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domingo, 13 de março de 2016

Quando a vergonha alheia provoca vômitos




Nessa manifestação pró  golpe eu não fui conferir o desfile de ignorância declarada, na Av. Paulista em São Paulo, fiquei em Bragança Paulista, minha cidade, terra de Barões do Café, que cresceram graças ao trabalho escravo, mas quebraram ao ter que pagar imigrantes, ou devido aos gastos de seus herdeiros, nas noites de São Paulo, Rio e Paris. Hoje carregam apenas o nome nobre e a hipocrisia real.
Esses são os bisnetos do barões, que se manifestaram no mesmo local, no final do século XIX contra a republica, recém implantada. São os mesmos que mandaram para a Guerra do Paraguai, 5 escravos no lugar de cada filho nobre.
O bom de se estar no interior é que conhecemos todos. Principalmente numa manifestação do  centro, onde só tinha gente da zona sul. Se fossem da zona norte eu jamais saberia quem é quem. Confesso minha falta de conhecimento sobre esses novos habitantes da terra.
Cheguei antes das 16h, de cara vi um conhecido, que no início dos anos 80 esteve envolvido com assalto a lojas. Ele conversava com um importante herdeiro libanês, que vive do aluguel de casas na zona norte, que provavelmente se sente prejudicado com o tal do Minha Casa, Minha Vida, esses pobres estão pagando menos pela casa própria do que pagavam pelos seus alugueis. Isso é terrível!
Fiquei parado observando e vi chegar dois agiotas conhecidos. Foram direto conversar com um político também conhecido, já envolvido em crimes religiosos e denunciado na Câmara Municipal, em alto e bom tom, com provas por corrupção. Que ninguém levou a sério. Homem honesto de família e devoto a deus, acima de tudo.  Eles são contra  corrupção, por isso protestavam.
Com a bandeira enrolada na bunda, a direita pode, uma senhora muito elegante, criticava a alta do dólar. Sabe como é né! Ela vende dólar  e com o dólar alto, os amigos empresários deixam de fazer dele o principal ativo para o caixa dois. É uma merda! Desse jeito vão ter que por em banco e pagar impostos, ou até cometer o absurdo de declarar no imposto de Renda. Eles são contra essa corrupção maldita.
Um outro empresário, cujos negócios giram em torno de turismo, também  bradava seu descontentamento, caiu pela metade o numero de crianças burguesas que vão para a Disney.  Ele é contra esse governo corrupto.
Também vi um contrabandista, que tem negócios com a receita federal. Estava muito aborrecido, principalmente com o preço do dólar. Temos que derrubar essa gente e vender logo a Petrobras, dizia ele.
Vi muita gente, que há muito não via. Até o “viadinho escroto” que agenciava meninas para programas com empresários estava lá e é claro indignado. Esse negócio de Bolsa Família e pobre na escola tira a matéria prima do negócio. Cruzes é uma merda! Dizia ele...
E ai começaram a chegar os candidatos e os pré candidatos. Um deles vindo do PFL, DEM, antiga ARENA, o partido com mais prefeitos cassados no Brasil. Sujeito cuja família já esteve envolvida em escândalos na educação. Que já apoiou gente cujos escândalos são conhecidos nacionalmente.  Agora ele também é contra a corrupção.
Tinha ainda um ex-secretario de cultura, que não conseguiria definir a palavra “cultura” nem com o Google nas mãos. Homem que usou o dinheiro de uma secretaria para conhecer a Europa e cujo ninho era dos remanescentes da antiga Arena.  Também é contra a corrupção e a favor do golpe. É claro!
No meio da muvuca  um professor me disse que estava trazendo seus alunos para aprender cidadania (?). Com o golpe?
Reunidos próximo ao Hotel  4 ou 5 maçons, eles não poderiam faltar. Estiveram presentes no golpe contra Getúlio, no Golpe de 64, apoiaram as torturas e as vendas de estatais e hoje estão vivos e ativos.  É quando eu sinto mais vergonha alheia.
Chegando de mansinho um empresário que em 90 foi processado por desmatamento no Acre. É claro, gritando contra os corruptos.
Uns gritinhos histéricos, não históricos, pois história eles não estudaram, ecoavam com aplausos: “fora governo comunista”. Fiquei pensando em ir até lá e perguntar onde tem um governo comunista, pois quero ir para lá.  O bom senso me impediu.
Será que eles acham que comunista é um governo que teve Meireles, onde bancos privados ganham cada vez mais e a Fiesp continua promovendo golpes as custas de isenção de IPI e sonegação? O que será que significa comunista para essa gente intelectualmente bem dotada?
Queria ficar mais um pouco, mas comecei a sentir vontade de vomitar. Principalmente quando um ladrão conhecido chegou com sua família, todos de camisa da seleção, pois a CBF é um  oásis de honestidade e já foram gritando : “fora ladrões” .  Ai foi demais.
Ao sair ainda notei que muitos chegavam com seus cachorrinhos de raça, muito bem tratados, melhor que qualquer criança abandonada... São todos cristãos.
A festa estava boa para vendedores de bandeiras e de fitinhas. Já os pedintes, que costumam frequentar o local reclamavam. Essa gente ai não dá nada pra ninguém, se a gente não tomar cuidado, eles tiram...
Quando dei a partida no meu carro percebi que alguém espera a vaga. Era um pastor, que chegou por aqui há uns 15 anos e já tem várias franquias de sua igreja espalhadas pela periferia. Tirei logo meu Clio 2010, para que ele pudesse estacionar uma SUV da Mercedes.
Enfim o Brasiu, que quer deixar de ser Brasil, para se transformar em BRAZIL.


