sábado, 26 de outubro de 2019

Dia nacional do Livro - Matéria do Jornal Em Dia (Bragança)

Dia do LIVRO
O Jornal em Dia fez uma reportagem legal comigo sobre o dia nacional do livro, onde falei sobre o trabalho dos escritores e lembrei alguns nomes de minha cidade, que foram pioneiros, ou autores de sucesso.
Na matéria eu conto o trabalho de cada livro, cito escritores como Olympio Guilherme, José Luiz Del Roio e Elvio Santiago, sem esquecer o grupo da Ases.
Muito legal a matéria, agradeço a todos. 


Um resumo da reportagem do Jornal Em Dia 
A entrevista foi por WhatsApp e abaixo transcrevo as respostas enviadas.
Acho que só esqueci de agradecer minha revisora, Ana Paula Celestino Faria, que arranca todos os fios de cabelos a cada revisão. Mas acho que estou colaborando com seu treinamento para se tornar uma pessoa mais calma. Também esqueci de citar a Val Rodrigues, uma incentivadora, que no ano de 2000 achou que eu tinha capacidade e me deu a maior força, quando fizemos juntos um plano de desenvolvimento turístico e cultural para a cidade de Bragança. 



Sempre gostei de escrever. Com 12 anos, apaixonado por teatro, escrevi uma peça, que encenei com amigos. Entre os 15 e 22 anos participei de vários festivais de música sem escrevendo as letras. Claro, que nada tão bom, que merecesse um destaque, mas essas eram as atividades que eu gostava.
Na escola nunca fui um bom leitor e ainda hoje tenho dúvidas sobre os grandes romancistas indicados por professores, às crianças de 9, 10, 11 anos. Eu por exemplo, não entendia nada o que Machado de Assis escrevia. Acho que a literatura deveria estar mais próxima do povo, de sua linguagem rotineira, de acordo com seu tempo. Isso não significa que hoje não gosto do Machado de Assis, mas apenas que aquilo não era para a minha idade.
Posteriormente conheci Jorge Amado e adorei, aquilo era uma viagem a um Brasil pouco conhecido, mas ele escrevia de um jeito simples, ainda que usasse termos regionais.
Nessa fase conhecemos o Chico Experiencia, que foi nosso professor de história e se tornou um amigo, disponibilizando uma imensa quantidade de livros, romances, política, filosofia, história, teatro etc. e abrindo nossa mente para o mundo.
Bem, após essa fase, que se encerra ao vinte anos de idade, a literatura foi apenas uma questão de consumo, como expectador e leitor dos grandes escritores do mundo.
Por volta dos 45 anos de idade resolvi escrever escreve sobre Bragança e esse foi meu primeiro livro lançado.
Lançar um livro não é fácil no Brasil. É caro. Hoje um escritor para ter sucesso precisa de um editor, um assessor de imprensa, um promoter, além do interesse de uma editora. Coisa difícil!
O primeiro romance que escrevi foi uma história baseada na guerra do Paraguai. Mandei copias para várias editoras. Nenhuma se interessou. Cheguei a enviar cópias com páginas coladas. Na resposta da editora, diziam que o tema não era de interesse da editora.
Esse livro sobre a guerra do Paraguai é o que mais vendo até hoje.
Hoje temos várias editoras que trabalham sobre demanda. Isso facilita. Assim o mesmo livro, lançado numa dessas editoras acaba sendo vendido em várias plataformas, tais como Livraria Cultura, Americanas.com, Mercado Livre, Submarino, Ponto Frio, etc.
Livraria como a Amazon colocam seus livros nos principais países do mundo. É interessante que mesmo não sendo conhecido, eu vendo no Japão, bastante, mas em lugares como Ucrânia, Irã, e outros que eu jamais imaginaria. Sempre penso que deve ter algum brasileiro perdido em algum lugar, querendo ler qualquer coisa.
Depois disso escrevi Rainhas da Noite, uma trama policial baseada na prostituição, tráfico de drogas e corrupção. Fiquei vários meses nas ruas, nas madrugadas de 2004.  Eu precisava aprender o linguajar, conhecer histórias e saber como as coisas funcionavam no submundo. Aprendi também que muitas vezes nossos personagens criam vida própria e mudam o rumo das histórias que imaginamos.
Assim comecei a escrever sem parar. Veio 36 Horas, uma história que imaginei a partir de uma frase de Mussolini , dita por um amigo, num banco da praça. Fui pra casa e em uma noite ele estava pronto.
Depois disso voltei a falar de história, o Zé de Lima, que foi prefeito de Bragança por 3 vezes e fez 3 sucessores foi um romance biográfico bom de se fazer, pois me fez rever a história de minha cidade e rever dados eleitorais e acordos ainda hoje em vigor, que se tornaram mantenedores do poder local nas mãos de dois grupos, que se revezavam quando necessário. E vai continuar.
