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quinta-feira, 7 de abril de 2016

"Impitimão"- A piada pronta e de mal gosto.

 Essa turma de "mãos ao alto", que pretende mostrar o que é honestidade governamental. 


No “Brasiu” é tudo diferente,  querem mudar o Brasil e transformar num Brazil.
Os que querem mudar, são os que sempre mandaram. Nunca mudaram e só melhoraram a vida deles e seus iguais.
O relator do processo de impedimento de Dilma deixa claro que não interessam os argumentos legais, o processo é político. Tenha, ou não cometido crime, para eles, que não tiveram votos, o importante é tomar o poder.
Temer com sua pinta de coveiro reclama do supremo, ele é um santo, que tem uma vida modesta e sempre viveu de suas aulas de direito. Idiota é o povo.
A polícia federal, que nesse governo teve liberdade para atuar, agora quer cassar o governo, para mostrar poder, poder que não tem para impedir contrabando nos aeroportos, pelo contrario, junto com a Receita fecha os olhos. É a polícia que não tem capacidade para coibir uma metralhadora Ponto 50 e outros milhões de armas diferentes e potentes, de entrarem no país. Parece que armas nascem nos morros. É a mesma polícia que ao pegar um helicóptero na casa do dono, com aeronave do dono e pilotos do dono, não sabe quem é o dono do pó. 
Esse é o “Brasiu” onde Caiado fala contra agricultores em nome da bancada da bala. Segundo eles é uma violência agricultores que foram expulsos e tiveram suas terras griladas pela bancada da bala, tentarem ocupar suas terras. É normal, num país onde puta goza, traficante é viciado e cafetão se apaixona.
E onde cafetão se apaixona é mais normal pobre, que vai perder direitos sociais, trabalhistas e crédito, numa possível mudança no poder,  apoiar a turma da FIESP.
Por falar em FiESP é a mesma que apoiou o golpe de 64 juntando uns milhões de dólares para comprar o Gal. Kruel. Mas ela não quer pagar o pato, apenas é contra a corrupção.  O dinheiro para o General foi apenas um presente. Boa mesmo ela sempre foi no financiamento de tortura, que gerou canalhas como o Delegado Fleury, que por sinal criou a Rota Caipira, a primeira rota profissional do trafico de drogas.  Mas droga também gera empregos.
É um “Brasiu” alegre, inteligente, culto, onde pessoas querem cassar a presidente, fazendo o jogo de grupos empresariais para colocar em seu lugar os 3 homens mais honestos do “brasiu”, que são o Cunha, o Renan e o Temer.
E com os 3 no poder finalmente os de sempre voltam ao poder. E ao povo resta o phoder.
No grupo do poder tem empresários, as multinacionais do automobilismo que se fartaram de lucros com a isenção de IPI.  Tem a FIESP, patrocinadora de golpes, tem os tucanos, entre eles Serra, que tudo o que quer é vender a Petrobras e o pré-sal . Se der tempo os Correios e a água. Tem o Alckmin, representando a Opus Dei, que ainda não percebeu, que se Dilma cair ele não tem chance. Não adianta rezar e nem se mutilar.
Mas a piada mais pronta são os gritos das paneleiras vazias e coxinhas cornos. Eles são os últimos a saber.
Não sabem que a constituição é rasgada quando um golpe, pois impedimento sem crime é golpe, é deflagrado. Não sabem que as conquistas sociais não podem ser canceladas, pois isso irão gerar décadas de atraso, não sabem que a democracia é mais do que não gostar da presidente, não sabem que os congressistas não trabalham e eles não deixam o país avançar. Não sabem que está em jogo a organização do aparelho democrático de um país.
O povo que grita e bate panelas não sabe quem vai ficar com a caneta e nem com as contas no exterior, como as de Cunha. 

O Brasil, se depender da turma do Brasiu, vira logo um Brazil. Essa é a piada, mas quem ri depois serão apenas os empresário.  Para ao povo restará chorar, os que batem panelas e os que não querem o golpe. 

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

De volta ao passado: A farsa continua...

De Volta ao Passado: A farsa continua




Presidentes dos principais Partidos de Oposição Ao Governo reuniram-se quarta-feira, 15, no Senado com OS Líderes dos Movimentos anti-Dilma, that also poderia Ser Chamado anti-Brasil, afinal NÃO estao preocupados com o país. APENAS se aproveitam de Uma crise fabricada e Uma fraca e vacilante presidente parágrafo Entregar o Brasil.