PS – Não foi possível fazer uma penelaço porque as empregadas que restaram estão cada vez mais indolentes e se recusaram a acompanhar seus patrões. Imaginem que tinha mães cuidando de seus próprios filhos. 
       No meio a tudo isso tinha gente. Poucos, mas existiam, alguns não sabiam porque estavam ali, outros tinham medo dos comunistas...É...











sábado, 19 de dezembro de 2015

Finalmente, as ruas tomam a palavra

Finalmente, as ruas tomam a palavra
A crise, entre outros méritos, expõe à luz do sol o sempre escamoteado caráter de luta de classe do conflito politico

A carta do vice-presidente da República – pobre, patética, beirando a infantilidade – dá a justa medida do estado moral lastimável em que se encontra a política brasileira, apequenada, amesquinhada, aviltada e envilecida.
O pronunciamento das ruas grita um rotundo "não" a toda e qualquer ameaça às conquistas sociais
A ambição do impedimento da presidente Dilma é mais do que reverter o resultado das eleições de 2014 – um ano que insiste em não terminar –, jogando ao lixo, com a ordem constitucional irremediavelmente corrompida, a soberania do voto, na qual se assenta a legitimidade da democracia representativa.
 
O argumento forjado em torno das tais ‘pedaladas’ – e outras chicanas – é simples pretexto para justificar uma petição inepta, firmada por um ancião digno, mas manipulado, um advogado cuja importância está no sobrenome herdado, e uma ‘jurista’ sem nome e sem obra, açulados os três pelos holofotes do momento, e lamentavelmente servindo, conscientemente, de biombo a uma alcateia faminta de poder.
 
E aí está o cerne da questão. O mérito do pedido, mesmo para seus subscritores, torna-se, no contexto, irrelevante, pois o que importa é seu papel como detonador necessário da abertura do processo de impeachment, acuando a presidente, paralisando o governo e a vida econômica, e pondo em xeque a desarticulada e infiel e cara base governista.
 
