantam e transformam suas mágoas  em carisma temporário por uma vingança contra eles mesmos. Ou aqueles que os menosprezaram.

Eleições municipais.

A família Chedid começou a se eleger em 1959, isso na Assembleia, logo depois José de Lima se elege vereador e a partir de sua eleição na presidência da Câmara Municipal, traçam um projeto de poder duradouro até hoje. Esse projeto tem início em 1968 com a eleição de Hafiz e a candidatura de José de Lima, como coadjuvante, para compor votos na ARENA, contra o MDB.
Na eleição seguinte começa uma troca, Chedids lançam com pouco apoio o Bauna e Zé de Lima vence em 1972 e faz sucessor em 1976, depois de um breve rompimento entre os grupos. Em 1982, cientes pelas pesquisas que saindo separados perderiam as eleições, Chedid e Lima se unem. Zé de Lima ganha por 46 votos e Hafiz se torna presidente da Câmara com apoio de Lima. Em 88 seria a vez do grupo Chedid e Lima apoia Nicola, mas um apoio mais para dizer que ele e Chedids são de grupos diferentes e adversários. O imponderado é a alta votação de Marcio Vilaça que acaba tirando e dividindo votos apenas com o grupo Chedid, sem tirar votos de Nicola.
Em 1992, Jesus vence a eleição, concorrendo com José de Lima, com o pé no freio, e sem um terceiro tirando votos, pois Nicola não apoia seu candidato Gonza, que tem votos irrisórios e não atrapalha a leitura final. Em 1996 é a vez de José de Lima, Jesus Chedid lança Lisa, para fazer vereadores e quase chega perto de uma vitória, mas tira o pé, como fez lá em 72, com Bauna. É uma constante no grupo Chedid o apoio à família. Eles não criam novas lideranças para não correrem riscos e como possuem peças de reposição, não arriscam nada. Sempre que lançam outro é para ser derrotado.