   


O presidente nacional do DEM, José Agripino, defendeu o impeachment that SEJA colocado Como Uma pauta Unificada da Oposição. "Os Fatos se impõem. Chegou a hora de Colocar o impeachment ea Investigação de Dilma parágrafo valer na pauta. A Oposição ESTÁ unida", afirmou.
Agripino Já Esteve envolvido em escândalos Mais, that Beira-março
E Membro do DEM, ex-ARENA e Hoje Aparece POR apodrecimento, ou Morte das Velhas Raposas do partido. Na Época de ACM NÃO passava de hum office-boy das Maldades.



O outro "Líder", Carlos Sampaio, Não Sei Líder fazer that, TALVEZ DELE PROPRIO, pois NÃO passa de hum moleque de recados do Zé Serra. Sua ambição é ser prefeito de Campinas, Mas la Não Tem-votos para tanto. Vai Esperar Mais uma eleição de Jonas Donizete e tentar CRIAR Fatos parágrafo aparecer. O "Líder" Tucano na Câmara, Carlos Sampaio Disse Que o partido receberá Até quarta-feira Pareceres Jurídicos that poderão embasar uma tese de impeachment. Alckmin NÃO gosta da ideia.

Tambem fazem PSDB, Aécio Neves, cuja candidatura Virou Pó e vai Até Evaporar 2018. A Opus Dei TEM Seu Proprio soldadinho de chumbo. Conta com Serra, Que Quer adiantar como Entregas ...

O Solidariedade TEM Paulinho da Força, o sindicalista pelego, that sempre lutou em causa própria.

O PPS, Roberto Freire, esclerosado, babando, Nunca foi 10% Que fazer representava Seu Irmão, Marcus Freire.

O PV VEM de Luiz Penna, o ambientalista that era Ligado um Congas. Sim. E o ex-Deputado Beto Albuquerque, REPRESENTANDO o PSB, that na Verdade NÃO representação o partido. NÃO REPRESENTA Erundina, Não representação Roberto Amaral, Não uma base de representação e fundadores OS fazer partido. Albuquerque Não É nada. NÃO REPRESENTA nada, Precisa de Espaço, Precisa aparecer Para Ser Alguém Dentro do partido. Foi vice-hum, Que NÃO representação nada.

Tem Ainda o Caiado. Homem da bancada da bala. Defensor de dos grileiros, posseiros Matam Que, dos Assassinos de índios, that estao sem Errado local. Defensor fazer latifundiários. Defensor da População armada. Da pena de morte. FIM DOS DIREITOS fazer Sociais.

Mas O Que Existe Além de Tudo Mais ISSO?

Existe petróleo. Existem terras. Existem minérios. Existem Florestas.
Existe Muito Dinheiro em Jogo. Existe hum congresso comprado um sor.
Existe o apodrecimento fazer Tecido social. A necessidade de dar um FIM Conquistas Sociais. A necessidade de mao de obra barata e dela dependente. A necessidade da falta de moradias e Valorização dos Bens PROPRIOS em detrimento do povo.
Existe, Sobretudo a necessidade do Poder, embora NÃO SEJA tanto, pois Lá em Cima, Assim Como Serra, FHC, Sarney, Militares, JK, Jânio, ficarão de quatro, como sempre fizeram. Ai que ESTÁ o Lucro.
Enfim E o Brasil dos ignorantes.
O Brasil Onde a Cultura e manipulada Pela Mídia e cabelo proprio Governo para Conservar e Aumentar a ignorancia.
Ai E o tiro sai that Pela culatra. Nem Lula, Dilma NEM melhoraram, Sequer fizeram o Mínimo Pela cultura.
Nem Dilma, Nem Lula se dispuseram a Contar, that o congresso Funciona com Apoio de mensalão, tipo Dinheiro Na Mão, calcinha no Chão. Nao precisava queimar Dirceu, Genuíno e Tudo Mais, Além de dar força * remodelada AOS verdadeiros bandidos.

Ah, Não Tem Direita e NEM Esquerda. Continuam Sendo Apenas o centro. O centro dos Interesses Monetários Acima de QUALQUÉR tipo de povo.  


https://www.facebook.com/1422563197977876/videos/1596584577242403/

Michel Temer e a mosca azul do golpismo

O vice-presidente tem plena consciência de suas palavras, e sabe que seus discursos estimulam a onda pela remoção de Dilma