Logo depois veio Terra do Amanhã, a minha Revolução dos Bichos” com cara de nordeste e pesquisada após um tempo em uma plantação de cacau na cidade de Santa Luzia, Bahia.
Alguns livros que escrevemos, se formos nós mesmos fazer a revisão, acabamos achando uma droga e jogamos no lixo. Quando escrevi “Minhas Vidas Virtuais” tentei dar a ele um jeitão de conversa em chats, pois ele foi criado nos chats. Assim decidi mantê-lo com todos os erros gramaticais que se vê na internet. O resultado foi desastroso.
Participei também de uma experiencia de um escritor argentino que resolveu criar uma história, com 48 escritores, onde cada um escrevia um capítulo a partir de um tema e continuando o capítulo anterior.
Um romance biográfico sobre Olympio Guilherme, bragantino pouco conhecido em sua terra, me colocou em outro patamar. Hollywood, uma história do Brasil. Olympio era o jornalista, que foi o primeiro amor de Pagu, influenciado por ela participou de um concurso para substituir Rodolfo Valentino na Fox, mas acabou chegando no fim do cinema mudo e não foi aproveitado por falar português. Participou do primeiro filme falado, produziu “A Fome”, filme proibido pelo congresso americano, considerado o primeiro filme realista do cinema, e por Serguei Eisenstein, como um grande diretor e pai do conceito do realismo em Hollywood. De volta ao Brasil nos anos 30, se torna membro do DIP, como diretor de propaganda de Getúlio Vargas, onde colabora com a reforma cultural e educacional de Capanema. Ele também foi escritor e economista. É um grande personagem, responsável pela construção da escola Cásper Líbero aqui.
Tudo o que escrevo sempre tem uma base em algo que li, fato, estudo, coincidência. Foi assim que surgiu 1918: Cartas de Amor na Guerra. São mais de 500 cartas, em italiano, que encontrei ao acaso. Precisei da ajuda da prefeitura da cidade de Senigallia, na Itália, para descobrir os personagens principais e a partir de então, saber como essas cartas vieram parar no Brasil. Depois disso, a tradução e a narrativa de um bela história, que vai de 1916 ao fim dos anos setenta.
Ao escrever um livro aprendemos muito sobre tudo o que envolve uma história e seus personagens periféricos. No 1918 conheci Rodolfo Mandolfo, um dos principais filósofos italianos. Tive o prazer de ter um prefácio feito por uma das diretoras da universidade de Milão, assim como em Hollywwod o prefácio foi de um senador do primeiro senado do mundo. Também é interessante o envolvimento de amigos, muitos dos quais se tornam prefaciadores em virtude desse envolvimento, entre eles Gilberto Santana, Marcus Valle, José Aguirre, Oswaldo Zago, Alvaro Cintra, Alexandre Reginato, etc.
Escrevi também um livro juvenil “O menino Esquisito”, esse tem só na livraria cultura.com.
Em Bragança tivemos grandes escritores, com livros no mundo, como é o caso de Olympio Guilherme e José Luiz Del Roio. Temos um grande escritor de história infantis, que só é conhecido aqui como pintor, que é o Elvio Santiago. Um verdadeiro batalhador das artes. Mas não podemos nos esquecer dos membros da Ases, abnegados lutadores das letras. A Ases faz um grande trabalho para o surgimento de novos escritores e seus autores colecionam prêmios pelo Brasil.
Hoje entrei na área dos livros de ficção cientifica. Estou há mais de um ano estudando teorias da relatividade, física quântica, química, histórias fantásticas, principalmente da Amazônia, de onde tirei relatos de pilotos da Varig, contrabandistas, índios e até um escritor alemão. Essas histórias de realismo fantástico são baseadas em contos e adequadas as leis de física e ocorrências políticas atuais. Serão 4 livros com os mesmos personagens e aventuras diferentes. Dois deles lançados recentemente, “Akanis, a solução final” e “Aztlán, a refundação da América”. A venda nos melhores sites de Marketplace (americanas, livraria Cultura, Amazon Br., Extra, Mercado Livre, etc.).
Uma pergunta que todos fazem: Dá para ganhar bem escrevendo livros? Normalmente não, no máximo dá para sobreviver. Escrever é um prazer. O Brasil de hoje não tem nenhum interesse em leitura. Não dá para ser otimista. São poucos os jovens que se interessam por livros, físicos ou digitais. Para cada livraria que fecha, abrem 20 academias.   O exercício cultuado é só o físico mesmo. Ai temos um país que não pensa e nem sonha.



