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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Facção Oficial. A maior organização criminosa do Brasil

A morte de Teori, encomendada, ou não, isso não vem ao caso, como diria Moro, consolida em 100% o golpe, conforme gravações da própria Lava-Jato.

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No áudio gravado das conversas de Jucà com Machado o golpe estava sendo planejado. Dilma não tinha a intenção de parar as investigações e precisava ser deposta de qualquer maneira. Recordemos:
1-   Primeiro precisamos tirar a Dilma.  (Feito com apoio da massa de manobra)
2-   Depois colocamos o Temer (Feito com apoio do congresso)
3-   Entregamos o Cunha (Feito com apoio da mídia, mas sem devolução do dinheiro roubado)
4-   Blindamos o Renan (Feito com apoio do STJ e desmoralização da justiça)
5-   Então paramos o Teori (Feito)
Um roteiro fácil para quem é do ramo, sabe o grau de ignorância da classe média e tem domínio dos 3 poderes.

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Posteriormente iniciou-se a entrega de energia (Petrobras, xisto, nióbio, elétricas), reservas de água, salvamento de empresas do grupo (100 milhões para a OI), manutenção do desemprego e até a desvalorização do salário mínimo (feito), aumento para o judiciário, criminalização dos aposentados, desvalorização do ensino, diminuição da população (abandono da saúde), compra da mídia (triplicaram-se os repasses), desmoralização do PT (feito) e condenação de Lula, ainda que seja por um crime inexistente.
Assim Temer elege um novo ministro, ou deixam tudo nas mãos de Gilmar, tanto faz.  Moro condena Lula, que não tem Foro privilegiado e finalmente acabamos com a soberania nacional.  O Brasil volta a ser colônia. O trabalhador volta a ser escravo. O velho volta trabalhar. O doente morre. Diminuem-se direitos, população e mantem-se a facção no comando.

Um roteiro bem feito, para uma plateia ignorante e uma facção criminosa sem limites.  

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Alguém tem alguma dúvida, ou tudo isso não vem ao caso. 
Agora sigam o enterro. Coxinhas e Paneleiras sequer sabem o que está acontecendo. Estão envergonhados. Se diziam cidadãos honestos. São burros e tão desonestos quando a facção. Manipulados entregaram o Brasil. Relincham em silencio vestidos em suas camisas da CBF. Dentro de casa...

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segunda-feira, 21 de março de 2016

Dias depois do GOLPE...





Uma fotografia do "impitimão"
1- O coveiro Temer assume
2- O vampiro Serra ganha o ministério da fazenda.
3- A divida da Globo é renegociada e ela se livra de parar o que deve. 
4- O PSDB entrega a cabeça de Aécio para se livrar dele no futuro (a Folha já começou as denuncias)
5- Serra começa a denunciar Alckmin e se livra da Opus Dei.
6- Cunha segue deputado e seu julgamento continua sendo adiado.
7- Renan prova que é um santo.
8- Moro pede a prisão de Lula
9- Lula se entrega no meio da multidão e diz que não quer derramamento de sangue. Vira mártir como todos condenados dessa maneira.
10- Moro diz que a operação Lava Jato chegou ao fim.
11- Aécio é processado, para que a Lava Jato seja autenticada.
12- Serra vende o pré-sal para a Chevron
13- Serra vende os correios para a Federal Express
14- Serra vende a Petrobras para Chevron, Exxon e Shell
15- Serra venda a Caixa Federal para o Bradesco.
16- Banco do Brasil é vendido para o Itaú.
17- Começam a comentar sobre o fim do SUS e as maravilhas da saúde privada.
18- O congresso vota o fim dos direitos trabalhistas
19- A Globo não mostra a crise e o país começa a morrer de fome.
20- Temer anuncia o fim do Bolsa Família e informa que ensinar a pescar é melhor que dar o peixe.
21- Igrejas evangélicas conseguem a obrigatoriedade do cristianismo nas escolas públicas.
22- Bolsonaro se torna Ministro de Direitos Humanos.
23- É liberada a criação de gados na totalidade da Amazônia.
24- O marido de Marina consegue autorização para comercializar as madeiras da selva.
25- Itaipu é vendida para um grupo norte-americano
26- A classe média empobrece
27- Lula morre de acidente de avião.
28- O Brasil sai dos Brics.
29 O governo torra 370 bilhões de reservas
30 FMI oferece um empréstimo com apoio de Trump.
31- Uruguai, Russia, China, Índia, Africa do Sul, Dinamarca, Suécia, não tem mais relações comerciais com o Brasil.
32- Serra é candidato a presidente, o PMDB indica Cunha de vice.
33- Ciro Gomes sofre acidente de avião.
34- A Globo muda a lei e compra a Band e Cultura.
35- Aprovada a censura na internet.
36- O salário minimo volta para 80 U$
37- Sobram empregadas domesticas e o salário médio é de 100 reais.
38- Acaba a política de cotas.
39- Governo acha inútil tantas faculdades, muitas serão fechadas.
40- Evangélicos tiram discriminação racial da lei.