Michel Temer e Dilma Rousseff: as intenções dele são claras
Michel Temer e Dilma Rousseff: as intenções dele são claras
O vice-presidente Michel Temer não pode ser acusado de inexperiente. Sua carreira política já percorreu dezenas de anos, e foi construída nos gabinetes e nas negociações de cúpula que cobram sagacidade, matreirice e astúcia. No PMDB é um antigo pessedista mineiro e está mais para Tancredo Neves do que para Ulisses Guimarães, respeitadas as diferenças de estatura política.
Se nesses ambientes o espírito público é descartável por despiciendo, deles só se salvam os hábeis negociadores, os articuladores, os estrategistas, a saber, os que são capazes de atirar e acertar o alvo ainda invisível aos olhos da maioria.
Por outro lado, Temer não é um boquirroto (como os temos mesmo na mais alta corte), tampouco um desprovido de espírito. Domina o vernáculo, conhece as palavras e não discursa em vão. Quero dizer que tenho na justa medida as palavras que dita, e plena consciência do juízo de seu discurso.
Por isso mesmo levo em conta o que diz e muito me preocupa a última série de pronunciamentos, nenhum deles condizente, seja com seu cargo na República, seja com sua forma tradicional de fazer política. Seja, e agora entra em jogo a sempre incômoda questão ética, com o dever de aliado.
Posto que todas essas falas, quando lidas tendo como pano de fundo o quadro politico brasileiro – e só assim têm significado – contribuem para a onda golpista que pervade o contaminado cenário brasileiro, atingindo Congresso, imprensa e mesmo tribunais superiores.
Suas declarações são em si graves, mas ainda mais preocupantes se tornam quando considerado seu autor, pois não se trata de um personagem qualquer, mas nada mais nada menos que o vice-presidente da República, o presidente do maior partido do Congresso, que ocupa vários ministérios importantes e as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Não é um bolsonaro qualquer.
Ora, faz um mês, o vice Michel Temer (eleito, como todo vice, pelos votos da titular), então coordenador político do governo, cobrava a necessidade de surgir “alguém com capacidade de unir a todos”. A simples proposição implicava o reconhecimento da incapacidade de a presidente Dilma cumprir esse papel, intrínseco ao exercício da presidência. O vice e aliado na verdade indicava a função vaga e de pronto apresentava um candidato para preencher o espaço vazio. Não precisou dizer ‘esse alguém sou eu’, pois toda a imprensa e o chamado mundo político assim entenderam.
Mais recentemente, em animado convescote na mansão de uma socialite paulistana defensora do impeachment, o vice declara, sem rodeios, e num estímulo mais do que claro às ações anti-Dilma de seus interlocutores, que a presidente não concluiria seu mandato, se mantidos seus atuais baixos índices de popularidade. Dito de outra forma: se vocês pretendem (e sabidamente pretendem) vê-la fora do Planalto, basta continuarem a campanha de descrédito que imobiliza o governo. Até por que, acrescentou, não esperem que ela renuncie. Melhor discurso não poderia desejar ouvir a oposição. Refletindo seu significado, as palavras do vice-presidente dominaram as manchetes e foram objeto de comentários de todo jaez.
Nenhum veio em socorro ao governo.
Ao contrário, a declaração do ex-professor animou os cenários golpistas de maior e menor densidade, levando o ex-presidente e ex-sociólogo FHC a, segurando a peteca levantada, propor em seu artigo semanal veiculado pelos jornalões um novo “bloco de poder” incluindo todas as forças político-sociais do País, excluídas a presidente e aquelas forças que venceram as eleições de 2014, com mais de 54 milhões de votos, cifra que não é nem poderia ser desprezível.
É inteiramente irrelevante conhecer os propósitos íntimos do vice-presidente e as elucubrações do ex-presidente, como é de igual modo irrelevante perquirir se esses pronunciamentos integram uma maquinação golpista. O fato objetivo é que o conluio existe, com ou sem a participação desses atores. O fato objetivo é, finalmente, que tanto as declarações do vice quanto a coluna de FHC servem ao projeto golpista.
Do ponto de vista tático agiu acertadamente o Planalto ao minimizar as declarações do vice-presidente, até por uma razão muito simples: não dispunha de alternativa. Mas errarão profundamente os estrategistas do governo se menosprezarem a profundidade da orquestração golpista, que não se encerra na alucinação demo-tucana, e já se faz e já se divulga à luz do dia.