quarta-feira, 23 de outubro de 2019

O governo da milicia destruindo a direita.

O que diriam os pobres de direita, ignorantes eternamente manipuláveis de Lula indicasse seu filho para uma embaixada do Brasil nos EUA?

O que diriam os ignorantes eternamente usados se Lula gastasse 5 milhões nos primeiros meses de seu governo, só com cartão corporativo?

O que diriam os pobres, que se auto denominam classe média, se Lula cortasse suas aposentadorias?

O que diriam empresários arrogantes, incompetentes e dependentes de mão de obra semi-escrava se Lula fosse ao Japão vestido de rei e não conseguindo fechar nenhum negócio?

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A verdade é triste, o Brasil de hoje é um governo escravocrata, religioso, ultrapassado, ligado as milícias, injusto, ignorante e entreguista. 

Tudo isso só tem um responsável: O eleitor ignorante, de classe média, ou mais conhecido por pobre de direita. Esse é o tipo perigoso que assola o Brasil. Pior que qualquer outro tipo de bandido, pois é invejoso, ignorante, estúpido e inconsequente.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

O nascimento da Boçalidade - A culpa é do PT

DIRETO NO PONTO...


O nascimento da Boçalidade...

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O PT foi o partido, que nos últimos 30 anos, conseguiu encarnar um espirito anti neoliberalismo, embora na pratica fosse diferente.
O PSDB e aliados além de neoliberalistas confessos sempre foram distantes do povo.
O PT formado inicialmente por intelectuais e operários se manteve, pelo menos teoricamente, na linha de diálogos populares, numa linguagem fácil em grandes plenárias, que na verdade eram fakes de democracia.
O PSDB nunca conseguiu dialogar com o povo. Formado não por intelectuais, mas acadêmicos arrogantes, colecionadores de diplomas inúteis, sempre manteve-se distante do povo e próximo a uma elite dirigente.
O PT fechou um grupo liderado por esses intelectuais, onde o trabalhador, do campo e da cidade, se via representado.
O PSDB fechou lideranças da alta burguesia e empresariado, sendo ouvido a partir da classe média alta e ignorando o povão.
Ai vão-se 30 anos, onde o ignorante, o baixo nível, o esportista com músculo no cérebro, o fascista, o bi homofóbico, o religioso oportunista, o pseudo honesto sonegador, o micro empresário prepotente e outros membros da ralé cultural, foram obrigados a se criarem nos orfanatos sociais, sem alguém que os representasse.
O PT, com seus trabalhadores e intelectuais, o PSDB com seus acadêmicos e empresários não perceberam que suas trajetórias abria as portas para a volta de um Adolf.
Bolsonaro não foi criado a por geração espontânea. Bolsonaro é a porta aberta dos hospícios, da sede da tradição hipócrita das boas famílias onde o marido sai a noite para pegar travesti, que de dia ele desconjura. Bolsonaro é o espaço para que grileiros se sintam em casa e matadores sentem na mesma mesa de pastores espertos. Bolsonaro é a negação do PT às necessidades dos fracos e desvirtuados das boas famílias. É a negação do PSDB aos pequenos empresários que se acham ricos e aos acadêmicos nem tão acadêmicos, nunca ouvidos.
Assim, fez-se um golpe, derrubou-se uma presidente por pressa e arrogância dos Tucanos e amigos loucos por vantagens, que há muito, não mais tinham.