41- Alexandre Frota é ministro da Cultura
42- A corrupção explode, mas é proibido denunciar
43- Moro é ministro da Justiça e afirma: Isso não vem ao caso.
44- Coxinhas aprendem história.
45- Agora é tarde...

sábado, 14 de novembro de 2015

França - A insanidade do poder

Para que servem os deuses e as religiões? 



Fanáticos por deus...E assim sempre foi, cruzadas, inquisição, mortes, escravidão... que viva o deus, assim os loucos entraram gritando na boate Bataclan em Paris. 
As religiões são o atraso criado pelos homens para manipular os homens. Surgiu provavelmente quando o primeiro homem dominou o fogo, o qual era inexplicado e por ter o domínio sobre o fogo ganhou o poder sobre os outros homens. 
Posteriormente governantes viram nas religiões uma forma de dominar grandes massas e isso se tornou um dado cultural para a manutenção do poder. 
A França embora capitalista, sempre foi um estado democrático. Também sempre pagou o preço por ser democrática, mas por outro lado sempre apoiou os ianques em sua ações pouco democráticas de levar sua democracia, aos país não considerados democráticos. 
Compactuou com os americanos bonzinhos e ajudou criar ao Xá do Irã, os Komeines da vida, os Sadans, os Estados Islâmicos e muito mais. Sempre tem o troco. Infelizmente os loucos religiosos pagam com a vida do povo, pois no jogo acertado por eles, não se acerta os chefes de estados, nem os empresários do sistema petróleo X religião X morte. A religião é claro, continua sendo o grande apêndice, ou talvez intestino da política. 
O problema é que toda lavagem cerebral um dia cria monstros. Geniais e sanguinários. O estado continua apoiando religiões e deuses, na esperança de manter o povo sempre obediente, se não ao comando do estado, mas a um deus que vê tudo. Assim segue a carruagem, ou o enterro, como preferirem. 

A religião é o melhor produto para o ódio e para a obediência, depende da necessidade da época. É como o flúor na água, a dose aumenta de acordo com o tempo. E vamos em frente, deus mandou.
A França é o país criador do lema Liberdade, Igualdade e Fraternidade, pilares da sociedade moderna, mas pilares falsos, que soam como um slogan do marketing da manutenção do capitalismo hipocritamente democrático, falsamente livre e mentirosamente igualitário. Seria bom se não fosse isso. 
A democracia maravilhosa, que fingem ter e querem implantar no mundo, não é necessariamente a democracia por tribos da Arabia, Irã, Iraque, ou Síria. Povos há séculos vivem sob o comando de deuses criados no início dos tempos, justamente para mante-los no sistema tribal e sob domínio de religiosos políticos escolhidos por esses mesmos deuses que seus ancestrais criaram para o domínio. 
A questão é que essas tribos não querem a democracia americana, nem a liberdade francesa e muito menos a fraternidade inglesa, ou alemã. 
Querem ser o que são, tribos de um deus, comandadas por seus representantes, homens com poder. 
Ocorre que, para os americanos e sócios levarem o petróleo, o gás, o dinheiro fácil é necessário transformar as tribos em terra "civilizada" e é ai que se inicia o problema. 
Povos treinados para obedecer um deus Ala e seus representantes na terra, treinados para viver com pouco e não reclamar, para terem várias mulheres, que sejam suas escravas, para vender gente e tudo mais, daquilo, que durante séculos aprenderam nas cartilhas de lavagem cerebral. 
Para os americanos eles são os atrasados, mas para eles os americanos são ladroes querendo roubar suas riquezas. 
Eles não invadiram os EUA, nem a Alemanha, nem a Inglaterra, mas sempre foram invadidos e tiveram suas civilizações estupradas.
E agora? 
Segundo Putin, quem criou o EI foram os Americanos. Não precisa provar, nos acreditamos quando vimos o DNA de Sadan, o sangue de Mohammad Reza Pahlavi e tantos outros criados e fortalecidos pelo 
sistema capitalista para roubar nações menores, consideradas atrasadas, 
ou sem poder.   Tudo se resume ao lucro.  
A Síria, o Irã, ou qualquer país do mundo tem um tempo para atingir seu modelo ideal de sociedade. Ainda não sabemos qual será o modelo de cada um, mas isso é a autodeterminação dos povos. 
Talvez um dia as palavras igualdade, fraternidade e liberdade deixem de ser uma frase de efeito. Não é hoje e muito menos será no capitalismo, pois nele não há igualdade, a liberdade é falsa e a fraternidade passou longe. 
Deixem que os povos cuidem de sua autodeterminação. Para acabar com as ideologias exóticas assassinas, acabem antes com as religiões e as armas. Um povo só tem autodeterminação enquanto povo, quando tem cultura própria e autodeterminação pessoal e não se tem autodeterminação pessoal, quando se é comandado por um deus, inventado para o domínio. 
Até então vamos chorar as mortes na França, enquanto na Síria, na Líbia, no Irã, cada um chora pelos seus. A primavera árabe bancada pelo bom e nobre Tio Sam está dando suas flores.  
Os terroristas? Ah esses são apenas como os soldados americanos, acreditam no que fazem, a pequena diferença é que os soldados americanos recebem em dinheiro para morrer, enquanto esses recebem virgens pós morte e vivem eternamente ao lado de um deus criado pelos homens para o poder. 
Apenas a insanidade do poder, enquanto seus chefes, assim como Obamas, Bushs e Hitlers assistem sob ar condicionado o desenrolar de mais um capitulo da história dos negócios.  

