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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Brasil, sempre roubado graças a uma população ignorante.


Vários ciclos de riquezas- NUNCA FICOU NADA COM O BRASIL, APENAS TRABALHO SUJO E DE BAIXA REMUNERAÇÃO.

Resultado de imagem para URANIO


Pau-Brasil - Levaram tudo, os moradores que para cá vieram ajudavam, pois dava uma boa grana

Ouro e Prata- Levaram tudo, os moradores já brasileiros acreditavam que faziam parte do desenvolvimento e isso gerava empregos.

Cana de açúcar- Plantavam e colhiam graças aos escravos, era tempos de desenvolvimento. Escravos tinham o que comer e onde dormir. Coronéis mantinham suas famílias.

Café- Criou-se até uma aristocracia paulista, que nunca trabalhou, pois tinham escravos.

Borracha- Enriqueceu poucos, até Ford se interessou, levou tudo antes de levar as mudas e plantar em outras plagas

Ferro- Foi uma febre. Saia como minério e voltava como produtos.

Petróleo- Em barris, hoje a 1 centavo o litro. Não sobra nada aos brasileiros.

Nióbio- A maior parte da população nem sabe que existe. O Canadá tem só 10% da reserva mundial e com ela cuida da saúde e educação. Brasil tem 90%, não vê nem o cheiro.

Amazonas: Urânio, Radônio + 20 elementos preciosos  - Sendo entregue pelos governos Temer e já prometidos pelos entreguistas do Bolsonaro.


sexta-feira, 13 de maio de 2016

Um golpe contra os BRICS

Crônica de um golpe anunciado 



Finalmente se consumou o mais demorado golpe na democracia brasileira. O golpe que se iniciou no dia da posse da presidente, com as pautas bombas, a traição do vice e seu compromisso com empresários, bem como total desapego ao povo brasileiro e a manipulação da mídia coordenada por interesses dos Estados Unida, principalmente na luta pelo enfraquecimento dos BRICS.
Do lado petista a constatação de que a senzala quando chega à casa grande não deve dormir com os antigos moradores.
O PT deitou e rolou com a parte mais podre da política brasileira, na qual se incluem Maluf, Sarney, Kassab, Lobão, Blairo, Renan e tudo o que nunca prestou. Apoiou multinacionais com empréstimos do BNDES e isenções de IPI.  Dormiu no chiqueiro e saiu como cheiro do porco.
O novo governo que se inicia é nada mais que o velho jeito de governar. É o governo de austeridade para o povo e festa para grandes empresas.
Entre os principais perdedores estarão Aécio Neves e Alckmin, dois políticos que só existem em virtude de mortes, da morte de Tancredo e da morte de Mário Covas. Apoiaram um golpe patrocinado também por tucanos, onde só o bico de Serra terá lugar para degustar o prato principal, que será a total privataria da Petrobras e Pré-sal.
No alvo ainda pode vir a privatização de setores da educação. Os professores merecem. Para alunos não muda muito, pois o nível já é baixo.
Além de todo o retrocesso social e político o que veremos é a saída do Brasil dos BRICS, que é o futuro, para retornar aos braços coloniais dos ianques, que nada mais é do que um passado triste e perverso.
Que é golpe não temos duvidas, mas é também a 3° vez que o PMDB assume o governo sem ganhar uma eleição. Seria interessante se não fosse trágico.
Temer terá um governo do seu nível político, com Alexandre Morais, advogado do PCC na justiça. Blairo Maggi, o Sr. Motosserra, líder em consumo de defensivos proibidos no Brasil e integrante da bancada da bala e dos grileiros.  Nas “cidades” Bruno Araújo. Para  dar início a campanha do vampiro Serra.  Alex Canziano vai para o trabalho, como o grande defensor do patrão. Eliseu Padilha um ofice-old do Temer fica na casa civil.
O sionista Ilan Goldfajn leva o Banco Central para os braços do Itau e para colaborar o Henrique Meireles representando o Tio Sam, cuidará da Fazenda.
José Serra é o nome da relações internacionais, poderiam ser relações sexuais, sua missão é enterrar os BRICS, o maior mercado do mundo, com mais de 3 bilhões de consumidores, as maiores reservas de água, energia e alimentos. Caberá a Serra, junto com o Moreira Franco, que entrou para o cenário político na década de 70, quando se casou com a filha de Amaral Peixoto.  Seu grande feito político.
Nas comunicações Kassab, aquele que traiu Maluf, depois Serra, depois Alckmin, depois Dilma e agora está novamente com Serra.
O maior golpe é na cultura, para provar a necessidade de se manter o povo na ignorância, acabaram com o ministério e ainda entregaram a educação nas mãos do DEM. Não precisa desenhar.
No planejamento outro nome importante, Romero Juca.  Por falar em planejamento, que índios e posseiros comecem a planejar acampamentos na Venezuela.  Correm riscos.
O que devemos esperar é um bom governo para empresários, com mão de obra barata, quase escrava e um povo cada vez mais ignorante. Um governante apoiado por evangélicos com influencia em decisões importantes, ou seja, retrocesso social e cientifico.