Eleições de 2000.  
Nosso grupo de oposição não tinha votos. Marcus Valle, que desde 1982 poderia ter se candidatado a prefeito, queria apenas a eleição de vereador. Aguirre tinha vindo de uma eleição fraca. Paulo Miguel resolver dar um voo solo pelo PPS.
Eu procurei Aguirre e sugeri que apoiássemos José de Lima, pois seria uma reeleição e se ele fosse eleito, em 2004 teríamos uma disputa direta apenas contra os Chedids, mesmo que Zé os apoiasse. Era uma questão estratégica.
Eu cuidei disso e via Sérgio Conte fui conversar com Lima. Embora fossemos adversários políticos e ideológicos, o Zé era meu vizinho, eu o conhecia desde criança, não seria difícil.
Expus meu projeto, que foi aceito e comecei a trabalhar com ele, só no ano de 2000, por 11 meses, eu tinha um projeto para o funcionamento da secretaria de cultura e turismo, que ainda não existia  e um plano de marketing a ser feito com alunos de hotelaria, administração e turismo de várias faculdades (entregue em 2000 para José de Lima e em 2001 para Jesus).
Por dois motivos José de Lima não se elegeu. 1° -não fez campanha 2° - O imponderado foi a votação de Paulo Miguel, em terceiro lugar, com votos tirados diretamente de José de Lima, em campanha paralela a de Jesus.
Eleições de 2004, mais uma vez a disputa era direta entre Jesus e José, mais uma vez José tirou o pé do acelerador, dispensou os shows (na época podia) e disse a todos os candidatos que no lugar dos brindes (eram muitos, bola e bonecas) era para dar pipocas.
Nessa eleição a coligação de José de Lima tinha 8 partidos, sendo que eu tinha comigo, por palavra empenhada, 5. Na formação das coligações proporcionais e definição da chapa majoritária, José de Lima, ele indicou um coordenador jurídico que eu não aceitei, indicou o segundo que também foi recusado até que eu fiquei como coordenador jurídico, ou seja, todas as ações jurídicas passariam por mim e teriam a minha assinatura.
José de Lima tirou o pé, já no fim da campanha, pois eu tinha entrado com dezenas de processos, por irregularidades na campanha do adversário e ele acreditava que em segundo lugar, assumiria, assim não precisava gastar muito. Mais uma vez o imponderado e ele ficou em terceiro.
Restavam duas ações para serem julgadas e uma delas por certo cassaria a eleição de Jesus.
Com a derrota confirmada, José de Lima só me ligou na quinta feira após a eleição. Eram 17 horas e eu estava em uma oficina, consertando o velocímetro do meu Lada. Ele me pergunta onde estou, eu respondi e ele me disse, deixa o carro ai, vou mandar o motorista te pegar  e você passa com ele na Renault e pega um carro zero. Pega o que você quiser.
Quando a esmola é demais o santo desconfia... Falei que não precisava, meu carro estava quase pronto e em seguida eu passaria na casa dele.
E fui. Ao chegar ele fez uma longa explanação sobre a necessidade de retirarmos a ação contra Jesus, que era melhor Jesus no poder, até porque o João Solis, não era confiável.
Ele disse inclusive que já estava tudo preparado, em nome da coligação e que bastava eu assinar. Eu disse não. Tivemos uma breve discussão, onde ele falou que o candidato era ele e quem mandava era ele. Eu apenas respondi que quem assina “sou eu”. 
Diante da impossibilidade de me convencer, me solicitou que me encontrasse com Jesus no Hotel Boubon em Atibaia, ele iria junto e seu motorista nos levaria. Eu topei,
Fomos e logo que entramos fomos recebidos por Jesus que me cobriu de elogios, eu olhei para trás, mas não tinha ninguém. Ele dizia aquilo tudo para mim mesmo. E mesmo não acreditando resolvi tomar aquelas palavras, como verdade. Mesmo que fosse por pouco tempo. Ai aprendi a gostar pessoalmente de Jesus e depois disso muitas vezes conversamos com um certo grau de sinceridade. É um político experto, ágil, inteligente, o mais rápido da família.  Mas ai tomei uísque do melhor, bastante, e comi uma coisa que pagaria a compra do mês, para comer de novo. Nem lembro o nome.
No jantar o Jesus disse-me que queria muito a minha presença em seu governo, e repetiu as palavras que só minha mãe diz, você é inteligente, só falta oportunidade. Fiz questão de provar que sou burro e não sei reconhecer as oportunidades. Mas só no dia seguinte.
Saímos de lá como ótimos amigos e eu deixei a resposta para o dia seguinte. Sexta-feira.
Na manhã de sexta feira chamei em casa o Gustavo Sartori, que acabará de ser eleito vereador, eu já sabia qual seria minha resposta, mas queria a confirmação do vereador do meu partido, que fechou comigo.
E eu disse não. José de Lima ainda reuniu os 8 partidos no sábado a tarde, para estudarem uma maneira de me tirar da presidência da coligação, mas não tinha como...
Com Jango assumindo, seria uma maneira de finalmente ficarmos livres dos dois grupos, pois precisávamos mudar os destinos de Bragança. Jango assumiu no dia 7 de outubro de 2005 e manteve sua palavra até maio de 2007, em junho ele teria o processo julgado em 3° Instancia então já poderia ir se livrando daqueles que queriam tantas mudanças. Ao dar o sinal que entregaria tudo de volta, na mesma semana vários secretários deixaram a prefeitura. Só ficaram aqueles sem compromissos populares e sem ideologia.
Vieram as eleições de 2008, José de Lima que apoiaria Gustavo Sartori, na possibilidade de uma vitória desse e a criação de nova liderança, mudou de ideia de madrugada para ter candidatura própria, apenas formal. Jesus, que lançou se lançou sem poder, pois estava cassado. Em seguida Jango se compõe com os grupos tradicionais e derrubam a candidatura de Sartori. Para esses grupos, agora era melhor Jango, como em missa de corpo presente e bem maleável, do que Sartori assumindo e arruinando o projeto Lima_chedid
Em 2012 surge Fernão, bom delegado, gente boa, nunca foi político. Uma semana antes tinha tecido largos e rasgados elogios ao Jesus. O presidente do PT, Marcel, aproveitou na época para deixar sua vice no comando e foi negociar um cargo de Conselheiro da Vale, onde se encontra até hoje e nunca voltou para a cidade para nos informar sobre as mortes e a tragédia ambiental da Vale. Fernão saiu pelo PT, que estava na moda e ganharia até mesmo aqui, onde o povo não sabe o que é comunismo, trabalhismo, nacionalismo e não difere esquerda de direita.  Fernão ainda que no PT teve apoio do empresariado, comandado por José de Lima e Jesus entrou na briga, com um terceiro candidato, que quase chega lá, tirando o pé da campanha nos minutos finais. O mesmo roteiro de sempre. Só aqueles que podem mudar os destinos da cidade, são alijados, via calunias grotescas, ou novas candidaturas paralelas. 