Abriram-se as catacumbas e hoje Zumbis caminham alegres entre os girassóis.
E a falta de visão nos leva a 1930. Sem direitos, sem petróleo, sem aço, sem saúde, sem segurança, sem terra, sem casa, sem educação, sem a amazônia, sem futuro.
Mas armados. Zumbis armados, raivosos e babando, pois hoje são representados.

Quando cito PT e PSDB apenas é importante deixar claro, que partidos satélites estão incluídos, tais como PMDB, PTB, PP, PL, PSL entre outros, sempre ligados as vantagens que podem receber e do outro lado, PCdoB e PDT procurando afirmação no nicho de esquerda, PSB do nordeste sendo esquerda, enquanto o do sul sendo tucano e REDE, balançando de acordo com o vento, ou PSOL, um PT mais elitizado. Nem sito o NOVO, pois são apenas banqueiros brincando de gente. 

Na reflexão acima está implícita a falta de capacidade intelectual petista, Lula preocupou-se com o social imediato sem se preocupar com a formação de uma nova geração. Essa seria a grande tarefa do PT, mas Lula não percebeu. Tarefa só do PT, sim, pois para os tucanos isso seria o fim da própria existência. Isso FHC e Serra sabiam. 

Em 1938 Getúlio rendeu-se aos projetos educacionais de Capanema. Gustavo Capanema ao projetar um sistema de educação de qualidade (que vigorou até o início dos anos 1970), cuidou também da cultura, começando pelo fim do "samba de malandro", fato muito criticado na época, enquanto Getúlio encampava a Rádio Nacional, a Globo da época, pois não é possível criar cultura no capitalismo selvagem e o Repórter Esso, pois as notícias não deveriam ser manipuladas de acordo com as necessidades financeiras das emissoras. 
Em resumo, Capanema e sua turma no DIP, entre eles o diretor de propaganda, Olympio Guilherme, começam a criar a geração de 1968, em todos os campos da cultura (educação, ciência, música, jornalismo, costumes, etc.)
Um governo ditatorial projetando a democracia futura e uma nação. É essa parte que o PT não percebeu. É essa parte que o PT nunca entendeu. É essa parte que só o PT poderia fazer. A criação de uma geração sadia. Geração que começa a ser deteriorada com a censura, com as mudanças na educação, ainda nos anos 70, que cai assustadoramente nos anos 90, propositalmente e chega ao século XXI já deteriorada. 
Com apoio da Globo, só dela, pois o resto SBT, Record e Bandeirantes sequer podem ser consideradas redes de televisão, são apenas negócios de gente como Abravanel, ou Macedo. 
E assim a segunda metade dos anos 80 inicia-se a deterioração cultural, a principio pela música. Vamos voltar aos anos 30, quando Olympio Guilherme dizia que não era possível mudar um país sem as rádios e a música, que por elas chegava a cada do cidadão, o samba de malandro, dizia que pobre não tinha que trabalhar, que era melhor beber e bater em mulher era legal. Entendem?
Assim o rock de protesto e a MPB dão lugar a tudo de péssimo gosto, que seja mais palatável a uma povo cada vem mais deseducado. Depois viriam as igrejas do dizimo, a lutas contra teatros, bibliotecas, qualidade, intelectualidade, ciência, tecnologia... Até entrarmos na era da boçalidade...Foi simples e fácil. 
Hoje há quem que esses lixos são cultura e que faz parte da diversidade. 