As novas vivandeiras têm tribuna, púlpito, toga, e a voz dos grandes meios de comunicação. Têm, ademais, apoio de setores consideráveis da classe-média (sempre contou com a pequeno-burguesia), mobilizados pela campanha contra a corrupção, produto da conspiração de empresários, políticos e servidores públicos. Agora, como sempre, explorada de forma enviesada, escancaradamente seletiva, partidarizada.
Além das tradicionais tratativas de cúpula nos antros do poder real, a direita brasileira de hoje conta com apoio mediático que lhe confere visibilidade e amplia o alcance de sua mensagem reacionária. A esse seu poder tradicional e de sempre associa hoje uma agressiva presença nas ruas, ocupando espaços deixados pelos partidos progressistas e forças populares, essas à espera de um comando que tarda em assumir seu papel histórico.
O governo por seu articuladores e as forças que o apoiam precisam superar o restrito mundo das articulações clássicas – Congresso e o que resta de partidos e suas lideranças –, precisam considerar outros braços do Estado e seus estamentos, como os meios de comunicação de massa e a alta burocracia, e nesse plano incluo os tribunais superiores. Mas isso ainda não é tudo, nem será suficiente. Pois não é aí que reside sua base política de sustentação. Reorientando a política econômica, o governo precisa dialogar com as forças produtivas e com elas estabelecer alianças conjunturais que visem à recuperação da economia para além do déficit fiscal, sem prejuízo nem da soberania nem da economia nacional, e, sempre, sem prejuízo dos de baixo, exatamente os que estão dispostos a ir às ruas em sua defesa, os trabalhadores e assalariados de um modo geral e os movimentos sociais
Indicador ainda tênue dessa alternativa e de seu potencial foi oferecido pelo lançamento em Belo Horizonte, sábado último, da Frente Brasil Popular, movimento que se organiza nacionalmente tanto em torno da defesa da democracia e da integridade do mandato conferido a Dilma pela vontade eleitoral em 2014, quanto em defesa da soberania nacional, do desenvolvimento com distribuição de renda, da reforma do Estado e nela da reforma política. Em defesa dos interesses das grandes massas. A Frente é movimento que visa a barrar o avanço do pensamento conservador e reacionário, hoje tão bem vocalizado pelo PSDB e seus sócios menores, dentre os quais se destaca o presidente da Câmara dos Deputados.
A Frente não nasceu no sábado último. Ali simplesmente tivemos sua apresentação pública. Ela vinha sendo gestada havia meses pelo movimento social, sem a ingerência de partidos – embora a eles aberta –, sem compromissos eleitorais e sem aparelhismos, discutida em todo o País, nas redes sociais, e antecedida por eventos regionais, que percorreram praticamente todos os Estados.
À Conferência popular que aprovou seu Manifesto, em Belo Horizonte, acorreram militantes de todos os quadrantes do País, sob as lideranças da UNE, do MST, da CUT e da CTB, dentre outras muitas entidades populares e de classe.
Essa Frente Brasil Popular é ampla mas não pretende ser única. Paralelamente, muitos outros movimentos de origem vária – frentes, grupos de trabalho, grupos de reflexão, todos autônomos mas todos voltados para a defesa da democracia e da economia nacional – se estruturam em todo o país.
É a grata promessa de povo na rua.
A mobilização popular é fundamental. Ao retornarem às ruas em apoio ao governo, as massas espantam o golpismo e ao mesmo tempo alteram, podem alterar substancialmente, a atual correlação de forças, que, em prejuízo dos compromissos populares da presidente, assumidos pela sua biografia, faz do atual governo uma presa do sistema financeiro.
Sem o dever de emprestar apoio ao governo, o rentismo – com prejuízo inclusive do capital produtor que precisa ser estimulado, e da recuperação econômica – impõe uma política recessiva que exige ainda mais sacrifícios das grandes massas, de cujo seio tem o governo a expectativa de recolher o apoio de que carece.
A superação do paradoxo só se dará com a mobilização das grandes massas. Alterando a correlação de forças, o movimento social oferecerá ao governo condições de enfrentar a reação, e a nova política daí resultante fortalecerá a retomada do desenvolvimento nacional, sem inflação, sim, mas, igualmente, com redistribuição de renda e desenvolvimento econômico, mediante a proteção dos interesses dos que trabalham e produzem.
Roberto Amaral