Depois da administração do Fernão, que levou para o poder diversos membro do grupo Lima, como a secretária de educação, o fiel escudeiro Regis, Carvalho Pinto e tantos outros, a eleição de 2016 estava no colo de Jesus. Nem precisaram lançar um terceiro candidato para tirar votos do italiano.
E ai chegamos a 2020. A eleição é de Jesus, ou quem ele indicar. Esse pelo menos é o acordo e a intenção de grupos do passado. Devido a qualidade de sua administração atual, Sartori, que anda correndo a periferia, há 15 anos, pode levar. É necessário impedir que isso ocorra, pois se Bragança mudar e evoluir, eles jamais voltarão aos seus postos de reis e vice-reis de uma cidade, que acredita em tudo, até papai Noel e boas intenções da direita conhecida. Sartori nesses anos teve atuação atuante, aprendeu nas prefeituras de Jundiaí, de Guarulhos e chegou a secretário de estado. Esse rapaz que era o menino de 2004 é hoje um jovem experiente com ideias e amigos em todos os cargos estaduais e federais, desse governo, do anterior, ou do futuro. Ele pode causar um surto de crescimento irresponsável, onde a população veria o que é uma administração voltada para o povo e gostar de ser bem tratada,
Para não ter o risco de uma vitória do candidato do PSB é necessário lançar mão da velha estratégia de divisão. Tem o Jango ai, que segundo seu próprio atual partido, não é confiável, mas sabem também que ele não chega a lugar algum. Porque não pegar uma outra legenda de aluguel, de preferência de centro esquerda e lançar um vice deles? Ai poderiam dizer que era a renovação.
E ai eu lembro, nenhum político com um mínimo de seriedade sai da direita para a esquerda, e da esquerda para a direita, sem escalas. Se você ver isso acredite no oportunismo. Alguém que ontem dizia aos quatro ventos, que queria mudar o mundo, não se alia ao passado.
Espero que entendam e aproveitem. Bragança ainda tem chance. Dê uma chance para nossa cidade livrando-nos do passado. Não acreditem em candidatos carismáticos, de bom coração. Não existe mãos limpas. Existe vontade e ideologia, ou no mínimo a vontade de mudar 60 anos de ilusionismo. Abraços a todos.

PS- a formação de um grupo "novo" apenas para dividir votos, mostra que esse ano a eleição pende para o candidato do PSB. Só o desespero faria com que os políticos dominantes, buscassem novos acordos, incluindo os não confiáveis para eles e os pangarés oportunistas.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Ciro Gomes e Marcio França - PSB & PDT - Política com seriedade


O PDT vai fazer parte da coligação de Márcio França (PSB) na disputa pelo governo de São Paulo. O apoio foi anunciado pelo candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) na convenção estadual do PDT-SP nesta 5ª feira (26.jul.2018).

O apoio do PDT era aguardado por Ciro para conseguir o apoio do PSB à sua candidatura. São Paulo e Pernambuco eram os principais focos de resistência dentro sigla sobre apoio a Ciro.
O PSB só deve decidir quem vai apoiar no dia 5 de agosto, no limite estabelecido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para as convenções partidárias.
O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, também estava presente