Depois disso, desta lista, alguém acha difícil a eleição de um Bolçonaro, um Witzel, um Dória? 








sexta-feira, 16 de agosto de 2019

LANÇAMENTO - TROPIC FORUM

Tropic Forum é a mais nova empresa de perfumes do Brasil.
Montada para atender um nicho de consumidores, que buscam qualidade, fixação prolongada e preços justos, chega ao mercado com 4 aromas, sendo 2 masculinismos e dois femininos.
Entre os masculinos, Buriti, moderno baseado nas novas tendencias do mercado, mas com apelo muito ligado ao Tropical, com leves pitadas do fruto da árvore que lhe empresta o nome.
Jatobá, com tons da famosa madeira, esse perfume é uma mutação de aromas famosos dos anos 1960, com novos toques tropicais e pimenta.
Os perfumes femininos seguem a mesma tendencia. Manacá vem das memórias olfativas dos anos 60/70 porem mistura notas orientais como o cravo, com flores tropicais nativas do Brasil.
Caliandra é moderno, segue novas tendencias do mercado, acrescentadas por sutis pitadas cítricas de frutos do litoral brasileiro.
Todos são qualificados como EDP, isso devido a alta concentração de essência.






O “niche perfumery” é o segmento dos perfumes autorais e artísticos, onde se percebe a qualidade e a criatividade do perfumista que os desenvolveu.
Nesse nicho, a criação de um perfume visa acima de tudo a qualidade. Com o dobro de essência, o perfume confere três a quatro vezes mais tempo de fixação com aromas bem elaborados, remetendo o usuário às memórias e emoções guardadas em sua mente, além de fazê-lo marcar presença, com bom gosto, diferenciando-se na multidão.

A ARTE PARA CRIAR UMA IDENTIDADE E A ARTE DE RECRIAR EMOÇÕES.

A  linha de perfumes TROPIC FORUM não foi elaborada como um acessório, ou detalhe da moda, em determinado tempo.
Com embalagem sóbria, vidros comuns, caixas simples e rótulos minimalistas, a TROPIC FORUM quer ser lembrada apenas por seu conteúdo. O melhor possível no ramo da perfumaria internacional.
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A intenção da Tropic Forum é ser a primeira linha de perfumaria brasileira de altíssima qualidade. Sem concorrência nesse nicho.
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O alto poder de fixação está ligado a qualidade das matérias primas de suas essências e nas combinações elaboradas.
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Desejamos tocar seus instintos básicos, sua memória e reatar suas lembranças. 

A Tropic Forum é a arte de recriar emoções e torna-lo visível na multidão.
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tropicforum@gmail.com

WZ- 11 997979024






sábado, 30 de março de 2019

Músicas na política brasileira

Músicas na política brasileira...
Em 1938, o grupo comandado por Capanema, no governo Getúlio, resolveu proibir o "samba de malandro". Não era possível em um país, onde o povo não lê e se formava pelo rádio, depois a televisão, que as letras falassem é beber o dia inteiro, bater na mulher e matar seus amantes. 30 anos depois tivemos um movimento tropicalista e uma MPB de protestos, que fez o povo pensar e lutar.
Nos anos 80, pós abertura e prontos para a redemocratização, entrou em cena o rock de protestos, políticos e pessoais, e até o fim dessa década tivemos qualidade musical. Os últimos a chegar nessa festa foi o Legião.
A partir de 90, com Collor, a vaca vai para o brejo. Era necessário levar ao povo um emburrecimento lento e gradual.
Começa ai o Sertanejo boçal, com os personagens das letras bebendo, batendo, matando, todos cornos revoltados e mexe profundamente com o setor musical.
Rádios e TVs passam a coloca-los massivamente em suas programações. Hoje dividem espaço com o funk e outra merdas. Por coincidência hoje temos o povo mais imbecil de todos os tempos.
Capanema sabia disso e tentou impedir lá em 1938. Estudei muito seu trabalho para escreve "Hollywood: Uma História do Brasil" e nesse momento, quando liguei minha TV, vi na tela o tal Daniel, um dos sertanajos mais hipócritas e de péssimo caráter, que já conheci. Esse é o Brasil de hoje.