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Uma pequena história das eleições em Bragança

Uma pequena história das eleições em Bragança


De 4 em 4 anos Bragança vive a época das mudanças,  para continuar a mesma coisa, isso acontece desde 1968, quando estabeleceu-se um acordo entre dois grupos, para a eterna manutenção do poder.
Vários grupos aparecem, se dizem concorrentes entre si, mas nas vésperas das eleições se unem para eleger o mais forte, aquele com mais chances de nada mudar, de conservar as coisas como estão.
Nessa história de ilusionismo política na cidade de Bragança, apenas os nomes de José de Lima e da Família Chedid disputam o poder palmo a palmo, mas quando correm o risco de serem alijados do poder , eles se unem para vencer, iludir a população e manter tudo como está.  Eles precisam se manter no poder, e o eleitor precisa acreditar que são grupos antagônicos e trazem propostas de mudanças, essa é a parte fácil.


José de Lima com o proprietário da NS Fátima.

Jesus Chedid


Nos últimos anos vimos esse filme se repetindo.  Em 1968 Hafiz Chedid se elege quebrando séculos de poder nas mãos de ruralistas. Em 1972 José de Lima é eleito e faz seu sucessor em 1976, com Alberto Diniz. Em 1982 devido a onda de redemocratização do país, Limas e Chedids sentem a ameaça e se unem para derrotar a oposição, elegendo José de Lima, com 92 votos de diferença. Em 1988, José de Lima elege Nicola Cortez e, que em 1992 passa o poder para Jesus Chedid, que devolve a José de Lima em 1996. Esse retribui, deixando de lado a reeleição, quase parando a campanha, para que Jesus Chedid fosse eleito em 2000 e reeleito em 2004, num projeto ocasionalmente quebrado por uma ação judicial, comandada na época por mim, que colocaria João Solis no poder.

João Solis

José de Lima era o candidato da coligação que cassou Jesus,  eu era o coordenador da mesma coligação, mas  foi o próprio José de Lima quem tentou me dissuadir a retirar a ação judicial, pois um acordo já tinha sido costurado.
A cidade poderia ter mudado e novas lideranças estariam governando, mas o candidato escolhido e comandado pelo advogado José Eduardo Supione de Aguirre era fraco e manipulável.  Com um secretariado escolhido por Aguirre (Sergio Pereira, Marco Marcolino, Nicola Januzzi, Carvalho Pinto, Marilene Aguirre, entre outros) a administração, aos poucos  vai voltando paras as mãos dos antigos donos.
Esperou-se até junho de 2007, quando a ação foi finalmente julgada em terceira instancia e a partir dai a  administração toma rumos contrários aos interesses do povo.

Jango se reelege, as custas de manobras em pesquisas  e da falsa disputa com os Chedids, numa ação em que José de Lima renuncia sua candidatura, passa a apoiar Gustavo Sartori, mas na mesma madrugada é convencido por Aguirre e retornar a disputa, pois seu apoio poderia construir uma nova força política (Sartori), na qual eles não teriam mais influencias.

Na sucessão de Jango, Lima e Aguirre com antigos políticos, como Marcus Valle, se unem para levar um delegado ao poder  e manterem seus interesses  pessoais a frente dos interesses da população, caso não vençam, venceria o candidato dos Chedids e nada mudaria.

Nesse período, que se inicia em 1968, 3 nomes surgiram no cenário político, com chances de chegar ao poder. Com os 3 foram usadas táticas parecidas. O primeiro nome foi Arnaldo Nardy, destruído durante a campanha por Limas e Chedids.  Surgiu então Marcio Villaça, candidato do PMDB em 1988, traído pelo próprio partido (Valle, Lo Sardo, Diaulas abandonam a campanha no início para apoiar o candidato de Lima).  E finalmente Gustavo Sartori, que se torna vitima de calunias e injurias deflagradas pela internet e panfletos apócrifos, nas duas eleições em que participou.

Nardy

 Villaça

Sartori

Assim o poder continua mantido. Homens sem qualquer interesse na cultura e no desenvolvimento humano continuam no domínio da situação. No próximo ano teremos eleições e mais uma vez as manobras serão para a eleição de alguém ligado a um, ou ao outro.


Eles se aprimoram, temos hoje a pior administração de todos os tempos, mas amanhã lançarão seus nomes, com um marketing bonito, que iluda os eleitores e mais uma vez lhes de o poder. O poder pelo poder. 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

PT de hoje sofre o efeito MDB de ontem.

Efeito MDB

O PT repetiu os erros do MDB, quando se deixou inchar em 1976, após a grande vitória em 16 capitais, que levou os ditadores a criar o Senador Biônico. Repetiu os erros do MDB em 1982, quando venceu nas principais capitais (exceto Brizola, no Rio) e abriu as postas para o adesismo. Adesistas como ratos, são os primeiros a abandonar o navio, mas esses abandonam e mudam de lado, se tornando algozes dos ex-companheiros.

Vejo esse cenário sem sair de casa, onde o PT buscou no ninho de Serra, seu candidato para ganhar uma eleição. Ganhou mas não levou, o grupo de direita, apenas desmoraliza o ideal petista, se é que ainda existe. Aqui o PT perde de goleada e as urnas provarão em 2014. Erros e mais erros. O PT não fez a lição de casa, entregou diretórios a pelegos e vai pagar também por isso.