Para esse efeito, portanto, o expediente já cumpriu com seu papel de espoleta, ao ensejar ao correntista suíço a abertura do procedimento jurídico que visa à cassação do mandato da presidente Dilma. O fato objetivo, portanto, é que a oposição, com a contribuição indispensável e valorosa do PMDB, e seus principais líderes, logrou acuar o governo e pôr suas lideranças na defensiva. Mas logrou também acionar o STF – uma vez mais a judicialização da política por iniciativa de partidos! – e, principalmente, trazer a discussão para a sociedade, dividida, mas mobilizada.
 
Mas o mesmo movimento que acuou o governo e a presidente liberou as grandes massas que retornaram às ruas em todo o País em defesa de seu mandato. O pronunciamento das ruas chamado pela Frente Brasil Popular, porém, deve ser lido em todos os significados. Ele também grita um rotundo "Não" a toda e qualquer ameaça às conquistas sociais, e ainda serve de aviso sobre a disposição de resistir à eventualidade do golpe, bem como suas consequências.
 
A crise, entre outros méritos, tem o de expor à luz do sol o sempre escamoteado caráter de luta de classe do conflito politico. Não é por acaso que o impeachment seja reclamado por instituições como a Fiesp, e que a defesa do mandato de Dilma Rousseff seja a palavra de ordem dos trabalhadores, liderados pelas centrais sindicais e pelo MST. 
 
A direita de hoje (é do seu DNA a incapacidade de renovar-se, pelo menos no Brasil) é a mesma que nos anos 50 não aceitava a hegemonia do trabalhismo, e que nos anos 60 rejeitava tanto a emergência das massas quanto a promessa de reformas. Reformas que, diga-se de passagem, simplesmente prometiam a construção de uma sociedade capitalista mais moderna e um pouco menos injusta. As ‘reformas de base’, ainda à espera de realização (meio século passado), detonaram João Goulart.
 
Esses fantasmas, com o lulismo, voltaram a assustar a Avenida Paulista. Daí a crise, daí a conspiração golpista, à plena luz do dia, da qual hoje participa, ostensivamente, o vice-presidente da República, seu primeiro beneficiário.
 
O que está em questão, hoje, para além das aparências, não é a maior ou menor popularidade do governo, nem seu desempenho, nem a corrupção endêmica (registre-se, entre outras, a condenação a 20 anos de cadeia de Eduardo Azeredo, ex-presidente do PSDB), nem a distonia entre o discurso da candidata e a política econômica adotada pela presidente. Tudo que se alega não passa de meros pretextos.
 
Nem mesmo está em jogo o futuro do reajuste, cujo combate desavisados da esquerda privilegiam em detrimento da defesa da legalidade, como princípio, porque não sabem ou fingem não saber que o prêmio em disputa é a tomada do aparelho de Estado (o controle da política, da economia e da vida social), depois da conquista ideológica, fruto da associação fática do monopólio da informação (e nele o monopólio do discurso único ditado pela direita) com a pregação de um fundamentalismo religioso assustadoramente primitivo e retrógrado.
 
O que seria a sociedade pós-Dilma está anunciado com todas as letras nas palavras de ordem das passeatas de Copacabana e da Avenida Paulista.
 
A preservação do mandato da presidente é o dique que vem contendo, no plano institucional, a onda reacionária. Rompida essa barreira, será impossível segurar o tsunami conservador que tudo varrerá: direitos dos trabalhadores, conquistas sociais, soberania nacional, desenvolvimento, distribuição de renda, combate às desigualdades sociais e regionais. Exatamente por isso, impedir o golpe é a prioridade tática.
 
Não é pequeno o desafio.
 
A ofensiva reacionária opera em todas as frentes, seja a frente ideológica, seja a frente institucional, onde, ainda hoje – e até quando? – atua, comandando a Câmara dos Deputados como senhor de baraço e cutelo, um político com o prontuário do ainda deputado Eduardo Cunha. Mas não é, ele, o personagem único dessa trama sem mocinho.
 