terça-feira, 5 de março de 2019

lançamento de Livro: Akanis - A Solução Final

Você já pode comprar em:





Akanis: A solução final

A história de Akanis, a cidade subterrânea da Amazônia, desvenda os mistérios da última expedição do Coronel Percy Harrison Fawcett, um arqueólogo e explorador britânico que desapareceu ao organizar uma expedição para procurar por uma civilização perdida na selva brasileira.
É também a história do jornalista alemão Karl Brugger, assassinado no Rio de Janeiro, Brasil, anos após escrever “Crônicas de Akakor” sobre uma civilização milenar existente no meio da selva.
Como sempre, o autor usa sua rica imaginação para, através de uma ficção, discorrer sobre temas sociais e atuais. Escreveu o prefaciador.
Ele desenvolve um enredo na nossa tão cobiçada e ameaçada Amazônia, onde surge uma sociedade que faz menção indireta a várias obras de literatura e cinema.
É uma “Teoria da Conspiração”, uma denúncia, uma utopia, uma tentativa de, através de uma história improvável, tentar conscientizar sobre os verdadeiros riscos de um mundo extremamente capitalista.
Com lições de física quântica, relatividade e justiça social, Akanis tem um final diferente de toda ficção até aqui produzida, principalmente por Hollywood.

A “teoria do Caos” é amplamente explorada para que o leitor perceba que, nas pequenas mudanças no início de cada evento trazem consequências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. O livro continuará em Aztlán, Akahin e terá um final em Akakor. 

Em breve:
Livraria Cultura
Americanas
Submarino
Mercado Livre e outros sites de vendas. 













阿卡尼斯:终极解决方案

Akanis,地下城亚马逊的故事揭开上校珀西·哈里森·福西特,考古学家和英国探险家,谁消失远征寻找在巴西丛林中消失的文明的最后一个探险的奥秘。
这也是德国记者卡尔·布鲁格,杀害在里约热内卢,巴西,年写作“Akakor的编年史”在丛林中现有的古代文明之后的故事。
与往常一样,作者用他丰富的想象力,用小说的方式,讨论社会和当前的问题。写了前缀。
他开发我们的觊觎,并威胁亚马逊,这里出现一个社会,使文学和电影的各种作品的间接提到一个情节。
这是一个“阴谋论”,投诉,一个乌托邦,一种尝试,通过一个不太可能的故事,试图提高对极端资本主义世界的真实风险的认识。
随着量子物理课,相对论和社会正义,Akanis至今生产主要由好莱坞所有小说的不同端。
在“混沌理论”被广泛利用,为读者认识到,在每个事件开始的小变化带来巨大的影响和未来的绝对未知。这本书将继续留在亚兹特兰,Akahin,将有一个最终的Akakor

