Sobre os últimos surtos...
Sobre os últimos surtos...
Começando a entender os Minions
Eu nunca apostaria num Bolsonaro presidente do Brasil. No
meu modo de entender, com um certo grau de conhecimento político, jamais
acreditaria que um povo pudesse ser tão retardado a esse ponto, mas povo
retardado é um conceito subjetivo e grosseiro, que requer estudos mais amplos e
menos simplistas.
Hoje, discutindo com um exemplar dessa espécie percebi
alguns dados inerentes ao bolsonarismo.
O individuo, talvez um pouco mais novo, passou por falta de
argumento a fazer "graves" acusações e graças a elas entendi o que se passa, não
apenas na cabeça do bolsonarista como num anti-lulista.
Na primeira acusação, ele dizia que eu era de esquerda
porque era filhinho de papai e nunca trabalhei. Então por analogia dei meus
primeiros passos para entender o grau de complexos psicológicos e desvios desses
indivíduos.
Meu pais nunca foram ricos, lembro-me até de dificuldades
que passamos quando eu era criança, tanto que dos 6 aos 8 anos, antes de ir
para a escola a tarde, eu acordava e saia vender linguiça. Talvez isso não
defina um filhinho de papai, mas meu pai, quando eu já tinha perto de quarenta
anos melhorou muito de vida e o que vale para essa gente é a ultima impressão. Mas
isso não tem problema nenhum, nenhuma relevância a não ser para analogia.
Esses Bolsominions vieram, em grande parte, de uma classe
trabalhadora explorada e subserviente. Seus pais eram explorados e, quando
chegavam em casa, descontavam sua ira na mulher e filhos. É comum vê-los
dizendo que criança tem que apanhar para aprender e ainda completa, “eu apanhei
e estou aqui”. -Apanharam e se tornaram lixos. Estão aí sim, iguais, ou piores
ao que foram seus pais. Trazendo para o presente seus complexos e frustrações
do passado.
Mas o que isso pode ser útil?
Essas pessoas são as mesmas que criticam Lula e seus filhos,
supostos possuidores de Ferrari, aviões e donos da Friboi. E não criticam Bolsonaro
e família.
Lula é uma figura próxima, empregado como seus pais, que se
rebelou contra o sistema e viveu fazendo greves, enquanto seus pais, sempre
foram obedientes e serviçais exemplares, nunca tiveram reconhecimento e só
brigavam em suas casas.
Lula é o cara que veio de pau-de-arara e não tinha o que
comer, enquanto seus pais, já estavam trabalhando. O Lulinha limpava bosta,
enquanto eles já tinham um emprego importante de fazedores de qualquer merda,
ou ajudantes de qualquer idiota. E que direito tinha Lula de sair do lixo da
servidão enquanto seus pais passaram a vida de quatro e nem caneta de ouro
ganharam? A mesma comparação se faz
entre eles e Lulinha.
Mas os ignorantes vão mais longe e acabam vomitando suas
frustrações. E o sujeito me diz que nunca trabalhei. É uma frustração dele e
muitos deles, com relação aos que aparente fizerem menos e tiveram, o que para
eles, se traduz em satisfação, baseados num suspeito ganho maior, que pode até
não ter existido.
Na verdade eu comecei a trabalhar com 14 anos, numa empresa
de materiais de publicidade, que tinha mais 40 funcionários e fiquei apenas
3 meses, pois o dono, não pagou nosso salário no terceiro mês e foi passear na França,
eu então reuni os funcionários e parei a
empresa até que ele voltasse e, quando voltou disse que não iria nos pagar
naquele mês, pois tinha gastado muito em sua viagem. Bem quebramos todas suas
maquinas e fomos embora.
Isso para eles, os bolsominions é terrível. Eles sempre se sujeitaram
às ordens dos chefes, como eram as ordens de seus pais. Ficariam de quatro
aguardando receber seus salários e ainda diziam que o empresário faz um grande
favor de gerar empregos. Dar prejuízo ao bom patrão, que te ajuda e te dá
empregos, não está certo, assim como reclamar do pai que chega bêbado, ou de
saco cheio, de tanto ser explorado e bate na mãe e nos filhos.
Mas aí entram outros fatores. Além de serviçais e
obedientes, nunca levantaram a voz com seus patrões, como não podiam com seus pais,
foram treinados embaixo de ordens de loucos, complexados, depravados e se
tornaram iguais e, o que é mais parecido com isso, que o exército brasileiro. Treinados
para receber ordens, inúteis, não cuidam da soberania e nem fronteiras e só
lutam por seus próprios vencimentos. Ou seja, só querem saber deles. Isso até
parece um certo capitão, treinado na ordem unida, boçal, incompetente, como são
a maioria dos bolsominions. Esse é um dado repetido várias vezes e aprendido.
O Lula era algo contrário
do que foram seus pais, embora com o mesmo grau de pobreza, trazido do passado.