segunda-feira, 14 de março de 2016

Destruir o Brasil, para o “Brasiu” destruir o BRICS e salvar o BRAZIL




A sigla (originalmente "BRIC") foi cunhada por Jim O'Neill em um estudo de 2001 intitulado "Building Better Global Economic BRIC, amplamente usada como um símbolo da mudança no poder econômico global, distanciando-se das economias  do G7 em relação ao mundo em desenvolvimento.
BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul juntos formam um grupo político de cooperação,  apesar de não serem ainda uma associação de comércio formal, como no caso da União Europeia,   existe uma "aliança" formal  que  converte  seu crescente poder econômico em uma maior influência geopolítica.
Vladimir Putin é a força motriz por trás desses países e o maior entusiasta da  cooperação  dos membros do grupo

Banco de Desenvolvimento do Brics, recém criado é uma instituição concebida como alternativa desses países ao FMI e ai começam os problemas com os atuais donos do mundo, cuja moeda reinante é o dólar, cuja valorização e emissão está nas mãos dos 3 principais banqueiros internacionais, que há mais de 1 século coordenam toda economia do planeta.



Essa é a chave das grandes discussões. Os cinco países juntos possuem um vasto território espalhado em quatro continentes. São responsáveis por grande parte dos alimentos, da água, a energia (petróleo, xisto, sol), dos ativos reais (ouro, pedras), dos minérios, da massa trabalhadora e consumidora.  Imaginar isso tudo longe da dependência de Bancos Ingleses, do FMI, da Federal Reserva  pode causar um grande prejuízo e até mesmo um colapso no sistema, acostumado a ditar regras, escravizar população e organizar guerras.
O BRICS somam 41,4% da população mundial e mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do planeta. Alguém percebe o que isso significa?  Acho que sim, os donos do mundo, os brasileiros não possuem a menor ideia. Nem a maior parte dos políticos e muito menos o povo.

Enquanto os dois principais órgãos financeiros internacionais, o BM e o FMI, nasceram após os acordos da conferência de Bretton Woods, em New Hampshire (EUA), no ano de 1944, o Banco dos BRICS tratam de dar seus primeiros passos compartilhando  entre os fundadores, a responsabilidade da nova entidade financeira mundial desde 2015.



Embora a concepção dos BRICS seja do final do governo FHC, o mesmo nunca se interessou pelo grupo, mesmo porque nessa época o Brasil se mantinha como aliado e submisso ao sistema financeiro internacional, principalmente aos EUA, de quem FHC era um mero lacaio. Se tronou em alguns casos piada internacional, principalmente quando entrevistado pela imprensa internacional, ou quando repreendido publicamente por Bill Clinton.

A própria política de privatizações, apelidada de privataria, pois não gerou lucros ao país e ainda criou monopólios privados, foram a maior demonstração de subserviência a economia dos países ricos.

Hoje o chamado primeiro mundo tem como prioridade minar o desenvolvimento do agrupamento Brics, onde o caminha mais fácil e rápido é a implosão do governo brasileiro e sua substituição por grupos amigos, como tucanos e demos, acostumados a subserviência e ao entreguismo , a preço de bananas, desde a era da ditadura.

Assim insuflar a população considerada ignorante, através de meios de comunicação e com financiamento a organizações fascistas, via CIA é mais barato que guerras e invasões.  Com uma oposição corrupta e barata o investimento é ridículo.




Após tirar o Brasil dos BRICS (enfraquecendo o grande inimigo Rússia) o próximo passo é o domínio da energia. Tucanos como Serra jogariam todas as cartas para entregar de bandeja a Petrobras, já teria até um grande cliente, a Chevron, enquanto juízes como Moro, são mais simpáticos a holandesa Standart Oil. Os amigos da Exxon, contam com apoio sempre providencial dos Morgan.  Ao contrario do que muitos acreditam,  Rússia e China não estão dentro da Ordem Mundial.
Ai entra o Impeachment de Dilma, sempre bem vindo, quando os substitutos, de antemão vendem até a mãe. Quanto ao povo, nenhuma preocupação, hoje são usados como massa de manobra e vão aplaudir todas as vendas em troca de bananas, ou espelhinhos.
O mercado se ajeita em pouco tempo e as redes de televisões se incumbem de criar um cenário positivo, de novelas, com final feliz. Não para o país, mas o povo não sabe disso e nunca vai saber. Foi assim com Getúlio, foi assim com João Goulart.