Akanis: The Ultimate Solution

The story of Akanis, the underground city of the Amazon, unravels the mysteries of Colonel Percy Harrison Fawcett's last expedition, a British archaeologist and explorer who disappeared in organizing an expedition to search for a lost civilization in the Brazilian jungle.
It is also the story of the German journalist Karl Brugger, murdered in Rio de Janeiro, Brazil, years after writing "Chronicles of Akakor" about an ancient civilization in the middle of the jungle.
As always, the author uses his rich imagination to, through a fiction, discuss social and current issues. Wrote the prefix.
He develops a plot in our so coveted and threatened Amazon, where a society appears that makes indirect reference to several works of literature and cinema.
It is a "Conspiracy Theory," a denunciation, a utopia, an attempt to, through an unlikely story, attempt to raise awareness of the real risks of an extremely capitalist world.
With lessons in quantum physics, relativity and social justice, Akanis has a different end to all fiction produced so far, mainly by Hollywood.
The "Chaos theory" is widely explored so that the reader will realize that in the small changes at the beginning of each event they bring huge and absolutely unknown consequences in the future. The book will continue in Aztlán, Akahin and will have an ending in Akakor.


Akanis: Die ultimative Lösung

Die Geschichte von Akanis, der unterirdischen Stadt des Amazonas, enthüllt die Geheimnisse der letzten Expedition von Colonel Percy Harrison Fawcett, einem britischen Archäologen und Entdecker, der bei der Organisation einer Expedition zur Suche einer verlorenen Zivilisation im brasilianischen Dschungel verschwunden war.
Es ist auch die Geschichte des deutschen Journalisten Karl Brugger, der in Rio de Janeiro, Brasilien, ermordet wurde, nachdem er "Chronicles of Akakor" über eine alte Zivilisation mitten im Dschungel geschrieben hatte.
Wie immer verwendet der Autor seine Vorstellungskraft, um über eine Fiktion soziale und aktuelle Themen zu diskutieren. Schrieb das Präfix.
Er entwickelt eine Handlung in unserem so begehrten und bedrohten Amazonasgebiet, wo eine Gesellschaft auftaucht, die indirekt auf mehrere Literatur- und Kinoarbeiten Bezug nimmt.
Es ist eine "Verschwörungstheorie", eine Denunziation, eine Utopie, ein Versuch, durch eine unwahrscheinliche Geschichte zu versuchen, auf die wahren Risiken einer extrem kapitalistischen Welt aufmerksam zu machen.
Mit Lektionen in Quantenphysik, Relativität und sozialer Gerechtigkeit hat Akanis ein anderes Ende als alle bisher produzierten Fiktionen, hauptsächlich von Hollywood.
Die "Chaos-Theorie" ist weit verbreitet, so dass der Leser erkennen wird, dass die kleinen Änderungen zu Beginn eines jeden Ereignisses in der Zukunft große und absolut unbekannte Folgen haben. Das Buch wird in Aztlán, Akahin fortgesetzt und endet in Akakor.


Akanis: окончательное решение

История Аканиса, подземного города Амазонки, раскрывает загадки последней экспедиции полковника Перси Харрисона Фосетта, британского археолога и исследователя, который исчез в организации экспедиции по поиску затерянной цивилизации в бразильских джунглях.
Это также история немецкого журналиста Карла Бруггера, убитого в Рио-де-Жанейро, Бразилия, спустя годы после написания «Хроник Акакора» о древней цивилизации посреди джунглей.
Как всегда, автор использует свое богатое воображение, чтобы посредством художественной литературы обсуждать социальные и текущие вопросы. Написал префикс.
Он разрабатывает сюжет в нашей столь желанной и угрожаемой Амазонии, где появляется общество, которое косвенно ссылается на несколько произведений литературы и кино.
Это «Теория заговора», донос, утопия, попытка, с помощью невероятной истории, попытаться повысить осведомленность о реальных рисках чрезвычайно капиталистического мира.
Получив уроки квантовой физики, теории относительности и социальной справедливости, у Аканиса есть другой конец всей выдуманной художественной литературы, в основном Голливуда.
«Теория хаоса» широко исследована, так что читатель поймет, что небольшие изменения в начале каждого события приводят к огромным и абсолютно неизвестным последствиям в будущем. Книга будет продолжена в Ацтлане, Акахин, и закончится в Акакоре.

segunda-feira, 4 de março de 2019

PM agride advogado com camiseta "LULA LIVRE"