O Bolsonaro não. Bolsonaro está longe da realidade desses pobres ignorantes e
ainda por cima tem patente. Foi treinado para obedecer ordens do chefe, ou
internacionais. Bolsonaro é a encarnação dos desejos de seus pais, com a
distancia necessária e a mesma ideologia. Bolsonaro é a revolta da classe
ignorante e serviçal, obediente, submissa (vejam suas falas com o Trump), sem
vergonha de passar vergonha, de ser preconceituoso e ignorante.
E então tudo se resume a complexos, paranoias, depressão,
angustias, inferioridade. Lula ativou a alarme dos complexos, principalmente
quando deu chance para que outros iguais a ele começassem a se sentir gente e a
participar da sociedade, enquanto seus pais (os pais dos Bolsominions),
escorias sociais, nunca participaram de nada. Mas esse sujeito que era pobre e
cresceu subjulgado, hoje é muito mais que bolsominion, é anti-lula.
Sim, o Lula é um perigo na conservação da submissão.
Mas o cara que reclamava por eu ser de esquerda, afirmou que
eu sou de esquerda, porque não sou empregado. Pensei no Zé Safra como um
tremendo comuna, chamando Stalin de fascista. Mas ele tem razão, depois que
tomei um cano do patrão em meu primeiro emprego, fui abrir minhas próprias empresas,
acho que foram umas 25 no total e sempre as deixei de lado quando tive propostas
de trabalhos mais divertidos, pois para mim, o trabalho sempre foi diversão, e
assim, uma única vez fiquei mais de dois anos no mesmo cargo, pois a rotina o
deixa chato e não importa qual seja o rendimento para mim não tem importância.
Uma vez deixei um emprego que pagava 6, para receber 1. Isso é algo inadmissível,
difícil de entender, principalmente para quem foi treinado para servir, viu seus
pais servindo seu chefe e sua mãe servindo seu pai e entendeu que tudo se faz
por um salário, até ficar de quatro.
Marcio França e o PSB em São Paulo
Acompanho Márcio França desde os
anos 1990, quando se elegeu prefeito de São Vicente. Foi um grande prefeito e
se reelegeu com mais de 90% dos votos. Tem que ser muito bom para conseguir isso.
Nos anos 2000, após deixar a
prefeitura de São Vicente, já como presidente estadual do PSB, ele parecia que
iria deslanchar, levar o partido para a esquerda, mantê-lo como centro esquerda
e se tornar uma opção ao PT, quando esse deixasse o governo federal, mas França
buscou outro caminho e se aliou aos Tucanos de Alckmin, Serra e ao privata FHC.
Enquanto, em São Paulo o PSB
deitava-se no ninho dos Tucanos, no nordeste crescia como oposição aos
privatas, se associava aos governos que batem em professores e alunos, pagam
salários baixos aos professores e policiais e aumentam pedágios para beneficiar
empresas do ramo. O presidente dos socialistas de São Paulo sentava na mesma
mesa dos golpistas nacionais.
Marcio se destacou com um governo
social e de resultados em São Vicente. Ao se aliar a tucanos ganhou alguns
meses de governo, onde não mostrou sua difere como político e ser humano.
Márcio manteve os mesmos assessores tucanos plantados por Alckmin, mas seu
discurso tentava ser progressista, ao mesmo tempo que elogiava Alckmin e não
desagradava Bolsonaro. No ultimo debate mandei diversas mensagens a sua
assessoria. Eu e, provavelmente o eleitor, não entendíamos como alguém do PSB
poderia elogiar tanto o governo que bateu em professores e alunos e ao mesmo tempo
propor a valorização dos mesmos. Ele fez uma campanha defendendo o governo,
muito mais que o próprio candidato do governo e o candidato do governo era o
Dória.
Nos poucos meses como governador,
França perdeu a chance de mostrar a diferença entre um tucano e o PSB. Se
sacrificou sua legenda ao fazer acordo com os privatas, agressores de crianças
e professores, deveria no mínimo usar esses poucos meses de governo, para ir a
forra e mostrar porque é diferente. Mas foi apático, talvez até por uma questão
de palavra, com o Picolé de Xuxu, mas ao ser apático e defender Alckmin, coisa
que Dória não faria, jogou sua campanha no lixo.
Várias vezes comentei com seus
assessores a lealdade de França e que o mesmo estava sendo traído por políticos
das duas maiores prefeituras do estado, fora a capital e em várias regiões, que
eu acompanhava. França é um cara de palavra que acredita em políticos sem
palavras. Como está a campanha de seu partido em Guarulhos, ou Campinas? O que
sobrou nessas cidades e suas regiões? Marcio não enfrentou os traidores e ainda
perdeu companheiros de anos de partido, em outras cidades. Pedreira, na grande
Campinas, tinha um prefeito que era histórico dentro do PSB. Em nenhuma ocasião
foi ouvido. Já em Atibaia, Márcio ouviu oportunistas, que sequer se mantiveram
na legenda. São pequenos exemplos para ilustrar um processo de fritura, com o
candidato e consequente enfraquecimento do partido.