O Brasil na era atual saiu do lixo do FMI e encontrou um novo nicho. Se progredirá, ou se tornar-se-á  outro lixo, só o tempo dirá, desde que não abortem a ideia. 

quarta-feira, 11 de março de 2015

Lava a jato e a história da corrupção.

A historia da corrupção no Brasil começa em 1500, quando portugueses compram a confiança dos índios  com espelhinhos e outros presentes para conquista-los quebrando-se a cadeia cultural e impondo-lhes uma religião estranha e escravizante, em troca de terras, pau-brasil e suas vidas.

 

Cerca de 400 anos depois, já na republica, Washington Luís, ao celebrizaria frase, “governar é construir estradas” se viu envolvido  num escândalo de corrupção. Coincidência? 

Passados mais meio século, Juscelino Kubitschek criou um novo jeito de erguer obras. O casamento oportuno de empreiteiras com o governo. Isso dava agilidade nas concorrências e garantia verbas extras para campanhas e viagens. "50 anos em 5" levou o Brasil direto ao FMI.
A corrupção encontrou assim, o cenário futurista de Brasília, onde as construtoras começam a se tornar grandes, de onde partem para dominar o Brasil, onde elegem representantes, onde distribuem dinheiro público. Onde se tornam os donos do poder.


Esse casamento iniciado na era JK se consumou e gerou filhotes na ditadura militar (1964-1985).
A ditadura aprimorou os laços entre o governo e empreiteiras, indústrias (química e automobilística, principalmente), igreja e formou verdadeiros ícones da corrupção, tais como Paulo Salin Maluf, José Sarney, Antônio Carlos Magalhães, entre outros. Mas é claro, ninguém podia falar, caso contrario morria, assim como poucos denunciavam, a corrupção passava longe dos olhos do povo.

O golpe militar inicia-se num ato de corrupção. Recentemente o coronel do Exército reformado Erimá Pinheiro Moreira denunciou que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) subornou o então comandante do 2º Exército general Amaury Kruel , homem de confiança de João Goulart, para que ele traísse o presidente e apoiasse o golpe militar, patrocinado pela CIA, através do embaixador Lindon Gordon, o homem que trazia o dinheiro, para comprar setores políticos, cooptar religiosos e empresários.

Com a chegada ao poder dos militares, e principalmente no “milagre brasileiro”, comandado por Delfin Neto,  as empreiteiras passaram a dormir com o governo. As que eram grandes, tornaram-se gigantes e com apoio dos militares e atuaram no Brasil e em outras ditaduras, principalmente na América Latina e na África.


Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Mendes Júnior,  três grandes filhotes da ditadura e principais nomes da corrupção atual na Petrobras estão entre as mais importantes colaboradoras do golpe e da ditadura, como apoiadoras da tortura e geradoras da corrupção.  


Foram centenas de obras superfaturadas, com destaque para a ponte Rio-Niterói, que foi feita entre 1968 e 1974,  a Hidrelétrica de Itaipu,  inaugurada em 1982, a Transamazônica, que começou em 1970 foi inaugurada, incompleta, em 1972, usinas de Angra I e II, Elevado Costa E Silva entre outras.

Nessa época a Mendes Júnior conseguiu com apoio dos militares a ferrovia Baghdad-Hsaibah e Al Qaim-Akashat, no Iraque com 515 quilômetros.  A Odebrecht conseguiu as obras da Hidrelétrica de Capanda, em Angola. Obras no Chile, Paraguai, etc. 

Ao final do militarismo, no governo de transição de Sarney, um dos filhotes do regime militar, a ditadura ganhou ares comédia através de Roberto Cardoso Alves, do PMDB, com a famosa frase franciscana:  “É dando que se recebe” ─ Um recado ao presidente para que não se esquecesse, que aprovação de projetos e leis estavam intimamente ligados ao valor do “presente”. Ou seja, para votar precisamos ganhar. Deputados travestidos de prostitutas: Dinheiro na mão, calcinha no chão. Sem isso, nada de aprovação.

Foi essa lição, e a cassação de Collor, por não dividir o pão, que levou Fernando Henrique Cardoso a conseguir a aprovação da emenda para reeleição, sem muitos problemas. Estava criado o “mensalão mineiro”, capitaneado por Marcus Valério e gerenciado pelo falecido Sergio Mota.