domingo, 7 de junho de 2015

Hipocrisia religiosa fascista.

Hipocrisia religiosa fascista.

O Brasil discute a maioridade penal como forma de resolver a criminalidade no país.
É uma hipocrisia social de um país religioso. Apenas 0,5% de crimes são atribuídos a menores.
O álcool e o transito matam 15 vezes mais. Mas o Brasil não discute punição severa no transito nem leis relativas ao consumo excessivo de álcool. Somos um país capitalista e hipócrita, ninguém quer discutir algo que dá lucro para a industria automobilística e usineiros.
Afirma-se que menores são contratados pelo crime organizado, mas o crime organizado vão continuar. Não se discute o crime organizado porque é lucrativo, ele mantem estruturas políticas, sociais e religiosas.
Discute-se punir menores, mas não se pode falar em descriminalizar o aborto, é pecado. Não é pecado manter a pobreza e a ignorância.
O estado ao manter a ignorância, mantém a pobreza. Um grande negócio para religiosos, grandes investidores em moradias populares, esquemas de merenda em escolas públicas, industrias da morte em geral.
Não se discute também, a descriminalização da maconha, ela vai continuar existindo e sendo fonte de lucro para grandes grupos, sem impostos, como as religiões, que são contra a liberação e coincidentemente de acordo com o crime organizado.
A hipocrisia religiosa leva o povo a ignorância lucrativa. A industria da pobreza é boa para todos, ela se mantem da ignorância, que possibilita grupos religiosos, políticos, industrias e crime organizado, a se manterem no topo da economia.
Não há discussão para o aborto, para acabar com o crime organizado, para liberação de drogas leves, para a eutanásia, etc., pois essas não dão lucro.
Estava pensando sobre esses assuntos desde ontem, quando minha avó finalmente faleceu. Alguns hipócritas vão estranhar o finalmente. Mas eu explico: Com 100 anos, acima do peso ideal, uma mulher que cai e ainda quebra o fêmur se vê obrigada a esperar a morte, ainda que tenha vontade de morrer. E todos sabemos que nessas condições apenas se prolongam os sofrimentos. Em nome do que se prolongar o sofrimento de uma pessoa?
Mas vamos continuar discutindo sexo dos anjos e nunca as razões desse absurdos. As razões conhecemos, mas a hipocrisia anda de mãos dadas com a ignorância.  

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Trânsito, industria lucrativa da morte.

Industria do trânsito, a industria da morte.
Não costumo fotografar acidentes. Não gosto da morte e se puder falto no meu enterro. Hoje as 11:30 resolvi clicar uma cena apenas para ilustrar essa matéria. Acidente com moto, apenas mais um dos milhares que acontecem todos os dias.
Até quando?
A venda de motos no Brasil cresceu numa progressão geométrica. As leis são as mesmas de 70 anos atras. 


A industria de transito é a mais rentável no Brasil. Ela é composta da fabricação de veículos, facilidades na habilitação, geração de multas e mais multas (nunca para coibir, sempre para punir e gerar renda), licitação de obras em estradas e vias públicas, autopeças, burocracia, pedágios, funerária, peças usadas etc...
Porque alguns radares não são substituídos por bafômetros? 
Porque não existe fiscalização em saídas de baladas? 
Porque só se investe e terceiriza na industria das multas? 
Porque não se investe na habilitação  e fiscalização?  

QUANDO TEREMOS UMA LEGISLAÇÃO ESPECIFICA PARA TEMPOS EM QUE AS MOTOS ESTÃO LIVRES PARA O SUICÍDIO?
OS DEPUTADOS PODERIAM CUMPRIR SEU DEVER E COMEÇAR A PENSAR NO ASSUNTO.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A dona dos alimentos no mundo

A dona das sementes, a dona da fome...