Até há pouco agindo apenas à socapa, conduzindo os cordéis dos mamelucos a partir dos camarins, hoje se destaca no proscênio desse circo de horrores a figura lamentável de político menor que é o vice-presidente da República. Figura menor – cuja ascensão é denotativa da pobreza de nossa política –,  mas ainda assim perigosa, pois tem sob seu comando, travestida de partido, uma empresa de achaques, na lapidar definição de Marcos Nobre (Valor,14/12/2015): “O PMDB é uma empresa de fornecimento de apoio parlamentar, com cláusulas de permanente revisão do valor do contrato.”
 
Fazem-lhe coro envergonhado, companhia covarde, a liderança do PSDB que, ao tempo de Mario Covas e Franco Montoro, se apresentou como alternativa socialdemocrata.
 
Quando, superada a crise que hoje parece sem fim, o que sobrar de política e de partidos e de políticos tomará consciência da crise agônica da democracia representativa, da falência sem cura do ‘presidencialismo de coalizão’, e se entregará a uma reforma política estrutural? Ora, pedir essa reforma em ambiente hegemonizado por partidos como o PMDB e o PSDB, ou líderes partidários como Michel Temer e Aécio Neves (para ficarmos nos presidentes), é clamar no vazio, discursar para as pedras do deserto.
Roberto Amaral
O livro A serpente sem casca ( da ‘crise’ à Frente Popular) pode ser adquirido através do site da editora Contraponto clicando aqui.
Roberto Amaral é escritor e ex-ministro de Ciência e Tecnologia

quarta-feira, 18 de março de 2015

Pérolas da manifestação Dias 15 e 12 - Avante Coxinhas

Dia 12


Putaria total
Paulista vira zona


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Coxinhas metidos a ricos

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Água em SP também é culpa da Dilma...
Coxinhas burros

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 Um ÇELFI  CUS OMI



Aócio Never... Sempre botando em você.



Seria esse um órgão excretor da tucanalha? 


São tão burros, que o congresso fode eles e ainda pensam que foi a DIlma

Esses ressuscitaram o Plínio Salgado - Túnel do tempo apresenta a volta do ANAUÊ

A direita precisa mostrar as bundas, pois o pensamento é uma MERDA

Os organizadores estimaram em 16 pessoas, mas a PM disse que eram 14. 
Eu só contei 9... Força Manaus...

Vale a pena assistir esse vídeo.
Um pouco da sabedoria coxinha.
Uma aula...

Esse cara é um gênio
No fim tomou um esporro do PM


São tão burros, que nem sabem quem vota as leis.


Paulinho da Força assina ficha pedindo impeachment da Dilma (Foto: Filipe Redondo/ Epoca)
Paulinha da Farça, o trabalhador que nunca fez nada e vota em tucanos, depois 
de apoiar a PL que fode o trabalhador, foi gritar contra Dilma




Resumo do dia 15
Fotos - Vídeos - Palavras

Brasil único país do mundo no qual o povo usa democracia para pedir ditadura, vesta camisa da CBF para lutar contra a corrupção, veste Nike contra trabalho escravo...

Salvador, a cidade com mais negros e sua elite.

Comerciantes da Paulista com medo da burguesia

Representante da "família real...

De peito aberto por mudança (?)

Em busca da ditadura

Vai encarar? 


Clique no link para ver as pérolas dos manifestantes.




paulo freire impeachment cartaz protesto

Em meio a uma coleção de faixas estapafúrdias que ilustraram uma parte dos protestos contra a presidente Dilma Rousseff (PT) neste domingo (15), uma chamou a atenção: “Chega de doutrinação marxista. Basta de Paulo Freire”.
Para quem não sabe, o pernambucano Paulo Freire foi um educador e filósofo brasileiro e que possui influência na educação não só no Brasil, mas em todo o mundo, tendo sido homenageado por instituições como Harvard, Cambridge e Oxford. Desde 2012, ele é considerado o Patrono da Educação Brasileira.
Conhecido pela sua ‘pedagogia da libertação’, a qual estava relacionada a uma visão marxista do Terceiro Mundo, Freire foi preso durante a ditadura militar e teve a publicação de algumas de suas obras barrada pelo regime que durou 21 anos (entre 1964 e 1985) no Brasil.
A ONU aproveitou a rejeição de parte dos manifestantes deste domingo às contribuições de Freire para publicar, em sua página do Facebook, uma frase conhecida do educador [imagem abaixo]. E ela elucida bem o que ele dizia com a educação ser “um ato político”.
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O povo precisa de direito de votar (???)
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José Agripino participa, contra a corrupção (Hã?)
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Boçalnaro, exemplo de político!