Marcio foi a seguir para a
disputa na capital paulista, torci e pedi votos, mas em nenhum momento de sua
campanha, ele Marcio, foi o candidato de centro esquerda. Voltou a falar da
valorização de professores e policiais, sem fazer qualquer denuncia contra os
tucanos. Os verdadeiros causadores do desastre paulista. Oras, se Márcio estava
ali para ser um tucano genérico, porque não votar no tucano original e, pelo
mesmo preço?
São Paulo estava se dividindo e
se curando da onda de evangelização bolsonarista. Márcio não percebeu e
continuou batendo na mesma tecla. Boulos mostrou a alternativa, uma ideia
diferente do que se faz há anos na capital.
Marcio precisa se definir, ainda
espero vê-lo governador, mas ou acompanha seu partido e vai para o centro
esquerda, com PDT e outros, ou se torna definitivamente um tucano. Márcio
precisa de uma assessoria que divirja e mostre os erros, o que ele tem hoje é
amigos acomodados, que concordam e buscam suas próprias manutenções em cargos
de pequeno poder.
Não é uma critica, apenas
constatação. Márcio França é um grande nome para São Paulo, mas tem perdido o
bonde da história. Não dá para ser de todos os lados. É preciso, que ele
Márcio, mostre quem é, eu conheço e acredito, mas a grande massa, não.
Espero que ele assuma a campanha de Boulo e ajude a mudar São Paulo.
Um exemplo:
Vendo Neil deGrasse Tyson em um programa de entrevistas fiquei
pensando sobre os negros.
Eles foram as vitimas do mais terrível período da humanidade. A escravidão. Antes a inquisição esteve muito na frente das outras tragédias provocadas pelo poder...
Muito falam dos 6 milhões de judeus no Holocausto, mas esquecem de
20 milhões de Russos, no mesmo período. Alguns em suas cidades, cercados para
morrerem de fome. Ninguém lembra, como não querem lembrar de 400 anos de escravidão
negra. Sim, o holocausto foi triste. Como toda tragédia é triste. Mas 400 anos de escravidão, são 4 séculos de criminalidade!
Imaginem a mãe que amamentava seu filho de dias na selva
africana, embaixo de uma arvore e era sequestrada, seu bebe atirado nas pedras.
Ou as crianças de dez anos que brincavam alegremente e de um segundo para outro
desapareciam. Talvez seus pais nunca soubessem o que ocorreu e talvez
procurassem até a morte.
E dai penso no Brasil, cujo capitalismo era alicerçado nas
costas dos negros. Toda riqueza até o início da industrialização graças ao suor
dos negros. Mas cotas nem pensar!
Fomos criados num mundo em que procuravam diminuir os
negros. E lembro das brincadeiras de professores mau humorados, de vizinhos
idiotas, de patrões canalhas, sempre maltratando, fazendo piadas, criticando.
Lembro que os negros só tinham exemplos nos esportes, que
exigiam mais do físico. E acho que chegamos a acreditar nisso. E víamos isso,
Pelé era o maior jogador, Ali, o maior lutador. Mas ai apareceu um no golf,
esporte nobre e era o melhor do mundo. Hoje temos um negro baixinho campeão da formula
1 e não é filho de ricos. Dai começamos a perceber que um grande escritor
brasileiro era negro, que já tivemos um presidente negro e alguns dos melhores
atores são negros. E o que seria da música sem os negros? E nessa onda descobri que um dos meus ídolos era
negro, e eu nem tinha reparado nisso, embora o acompanhe há tempos, pois para
mim era apenas uma grande cabeça, mas é importante sim, essa constatação e, que
sirva como exemplos para todos meninos e meninas negras, um dos maiores astrofísicos
do planeta é Neil deGrasse Tyson. E agora?
#facebook - Facebook aceita anúncios falsos, promove ódio e grupos de manipulação para intervenção em países.
Terroristas ianques sequestram 14 mil crianças.
Empiezan los golpes de Estado en internet ..
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Perdón por la traducción, que no debe ser del todo correcta. Pero hablo portugués y tengo dificultades con otros idiomas.
He visto páginas en Internet, principalmente dentro de Facebook, cuya única intención es crear caos y dar terreno a un futuro golpe de Estado.
Estas páginas, algunas radicadas en La Habana, otra en Miami, están destinadas a apoyar el golpe.
En el caso del “grupo Cubavisión”, dicen que luchan por la libertad, pero no permiten opiniones contrarias. Quien habla está bloqueado. Estar a favor de la Revolución es imperdonable. Solo se permiten opiniones favorables al terrorismo yanqui.