A Companhia Monsanto é uma indústria multinacional de agricultura e biotecnologia. Situada nos Estados Unidos, é hoje, em sua maior parte, francesa. É a líder mundial na produção do herbicida glifosato, vendido sob a marca Roundup. Também é, de longe, o produtor líder de sementes geneticamente modificadas (transgênicos), respondendo por 70% a 100% do market share para variadas culturas. A Agracetus, subsidiária da Monsanto, se concentra na produção de soja Roundup Ready para o mercado. No Brasil, sua sede está instalada na cidade de São Paulo e compreende também a indústria de sementes Agroceres. Em setembro de 2007 a companhia comprou a Agroeste Sementes, uma empresa brasileira de sementes de milho. No ano de 2008, adquiriu a CanaVialis cujo foco é o melhoramento genético de cana-de-açúcar e a Alellyx, empresa de biotecnologia, unificadas sobre a marca CanaVilis Monsanto, com sede na cidade de Campinas. Além disso, a Monsanto já possuía a brasileira Monsoy desde 1997.
A Monsanto vem avançando na produção de sementes modificadas, tem participado de golpes, como no Paraguai, conta com apoio de vários governos e bancos. Em breve poderá ser a dona dos alimentos do mundo, pois seus defensivos e inseticidas são produzidos para ter efeito somente com suas sementes.  Ela já tem presidentes, deputados e senadores em seu grupo de bons amigos. No Brasil ela já é a dona da soja, milho e cana. No futuro decidirá quem deve, ou não comer.