Povo vê a burguesia inteligente passar. 

Democraticamente queremos a ditadura. 

Wanessa na manifestação em SP (Foto:  Vanessa Carvalho / BPP / AGNEWS)
Discurso da intelectual Vanessa Camargo


Coluna VIP das manifestações (!)


Camarote VIP com espaço Gourmet




Veja nesse vídeo, só gente politizada


Chega de imoralidade, fora Dilma


Pobre, vê se não atrapalha, estou aqui mudando o Brasil

Naftalina e pijama mijado

Seu bosta, você não tem Iphone

Quem confunde mulher, pode confundir candidato


Quero minha Bolsa Channel

O que??? Alguém me explica? 

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Essa tá supimpa...Vale a pena assistir...


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Pela volta das aulas de gramatica já


Nos somos chics bem!

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MANIFESTANTES AGRIDEM FAMÍLIA DE PROFESSORES



segunda-feira, 16 de março de 2015

Já rolou a festa, agora de volta ao trabalho...

Acabou a festa...


Muita gente estranhou minha postura intransigente contra as manifestações do dia 15 de março de 2015. Jamais me manifestaria contra qualquer manifestação popular se não fosse apenas fruto da mídia, cujos interesses vão muito além das necessidades, ou sentimentos populares.


Manifestante aberta para a ditadura


Aqueles que se manifestaram contra a corrupção – com toda propriedade – não o fizeram por livre e espontânea vontade, foram incentivados por 4, ou 5 grupos que usam as redes sociais por interesse próprio. Revoltados On Line, Vem Pra Rua, Carecas do ABC e outras siglas alienígenas não são exatamente o que se pode chamar de honestos. Entre os “donos” desse grupos estão condenados por estelionato, agressores de minorias, fascistas, homofônicos , racistas, separatistas, golpistas, etc.
Ocorre que pela internet tudo fica bonito e a luta simplista contra a corrupção se torna algo romântico e palatável.

A grande parte dos integrantes desses e outros grupos, nunca estiveram realmente preocupados com a corrupção, mas com a não participação nos atos de corrupção. As 4 famílias que controlam a mídia no brasil nunca estiveram interessadas na luta contra a corrupção. Fazem parte dela e são os principais nomes de listas de dinheiro sujo nos bancos suíços.
Outros grupos, principalmente ligados a tucanos, estão ao mesmo tempo a serviço dos interesses norte-americanos, entre eles, a necessidade de minar os BRICS. Tucanos deixaram claro que sairiam do bloco e voltariam a se aliar aos EUA. O que significa dependência e entreguismo.  Para americanos a hora de atacar os BRICS era essa, já que não podem atacar a Rússia e a China. Não é novidade para ninguém que tucanos entregariam tudo aos americanos, isso já foi provado pelos relatórios divulgados por Assange, sobre o acordo entre Serra e a Chevron.


Luta contra a corrupção.

Lutar contra a corrupção e exigir leis mais rígidas e justiça mais ligeira são uma necessidade do dia-a-dia, não começou agora. Deveriam ter lutado no governo militar, no governo Sarney e na privataria promovida por FHC.
Escrevi sobre a corrupção no meu Blog e vale a pena recordar.  (http://revistaverdadebrasil.blogspot.com.br/2015/03/a-historia-da-corrupcao-no-brasilcomeca.html )
Talvez essa matéria mostra apenas um pouco da trajetória da corrupção no Brasil.