E veio Lula. Lula seria cassado no primeiro ano de governo. Já estava escrito nas estrelas. Ninguém no congresso facilitaria nada ao sapo barbudo. Para muitos era hora dele comer o pão que o diabo amassou. Mas os exemplos anteriores estavam ali para serem observados, aprimorados e seguidos.  Coube a José Dirceu salvar o governo duas vezes. A primeira quando aceitou a proposta de Marcus Valério, para fazer com o congresso, o mesmo que FHC.  Se Lula queria permanecer no governo teria, que “dar para receber”, Robertão já havia dito isso lá atrás, no governo Sarney.  O grande problema é que alguns já não se contentavam mais com poucas centenas de milhares de dólares.  Roberto Jeferson quando blefou dizendo que iria denunciar, não teve como voltar atrás e a oposição, “muito honesta”, que nunca comprou, nem se vendeu, aproveitou para cair matando.

Hoje os mecanismos de fiscalização e a possibilidade de denunciar, típica de uma democracia, provam que a corrupção não aumentou, apenas está sendo divulgada. Na ditadura isso seria impossível, uma denuncia, ou fiscalização poderiam funcionar como atestado de morte.

Ainda há quem acredite que Genuíno e Dirceu foram pivôs do mensalão, estão ricos graças a corrupção do governo. Uma bobagem, José Genuíno não roubou nada, assinou sim um empréstimo, justamente para comprar mais deputados, ou seja, para aprovar medidas necessárias ao desenvolvimento do país. Isso não significa dizer,que muitos não roubaram, pelo contrario, a porteira estava aberta e onde passa um boi, passa a boiada,
José Dirceu era o candidato natural da sucessão de Lula. Acabou no limbo, culpado pela desonestidade de 400 deputados, que para votar, precisavam ganhar.
Isso não é uma defesa, acredito que se ele Dirceu, Lula e Genuíno  usassem uma cadeia de TV para denunciar a podridão, talvez o país estivesse menos sujo.
Mas a segunda vez em que Dirceu salvou Lula foi quando assumiu a "bronca" e ficou com o peso de toda a corrupção do mundo em seus ombros. 



Lembrando que só existe corrupção, quando a justiça permite. O sistema judiciário está desacreditado. A promotoria pública não tem capacidade e em muitos casos vontade para investigar. Eu mesmo já fiz denuncias, que não foram sequer investigadas, talvez nem lidas.A polícia federal tem parte de seus membros ligadas a esquemas criminosos. A receita federal é igualmente corrupta. Enfim...

Mas paralelo ai isso tudo e se aproveitando da ignorância popular, principalmente da classe média, os americanos surgem mais uma vez como articuladores de um golpe. Hoje não pela ditadura, ou contra o comunismo, apenas pelo direito de continuarem na supremacia, de minarem os BRICS, afinal, contra a Rússia os EUA não botam a cara, contra a China são devedores, logo seria mais fácil iniciar o processo através do Brasil, onde a oposição é mais corrupta, os meios de comunicação estão comprados e o povo é facilmente manipulado em virtude, como eu já disse, da total ignorância. Não estão sozinhos, possuem o apoio de setores conservadores, principalmente as igrejas, da direita oportunista e dos corruptos de plantão.

Hoje essas empreiteiras estão entre as maiores do mundo, mas nunca tiveram tanto apoio e impunidade como na era da ditadura militar. Vão sofrer, mas não quebrar. 
As mesmas empreiteiras envolvidas na operação Lava Jato com as obras públicas, são as que apoiaram JK e ajudaram a derrubar João Goulart, junto com Fiesp e igreja, assim como no descobrimento, a igreja estava junto para destruir a memória genética da nação.

E afinal João Goulart não era o bicho papão, não era corrupto, não era o incendiário, mas era nocivo à CIA, queria reformas, direitos populares, modernização,  comercio com a China e reforma agraria. Apenas o que ainda queremos hoje. Como estaria o Brasil com João Goulart tendo executado as reformar? 

Se tudo isso resultar num golpe, o que a história contará no futuro. Quando nosso povo deixará de acreditar nos contos da CIA? A corrupção por aqui é cultural. O povo adora levar vantagens e não percebe que é igualmente corrupto. Estamos diante do retrocesso, agora é saber se continuaremos em frente, ou voltamos ao passado.

Fora corrupção, que parece uma epidemia e não vai acabar, a não ser com o desenvolvimento cultural, pois faz parte da rotina brasileira o que realmente irrita empresários e os donos do poder são as pequenas conquistas sociais conseguidas através de Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e financiamentos educacionais. Esses três tiram o pobre da senzala e encarecem a mão de obra.

Quanto a corrupção, estão olhando apenas para o macro, em mais de 5500 municípios brasileiros a corrupção está a todo vapor, mas longe dos olhos da grande mídia. Em pequenos em grandes contratos, em operações de tapa-buracos, em alugueis de carros, em contratações de shows, em festas populares, em construções de casas, doações de terrenos, em compra de remédios, enfim, ninguém vai reclamar, pois ai PT, PSDB, DEM, PMDB e todos os "Pes" estão juntos, abraçados, unidos como uma grande família.