Já dá ordens ao governo:
Uma cartilha produzida pelo Ministério da Agricultura sobre agroecologia teve sua distribuição sustada.  A cartilha “O Olho do Consumidor”, que conta com ilustrações de Ziraldo, foi lançada para divulgar a criação do “Selo do SISORG” (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica), que pretende padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos, orientando o consumidor.
O livreto, com tiragem de 620 mil cópias, teve a sua distribuição dificultada.  A Monsanto estaria por trás disso?  Setores do Ministério ligados ao agronegócio tampouco estariam contentes com as informações contidas na cartilha.  O arquivo foi inclusive retirado do site do Ministério
“O agricultor orgânico não cultiva transgênicos porque não quer colocar em risco a diversidade de variedades que existem na natureza.  Transgênicos são plantas e animais nos quais o homem coloca genes tomados de outras espécies”.
Na denúncia dos transgênicos estaria a dificuldade para a distribuição da cartilha.   A Monsanto, que é a multinacional dos transgênicos, jura de pés juntos que não tem nada a ver com essa história de atrapalhar o esclarecimento do público sobre os produtos orgânicos.
Monsanto e os acontecimentos no Paraguai: Os mortos de Curuguaty e o julgamento político de Lugo
Foram muitos os sinais que antecederam o golpe contra o presidente Fernando Lugo: a maneira como ocorreu o conflito em Curuguaty que deixou 17 mortos, a presença de franco-atiradores entre os camponeses, a campanha via jornal ABC Color contra os funcionários do governo que se opunham à liberação das sementes de algodão transgênico da Monsanto, a convocação de um tratoraço nacional com bloqueio de estradas para o dia 25. O jornalista paraguaio Idilio Méndez Grimaldi conta essa história e adverte: “os mortos de Curugaty carregam uma mensagem para a região, especialmente para o Brasil”. O artigo foi reproduzido pela Carta Maior, 23-06-2012.
O artigo de Idilio Méndez Grimaldi foi escrito dias antes da aprovação, no Senado paraguaio, da abertura do processo de impeachment de Fernando Lugo.
Eis o artigo.
Quem está por trás desta trama tão sinistra? Os impulsionadores de uma ideologia que promove o lucro máximo a qualquer preço e quanto mais, melhor, agora e no futuro. No dia 15 de junho de 2012, um grupo de policiais que ia cumprir uma ordem de despejo no departamento de Canindeyú, na fronteira com o Brasil, foi emboscado por franco-atiradores, misturados com camponeses que pediam terras para sobreviver. A ordem de despejo foi dada por um juiz e uma promotora para proteger um latifundiário. Resultado da ação: 17 mortos, 6 policiais e 11 camponeses, além de dezenas de feridos graves. As consequências: o governo frouxo e tímido de Fernando Lugo caiu com debilidade ascendente e extrema, cada vez mais à direita, a ponto de ser levado a julgamento político por um Congresso dominado pela direita.
Trata-se de um duro revés para a esquerda e para as organizações sociais e campesinas, acusadas pela oligarquia latifundiária de instigar os camponeses. Representa ainda um avanço do agronegócio extrativista nas mãos de multinacionais como a Monsanto, mediante a perseguição dos camponeses e a tomada de suas terras. Finalmente, implica a instalação de um cômodo palco para as oligarquias e os partidos de direita para seu retorno triunfal nas eleições de 2013 ao poder Executivo.
No dia 21 de outubro de 2011, o Ministério da Agricultura e Pecuária, dirigido pelo liberal Enzo Cardozo, liberou ilegalmente a semente de algodão transgênico Bollgard BT, da companhia norteamericana de biotecnologia Monsanto, para seu plantio comercial no Paraguai. Os protestos de organizações camponesas e ambientalistas foram imediatos. O gene deste algodão está misturado com o gene do Bacillus thurigensis, uma bactéria tóxica que mata algumas pragas do algodão, como as larvas do bicudo, um coleóptero que deposita seus ovos no botão da flor do algodão.
O Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Vegetal e de Sementes (Senave), instituição do Estado paraguaio dirigida por Miguel Lovera, não inscreveu essa semente nos registros de cultivares pela falta de parecer do Ministério da Saúde e da Secretaria do Ambiente, como exige a legislação.
Campanha midiática
Nos meses posteriores, a Monsanto, por meio da União de Grêmios de Produção (UGP), estreitamente ligada ao grupo Zuccolillo, que publica o jornal ABC Color, lançou uma campanha contra o Senave e seu presidente por não liberar o uso comercial em todo o país da semente de algodão transgênico da Monsanto. A contagem regressiva decisiva parece ter iniciado com uma nova denúncia por parte de uma pseudosindicalista do Senave, chamada Silvia Martínez, que, no dia 7 de junho, acusou Lovera de corrupção e nepotismo na instituição que dirige, nas páginas do ABC Color. Martínez é esposa de Roberto Cáceres, representante técnico de várias empresas agrícolas, entre elas a Agrosan, recentemente adquirida por 120 milhões de dólares pela Syngenta, outra transnacional, todas sócias da UGP.
No dia seguinte, 8 de junho, a UGP publicou no ABC uma nota em seis colunas: “Os 12 argumentos para destituir Lovera”. Estes supostos argumentos foram apresentados ao vice-presidente da República, correligionário do ministro da Agricultura, o liberal Federico Franco, que naquele momento era o presidente interino do Paraguai, em função de uma viagem de Lugo pela Ásia.
No dia 15, por ocasião de uma exposição anual organizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, o ministro Enzo Cardoso deixou escapar um comentário diante da imprensa que um suposto grupo de investidores da Índia, do setor de agroquímicos, cancelou um projeto de investimento no Paraguai por causa da suposta corrupção no Senave. Ele nunca esclareceu que grupo era esse. Aproximadamente na mesma hora daquele dia, ocorriam os trágicos eventos de Curuguaty.
No marco desta exposição preparada pelo citado Ministério, a Monsanto apresentou outra variedade de algodão, duplamente transgênica: BT e RR, ou Resistente ao Roundup, um herbicida fabricado e patenteado pela transnacional. A pretensão da Monsanto é a liberação desta semente transgênica no Paraguai, tal como ocorreu na Argentina e em outros países do mundo.
Antes desses fatos, o diário ABC Color denunciou sistematicamente, por supostos atos de corrupção, a ministra da Saúde, Esperanza Martínez, e o ministro do Ambiente, Oscar Rivas, dois funcionários do governo que não deram parecer favorável a Monsanto.
Em 2001, a Monsanto faturou 30 milhões de dólares, livre de impostos (porque não declara essa parte de sua renda), somente na cobrança de royalties pelo uso de sementes de soja transgênica no Paraguai. Toda a soja cultivada no país é transgênica, numa extensão de aproximadamente 3 milhões de hectares, com uma produção em torno de 7 milhões de toneladas em 2010.