O que diz o ex-líder do PT na Câmara:

Cândido Vaccarezza, ex-líder do governo (Lula-Dilma) fala sobre as manifestações:





Na dá para deixar de citar, que o PT saiu dos trilhos. O PT de ontem, não é o PT, que governa e nem precisamos ir longe para perceber.
Em nossa cidade Bragança Paulista, o PT apoiou um governos do PSDB e posteriormente trouxe para disputar as eleições, um candidato ex-funcionário de confiança de Serra, com sua equipe ex-DEM. O resultado é uma catastrófica administração, com perseguições, inclusive armada e ameaças de morte aos opositores. Um governo que atende aos interesses de empresários (ônibus, radar, festas, imóveis), mas se esquece do povo. Um típico governo de extrema direita.
O que tem feito aqui, de certa forma o PT também faz no Brasil, mas sem perseguições e ameaças. Faz apenas usando a influencia para comprar votos e políticos canalhas.

O PT foi peemedebelizado no caminho, para se manter no poder é obrigado a entrar no jogo.
Jogo que ele mesmo ajudou a construir.
Primeiro no apoio as bancadas religiosas, que nem deveriam existir. Não se fala em impostos para igrejas. Se ela podem ser representadas no congresso e ajudar no atraso do país, deveriam pelo menos pagar impostos.
Depois vem bancadas de ruralistas, que estão destruindo nossas florestas, bancada de multinacionais, bancadas da bola, enfim, só não existe a bancada do povo.
E ai vem a pergunta, porque o PT não usa a TV para denunciar todos e explicar que medidas necessárias ao desenvolvimento não são aprovadas porque o custo é caro.
Tem ainda a mídia, mas a grande mídia, Globo, Band, SBT, Record, são concessões.  Se elas buscam desinformar, porque não cassar as concessões?

A transformação do PT num grande PMDB



A cultura do golpe

A cultura do golpe é a falta da cultura nacional.



Artistas e intelectuais com história, que lutaram contra a ditadura, com trajetória de vida e passado digno mostram, que existem pessoas compromissadas com a transformação do Brasil.

É necessário observar que nenhum indivíduo honesto, digno e com o mínimo de cultura é favorável a um golpe.

O acesso às universidades é um dos fatores, que mais influenciam na tentativa de golpe. O acesso a faculdade é um indicador de mão de obra mais qualificada e cara no futuro. Nenhum empresário quer pagar mais. Nossa cultura capitalista ainda é escravagista.

Políticas sociais tiram da classe dominante o direito a dar esmolas, transferem ao estado a obrigação de cuidar do povo.

A falácia da ditadura é colocada na cabeça de ignorantes, com estrema facilidade. Parte do povo é covarde e prefere ser dominado. Acreditam nas falácias de segurança e honestidade, que esse mesmo povo não tem. São sonegadores, compram o guarda, enganam a alfandega, dão golpe no troco, param um minutinho na vaga, que não é deles e por ai vai. Foram covardes na ditadura e ainda dizem, "eu e meus pais nunca tivemos problemas", é claro, sempre foram covardes, treinados desde crianças a cuidar apenas dos próprios interesses.

A transformação do estado laico em estado fundamentalista, em grande parte por culpa do PT, que para manter a governança, fez acordos, deixou crescer, deu TVs e ministérios, é outro fator para as constantes manifestações fascistas. O estado de direito, aos poucos se transforma em estado de direita, com atraso cultural e cientifico e a criação de uma sociedade acéfala.

A manipulação da cultura, iniciada por FHC, o empobrecimento dos laços culturais, que formam uma nação e a falta de uma política nacional de cultura, substituída por PSDB e posteriormente PT, numa política de louvação ao lixo cultural, para manutenção de uma população idiota, faz parte da ascensão dos golpistas. Hoje qualquer idiota vira líder de um povo faminto intelectualmente. Ainda que não saiba.