terça-feira, 19 de junho de 2018

Como escolher seu candidato a deputado


Como escolher seu candidato
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Hipocrisia - Se ele já esteve em partidos que apoiam a ditadura, ou partidos oriundos da ditadura (DEM, PP, PL, PDS, PSD) – Coloque um sinal “menos” (-). Se anda, apoia, ou é apoiado por corruptos e ainda os defende, fique longe. Caso contrario coloque (+)
 Ideologia - Se ele muda da esquerda para a direita (DEM, PP, PSD para PSB, PT, PCdoB etc), ou vice versa, e diz que todos os partidos são iguais, coloque sinal de menos. Esse candidato não sabe sequer a função dos partido, ou o que é ideologia (-), caso contrario, coloque mais (+).
 Geografia – Se ele insiste em dizer em dizer que é da sua região, do seu bairro, da sua cidade, talvez não saiba a função de um deputado, ou acha que você é ignorante para não saber, que deputado não é despachante de uma zona e sua função é fazer com que toda a população tenha os benefícios constitucionais advindos do estado.  Caso alguém lhe diga, vote em mim, porque sou “daqui”, coloque um sinal de menos (-).
Soberania – O candidato não sabe do que se trata, não se pronuncia, não tem atitude, não fala sobre o assunto e acredita no estado mínimo. Se acredita num estado mínimo porque não deixa a política e vai para a iniciativa privada? Em caso de candidato batalhador por um estado forte coloque um sinal de mais (+). Caso seja omisso, menos (-)
 Função do estado- Se ele permite, ou se omite, diante de terceirizações (segurança, saúde, sinalização, radares, merenda, água, saneamento, etc), concessões e privatizações, significa que para ele, o estado é apenas um balcão de negócios, procure saber o que ele diz sobre a função do estado. Se não encontrar nada coloque menos (-).
Cultura- Não sabe a função da cultura, não vê a cultura como formadora de uma nação. Costuma confundir com educação e ensino. Jamais lutou por estado forte. Marque negativo caso seus pronunciamentos  sejam confusos, ou inexistentes.
Saúde Pública –  Concorda com terceirizações. Tem uma convivência pacifica com terceirizadores. Apoia, ou é apoiado por políticos que promoveram a terceirização e sucateamento da saúde. É a favor de planos privados. Coloque menos e tenha cuidado com esse tipo.
 Segurança- Se cala diante das diferenças sociais. Não se manifesta perante a golpes e bandidos do colarinho branco. É ligado a corruptos conhecidos. Não se mexe diante dos erros da justiça. Acredita que a segurança é uma questão policial. Não se importa em se relacionar, ter apoio, ou se envolver bandidos do colarinho branco, mas é contra apenas, os bandidos pobres, desde que tenha vantagens, ou votos. Coloque menos (-). Esse sujeito não sabe que a questão da segurança começa pelas diferenças sociais.
 Religião- Deixa assuntos religiosos se sobreporem a questões cientificas e causas sociais. Não assume posições em virtude de religião. Deixa de fazer, ou faz algo movido por dogmas em detrimento do povo e da evolução humana. Não assume posições pessoais e políticas por falsidade. Negativo (-)
 Companhia, amizades, ligações: É ligado a políticos cassados, condenados,  já esteve ligado a eles. Não se importa de onde vem o dinheiro da campanha. Sabe que determinado político, ou empresário é desonesto, mas continua ligado a ele. Anda com agressores, inclusive armados, como antigos capangas de coronéis, como se tudo fosse normal. Negativo (-)

RESULTADO
10  sinais de + Pode votar, dificilmente irá se decepcionar
7 a 9  sinais de + Existe um risco, mas o candidato está acima da média
4 a 6 sinais de + Você já cometeu esse erro, vai repetir?
0 a 3 + Você está votando consciente e escolhendo um candidato tão ruim quanto você. Você merece o pior.

sábado, 12 de maio de 2018

A saída possível.

PORQUE CIRO GOMES?

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1- É a única saída para a esquerda, embora ele não seja de esquerda, mas por aqui, quem seria a esquerda?
- Seriam aqueles que já estiveram ao lado de Kassab, Meirelles, Jucá, Temer e outros da quadrilha entreguista?
- Seria quem já governou e não tirou um único centavo dos privilégios dos banqueiros canalhas?
- Seria quem nunca impediu a festa das multinacionais e suas volumosas remessas de lucros em detrimento do operário brasileiro?
- Seriam da esquerda, os mesmos que nunca pararam o Brasil, apos a entrega da Petrobras?
Como vemos a discussão não pode começar pela ideologia, mas pela possibilidade de pequenos avanços, como tivemos nos governos Lula e Dilma. Avanços reais na área social. Avanços nunca imaginados. Avanços que trouxeram orgulho a quem sonha com justiça social.
O retrocesso em que a burguesia vagabunda e canalha jogou o Brasil, era até pouco tempo inimaginável. Voltamos a era medieval das relações humanas. É preciso retomar a rota dos avanços e nisso, sem LULA na jogada, só CIRO pode tentar.
Sim, eu disse tentar.
E ai vem um monte de "poréns": Ciro iniciou no PDS (como Teotônio que iniciou na Arena, mas foi ícone de redemocratização), Ciro é ligado a Jereissati (como Lula teve um início bem próximo a Quércia, FHC e outros). Ciro fala demais... Isso é bom, fala o que pensa, o que o deixa mais transparente. Ainda que erre.
Ou alguém acredita que Marina, a fadinha do mato, consegue falar uma única verdade? Ou que Alckmin vai levar mais de 2 meses para vender o resto do Brasil? Ou que o mais Boçal de todos, consiga governar 2 semanas?
CIRO É A SAÍDA POSSÍVEL.
Não espero que ele resolva tudo, apenas que retome tudo o que foi privatizado, que puna os privatas, que crie uma lei de mídia, mantenha e retome alguns avanços sociais e assim como Getúlio fez com Capanema, permita-se uma revolução no ensino e dê inicio a uma mudança cultural (coisa que nenhum governo fez), cujos resultados sejam vistos, já em 2030.
Mas continuarão afirmando que Ciro não é de esquerda. Me digam ai, e quem é?

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