Por outro lado, na Câmara de Deputados já se aprovou o projeto de Lei de Biossegurança, que cria um departamento de biossegurança dentro do Ministério da Agricultura, com amplos poderes para a aprovação para cultivo comercial de todas as sementes transgênicas, sejam de soja, de milho, de arroz, algodão e mesmo algumas hortaliças. O projeto prevê ainda a eliminação da Comissão de Biossegurança atual, que é um ente colegiado forma por funcionários técnicos do Estado paraguaio.
Enquanto transcorriam todos esses acontecimentos, a UGP preparava um ato de protesto nacional contra o governo de Fernando Lugo para o dia 25 de junho. Seria uma manifestação com máquinas agrícolas fechando estradas em distintos pontos do país. Uma das reivindicações do chamado “tratoraço” era a destituição de Miguel Lovera do Senave, assim como a liberalização de todas as sementes transgênicas para cultivo comercial.
As conexões
A UGP é dirigida por Héctor Cristaldo, apoiado por outros apóstolos como Ramón Sánchez – que tem negócios com o setor dos agroquímicos -, entre outros agentes das transnacionais do agronegócio. Cristaldo integra o staff de várias empresas do Grupo Zuccolillo, cujo principal acionista é Aldo Zuccolillo, diretor proprietário do diário ABC Color, desde sua função sob o regime de Stroessner, em 1967. Zuccolillo é dirigente da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).
O grupo Zuccolillo é sócio principal no Paraguai da Cargill, uma das maiores transnacionais do agronegócio no mundo. A sociedade entre os dois grupos construiu um dos portos graneleiros mais importantes do Paraguai, denominado Porto União, a 500 metros da área de captação de água da empresa de abastecimento do Estado paraguaio, no Rio Paraguai, sem nenhuma restrição.
As transnacionais do agronegócio no Paraguai praticamente não pagam impostos, mediante a férrea proteção que tem no Congresso, dominado pela direita. A carga tributária no Paraguai é apenas de 13% sobre o PIB. Cerca de 60% do imposto arrecadado pelo Estado paraguaio é via Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Os latifundiários não pagam impostos. O imposto imobiliário representa apenas 0,04% da carga tributária, cerca de 5 milhões de dólares, segundo estudo do Banco Mundial, embora a renda do agronegócio seja de aproximadamente 30% do PIB, o que representa cerca de 6 bilhões de dólares anuais.
O Paraguai é um dos países mais desiguais do mundo. Cerca de 85% das terras, aproximadamente 30 milhões de hectares, estão nas mãos de 2% de proprietários, que se dedicam à produção meramente para exportação ou, no pior dos casos, à especulação sobre a terra. A maioria desses oligarcas possui mansões em Punta del Este ou em Miami e mantém estreitas relações com transnacionais do setor financeiro, que guardam seus bens mal havidos nos paraísos fiscais ou tem investimentos facilitados no exterior. Todos eles, de uma ou outra maneira, estão ligados ao agronegócio e dominam o espectro político nacional, com amplas influências nos três poderes do Estado. Ali reina a UGP, apoiada pelas transnacionais do setor financeiro e do agronegócio.
Os fatos de Curugaty
Curuguaty é uma cidade na região oriental do Paraguai, a cerca de 200 quilômetros de Assunção, capital do país. A alguns quilômetros de Curuguaty encontra-se a fazenda Morombi, de propriedade do latifundiário Blas Riquelme, com mais de 70 mil hectares nesse lugar. Riquelme provém das entranhas da ditadura de Stroessner (1954-1989), sob cujo regime acumulou uma intensa fortuna. Depois, aliou-se ao general Andrés Rodríguez, que executou o golpe de Estado que derrubou o ditador Stroessner. Riquelme, que foi presidente do Partido Colorado por muitos anos e senador da República, dono de vários supermercados e estabelecimentos pecuários, apropriou-se mediante subterfúgios legais de aproximadamente 2 mil hectares que pertencem ao Estado paraguaio.
Esta parcela foi ocupada pelos camponeses sem terra que vinham solicitando ao governo de Fernando Lugo sua distribuição. Um juiz e uma promotora ordenaram o despejo dos camponeses, por meio do Grupo Especial de Operações (GEO), da Polícia Nacional, cujos membros de elite, em sua maioria, foram treinados na Colômbia, sob o governo de Uribe, para a luta contra as guerrilhas.
Só uma sabotagem interna dentro dos quadros de inteligência da polícia, com a cumplicidade da promotoria, explica a emboscada, na qual morreram seis policiais. Não se compreende como policiais altamente treinados, no marco do Plano Colômbia, puderam cair facilmente em uma suposta armadilha montada pelos camponeses, como quer fazer crer a imprensa dominada pela oligarquia. Seus camaradas reagiram e dispararam contra os camponeses, matando 11 e deixando uns 50 feridos. Entre os policiais mortos estava o chefe do GEO, comissário Erven Lovera, irmão do tenente coronel Alcides Lovera, chefe de segurança do presidente Lugo.
O plano consiste em criminalizar, levar até ao ódio extremo todas as organizações campesinas, para fazer os camponeses abandonarem o campo, deixando-o para uso exclusivo do agronegócio. É um processo doloroso, “descampesinização” do campo paraguaio, que atenta diretamente contra a soberania alimentar, a cultura alimentar do povo paraguaio, por serem os camponeses produtores e recriadores ancestrais de toda a cultura guarani.
Tanto o Ministério Público, como o Poder Judiciário e a Polícia Nacional, assim como diversos organismos do Estado paraguaio estão controlados mediante convênios de cooperação com a USAID, agência de cooperação dos Estados Unidos.
O assassinato do irmão do chefe de segurança do presidente da República obviamente foi uma mensagem direta a Fernando Lugo, cuja cabeça seria o próximo objetivo, provavelmente por meio de um julgamento político, mesmo que ele tenha levado seu governo mais para a direita, tratando de acalmar as oligarquias. O ocorrido em Curuguaty derrubou Carlos Filizzola do Ministério do Interior. Em seu lugar, foi nomeado Rubén Candia Amarilla, proveniente do opositor Partido Colorado, o qual Lugo derrotou nas urnas em 2008, após 60 anos de ditadura colorada, incluindo a tirania de Alfredo Stroessner.
Candia foi ministro da Justiça do governo colorado de Nicanor Duarte (2003-2008) e atuou como procurador geral do Estado por um período, até o ano passado, quando foi substituído por outro colorado, Javier Díaz Verón, por iniciativa do próprio Lugo. Candia é acusado de ter promovido a repressão contra dirigentes de organizações campesinas e de movimentos populares. Sua indicação como procurador geral do Estado em 2005 foi aprovada pelo então embaixador dos Estados Unidos, John F. Keen. Candia foi responsável por um maior controle do Ministério Público por parte da USAID e foi acusado por Lugo no início do governo de conspirar para tirá-lo do poder.