O PT fez mudanças básicas necessárias e inesperadas na promoção do individuo, mas para manter o poder fez o jogo da direita, comprando o próprio poder, em vez de criar uma geração culta, que hoje estaria lutando pela manutenção das mudanças. Ainda tem gente lutando, é claro, mas pela troca de favores, não pela ideologia, ou cultura promovida e adquirida.

A fase negra pode passar, ainda podemos reagir e ter um governo social, mas não é fácil, o PT resolveu dormir com o inimigo e dentro das próprias trincheiras ele é mais forte. Não se misturam tribos nem torcidas. Ainda não. Não construímos essa cultura da mistura no mesmo espaço.

Para se manter no poder o PT se prostituiu. Deitou com gregos e troianos. Não construiu a ponte que levaria a isso. Não promoveu a inclusão cultural. Essa é a principal função do ministério da cultura. Fiz isso por um curto período na minha cidade, vi a raiva da classe dominante, mas o que interessava era meu cliente, o povo, que participava. E os "dominantes", nesse período, não puderam, por falta de coragem, se manifestar.

A classe, que hoje se reuni para promover gritos, que nem eles mesmos sabem o porque é altamente manipulável. É a classe esquecida pelos projetos culturais, que nunca existiram. Cultura no Brasil virou promoção de projetos duvidosos e de péssimo gosto. Para apaniguados do poder.

Aos manipuláveis golpistas restou a cultura do falso patriotismo. Comandados por líderes interesseiros, que lucram desde a venda de camisetas para tontos até nas grandes licitações, como o povo como massa de manobra. Eles são a massa idiotizada e órfãos culturais.
São os zumbis sociais repetindo palavras de ordem feitos papagaios de putas.  

Ainda há tempo de mudar. Temos e principalmente a cúpula do PT tem que entender, que só existem dois tipos de revolução, armada, ou cultural. A cultural é fácil. Mas começa pelos exemplos. Não dá para exigir mudanças culturais, num governo onde a direita fascista e interesseira senta junto. Ministério é péssimo, incluindo alguns petistas como Mercadante e Cardoso.

Não dá para ficar no poder, deitando com os opostos. Em minha cidade temos o exemplo: O PT para ganhar eleições foi buscar candidato, que era funcionário de confiança do governo tucano no estado. O SUS foi privatizado, que exemplo é esse, se o SUS é federal e propaganda do governo. O Km rodado de ônibus é o mais caro do Brasil. Como isso num país onde o partido que governa tem o nome de "trabalhadores"? Os opositores sofrem perseguição e ameaças de morte. Isso num país governado por um partido, que diz prezar a democracia. A maquina pública esta inchada, por incompetentes e derrotados petistas de outros municípios. Resultado disso, foi uma derrota de Dilma nas urnas, por uma placar que quase lembra os 7X1 da Alemanha.

Dá sim para reverter. Começando por mexer nos diretórios municipais, passando por ministérios, valorizando a cultura e governando com a verdade.


Corram, que ainda dá...

Mas para o povo, acabou a festa, todos voltam ao trabalho, exceto os manipuladores, que vão continuar ganhando dinheiro, seja vendendo camisetas de "fora Dilma", ou nas grandes negociatas. Caindo ou ficando, o povo vai continuar do mesmo jeito...

sexta-feira, 6 de março de 2015

Angélica e Globo expulsos da UNIRIO




Como vem acontecendo em manifestações e entrevistas em locais públicos, ninguém suporta mais a GLOBO e seu grupo de apresentadores fascistas. Não é só Boner que é odiado por quem tem um minimo de cultura, o casal Angélica e Hulk já entraram na lista negra de manifestantes.

Durante uma gravação,Angelica e a equipe da globo,foram surpreendidos pelo coro de alunos gritando palavras de ordem. " O POVO NÃO É BOBO, ABAIXO A REDE GLOBO".


Só não devemos esquecer, que Record e SBT são o mesmo lixo. Empresas que usam concessões públicas para desinformar e mentir