PM PAULISTA QUEBRA BRAÇO DE DIRIGENTE DO PT QUE USAVA CAMISA LULA LIVRE


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Do site 247

O presidente do diretório municipal do PT Atibaia, Geovani Doratiotto, teve o braço quebrado propositalmente por um policial militar, depois que ele já estava imobilizado, dentro de uma delegacia; o episódio aconteceu neste domingo 3, quando Geovani participava de um bloco de Carnaval com um grupo que foi provocado por defensores de Bolsonaro por conta de sua camiseta, que trazia a frase "Lula Livre"; ele foi agredido e, na delegacia, teve os braços apertados por algemas; policiais defendiam as agressões, segundo a companheira de Geovani; episódio será apurado pela corregedoria e também levado para a Comissão de Direitos Humanos da OAB, uma vez que Geovani é advogado.





247 - O presidente do diretório municipal do PT Atibaia, Geovani Doratiotto, teve o braço quebrado por um policial militar dentro de uma delegacia da cidade, no interior de São Paulo. O episódio aconteceu neste domingo 3, quando Geovani participava de um bloco de Carnaval e teria sido provocado por um PM por conta de sua camiseta, que trazia a frase "Lula Livre", e depois levado para a delegacia. O policial quebrou o braço do dirigente petista propositalmente, depois que ele já estava imobilizado.

A companheira de Geovani, Pham Dal Bello, fez um relato do episódio em sua página no Facebook, denunciando que o grupo deles havia sido provocado por defensores de Bolsonaro no bloco e Geovani fora covardemente agredido por essas pessoas. Já na delegacia, "Geovani foi algemado com duas algemas que eles apertaram o quanto puderam para machucar", relatou.

"Do lado de fora eu vi policiais nitidamente defendendo as agressões direcionadas ao Geovani pelo simples fato do meu companheiro vestir uma camiseta do Lula. Meu companheiro teve o braço quebrado por um policial por questionar as lesões e uso de duas algemas, quebraram o úmero e ele perdeu o movimento dos dedos", contou ainda.

O deputado federal Alencar Santana Braga (PT-SP) informou ao 247 que conversou por telefone com o ouvidor da PM, Benedito Mariano, que vai instalar um procedimento imediato para apurar a agressão, no qual o dirigente do PT será ouvido. O caso será levada para a corregedoria da corporação e também para a Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), uma vez que Geovani é advogado.

De acordo com o deputado, o ouvidor pediu para que Doratiotto fosse registrar a ocorrência na corregedoria na próxima quarta-feira 6. 
O 247 tentou contato com Geovani, mas não conseguiu retorno. Confira abaixo a íntegra do relato de Pham e o vídeo da agressão:

https://www.facebook.com/Brasil247/videos/2067282196640728/?t=0

A policia é reflexo do governo. Isso não temos duvidas. Fosse governador Márcio França a orientação seria outra. O governador é Dória, não precisamos explicar muito.
Com relação a "ouvidoria" sabemos que nada acontecerá, a organização é corporativa e permite que maus elementos sujem o nome de toda a corporação. Já vimos esse filme. 
O PM agressor já deveria estar desligado da PM, mas dificilmente isso acontecerá se o comando for conivente. 
A PM é um braço, ou deveria ser, do sistema de justiça de uma nação civilizada. Deveria conter os ânimos e prender os verdadeiros agressores. Com tantas câmeras de video nas ruas e celulares, não tem a desculpa de não saber quem foi. 
Ao não se poder contar com a PM, que é nosso primeiro elo com a maquina legal, o estado nos deixa órfãos de justiça, ou pior, nos manda fazer justiça com as próprias mãos.
Espero que não seja isso que o atual estado brasileiro esteja buscando. 


Geovani é advogado, bacharel em Direito pela USF (Universidade São Francisco), Especializando em Filosofia e Teoria do Direito pela PUC-Minas. Tem artigos publicados em revista especializadas, como Revista Crítica do Direito, trabalhos aceitos em congressos com II Congresso Internacional de Direito.