Após assumir como ministro político de Lugo, a primeira coisa que Candia fez foi anunciar o fim do protocolo de diálogo com os campesinos que ocupam propriedades. A mensagem foi clara: não haverá conversação, mas simplesmente a aplicação da lei, o que significa empregar a força policial repressiva sem contemplação. Dois dias depois de Candia assumir, os membros do UGP, encabeçados por Héctor Cristaldo, foram visitar o flamante ministro do Interior, a quem solicitaram garantias para a realização do tratoraço no dia 25. No entanto, Cristaldo disse que a medida de força poderia ser suspensa, em caso de sinais favoráveis para a UGP (leia-se: liberação das sementes transgênicas da Monsanto, destituição de Lovera e de outros ministros, entre outras vantagens para o grande capital e os oligarcas), levando o governo ainda mais para a direita.
Cristaldo é pré-candidato a deputado para as eleições de 2013 por um movimento interno do Partido Colorado, liderado por Horacio Cartes, um empresário investigado em passado recente nos Estados Unidos por lavagem de dinheiro e narcotráfico, segundo o próprio ABC Color, que foi ecoado por várias mensagens do Departamento de Estado dos EUA, conforme divulgado por Wikileaks. Entre elas, uma se referia diretamente a Cartes, no dia 15 de novembro de 2011.
Julgamento político de Lugo
Enquanto escrevia esse artigo, a UGP (4), alguns integrantes do Partido Colorado e os próprios integrantes do Partido Liberal Radical Autêntico (PLRA), dirigido pelo senador Blas Llano e aliado do governo até então, começaram a ameaçar com a abertura de um processo de impeachment de Fernando Lugo para destituí-lo do cargo de presidente da República. Lugo passou a depender do humor dos colorados para seguir como presidente do país, assim como do de seus aliados liberais, que passaram a ameaçá-lo com um julgamento político, seguramente buscando mais espaços de poder (dinheiro) como condição para a paz. O Partido Colorado, aliado a outros partidos minoritários de oposição tinha a maioria necessária para destituir o presidente de suas funções.
Talvez esperassem “os sinais favoráveis” de Lugo que a UGP – em nome da Monsanto, da pátria financeira e dos oligarcas – estava exigindo do governo. Caso contrário se passaria à fase seguinte, de interrupção deste governo que nasceu como progressista e lentamente foi terminando como conservador, controlado pelos poderes da oposição.
Entre outras coisas, Lugo é responsável pela aprovação da Lei Antiterrorista, patrocinada pelos EUA em todo o mundo depois do 11 de setembro. Em 2010, ele autorizou a implementação da Iniciativa Zona Norte, que consiste na instalação e deslocamento de tropas e civis norteamericanos no norte da região oriental – no nariz do Brasil – supostamente para desenvolver atividades a favor das comunidades campesinas.
A Frente Guazú, coalizão das esquerdas que apoia Lugo, não conseguiu unificar seu discurso e seus integrantes acabaram perdendo a perspectiva na análise do poder real, ficando presos nos jogos eleitorais imediatistas. Infiltrados pelo USAID, muitos integrantes da Frente Guazú, que participavam da administração do Estado, sucumbiram ao canto de sereia do consumismo galopante do neoliberalismo. Se corromperam até os ossos, convertendo-se em cópias vaidosas de novos ricos que integravam os recentes governos do direitista Partido Colorado.
Curuguaty também engloba uma mensagem para a região, especialmente para o Brasil, em cuja fronteira se produziram esses fatos sangrentos, claramente dirigidos pelos senhores da guerra, cujos teatros de operações estão montados no Iraque, Líbia, Afeganistão e, agora, Síria. O Brasil está construindo um processo de hegemonia mundial junto com a Rússia, Índia e China, denominado BRIC. No entanto, os EUA não recuam na tentativa de manter seu poder de influência na região. Já está em marcha o novo eixo comercial integrado por México, Panamá, Colômbia, Peru e Chile. É um muro de contenção aos desejos expansionistas do Brasil na direção do Pacífico.
Enquanto isso, Washington segue sua ofensiva diplomática em Brasília, tratando de convencer o governo de Dilma Rousseff a estreitar vínculos comerciais, tecnológicos e militares. Além disso, a IV Frota dos EUA, reativada há alguns anos após estar fora de serviço desde o fim da Segunda Guerra Mundial, vigia todo o Atlântico Sul, caracterizando um outro cerco ao Brasil, caso a persuasão diplomática não funcione.
E o Paraguai é um país em disputa entre ambos países hegemônicos, sendo ainda amplamente dominado pelos EUA. Por isso, os eventos de Curuguaty representam também um pequeno sinal para o Brasil, no sentido de que o Paraguai pode se converter em um obstáculo para o desenvolvimento do sudoeste do Brasil.
Mas, acima de tudo, os mortos de Curuguaty representam um sinal do grande capital, do extrativismo explorador que assola o planeta e aplasta a vida em todos os rincões da Terra em nome da civilização e do desenvolvimento. Felizmente, os povos do mundo também vêm dando respostas a estes sinais da morte, com sinais de resistência, de dignidade e de respeito a todas as formas de vida no planeta.
Fonte: IHU
"Um mundo melhor segundo a Monsanto é um mundo com muito mais câncer
A Monsanto é uma empresa multinacional do ramo da agricultura e da biotecnologia com sede no estado do Missouri nos Estados Unidos muito conhecida por ser lider mundial na produção de herbicidas e em especial de produtos transgênicos.
Fundada em 1901, a Monsanto foi a responsável pela produção do agente laranja, uma mistura de herbicidas poderosíssima que foi utilizada pelo governo estadunidense como arma química contra as florestas e o povo vietnamita durante a Guerra do Vietnã. Foram 80 milhões de litros de herbicidas despejados pelos aviões ianques entre os anos de 1961 e 1971 com a aprovação do então presidente John Kennedy apesar das Convenções de Genebra proibirem o uso de armas químicas entre países em guerra desde o ano de 1925. O resultado ainda é percebido até os dias de hoje, mais de 40 anos depois, com várias regiões do país com concentração de toxicidade 400 vezes superior ao aceitável e com incontáveis casos de doenças de pele, incapacidade mental, câncer e má formação genética, mesmo entre aquelas pessoas cujas famílias nunca foram expostas ao herbicida durante o período da guerra. Em síntese: o Vietnã teve sua vegetação, terras e águas irremediavelmente envenenados pelos preciosos produtos da Monsanto.
Mas era uma guerra, dirão alguns. Isso não tem nada a ver com os herbicidas e sementes transgênicas comercializados pela Monsanto nos dias de hoje. Não é mesmo? Bem... não é o que afirma a edição da revista "Food and Chemical Toxicology" publicada nesta quarta-feira, dia 19 de setembro. Segundo o estudo publicado pela revista, cerca de 200 ratos foram alimentados durante um prazo máximo de dois anos com uma dieta balanceada que continha milho transgênico (OGM NK 603), milho tratado com o herbicida Rondup ou mesmo com os dois, ambos da Monsanto. Os resultados foram, nas palavras dos pesquisadores, "alarmantes". O índice de mortalidade e de ocorrência de câncer chega a ser 2 ou 3 vezes superior ao normal. Em alguns casos, os ratos chegaram apresentar tumores do tamanho de bolas de ping-pong.

Pra quem não sabe desde 2005 o uso e comercialização de transgênicos está liberado no Brasil através da lei de biossegurança graças à sanção do então presidente Lula, que ignorou o pedido de mais de 100 países para que os transgênicos não fossem legalizados enquanto não houvesse um acordo internacional com regras mais claras sobre o tema. No seu ímpeto de ajudar as grandes empresas, como nunca se fez na história desse país, o presidente abriu as porteiras para os produtos geneticamente modificados, sem se preocupar sequer com um estudo mais aprofundado sequer das conseqüências para a saúde e a vida das pessoas. Ironicamente, o próprio Lula foi recentemente vítima de câncer. É claro que não dá pra dizer que é culpa da Monsanto. Mas da mesma forma não dá também pra dizer que não é.
Mas uma coisa clara. Se a Monsanto trabalha por um mundo melhor, tal como ela própria afirma, esse tal mundo será com muito, mas muito mais câncer.


É bom lembrar que esta armadilha que a Monsanto ardilosamente montou para os agricultores brasileiros contou com a cumplicidade das lideranças da oligarquia agrária brasileira, autointitulada de agronegócio. Além disso, essas consequências foram objeto de inúmeros alertas daqueles que combateram a liberação dos transgênicos, defensores de uma agricultura sustentável e comprometida com a soberania e o desenvolvimento do nosso País. "